Biografia

1904 – 1988

Inácio Ferreira de Oliveira nasceu em Uberaba em 15 de abril de 1904.

Filho de Jacinto Ferreira de Oliveira e de Maria Lucas de Oliveira, foi casado com Aparecida Valicenti Ferreira

e não teve filhos.

Dr. Inácio, grande amigo não só do médium Chico Xavier, formou-se pela Universidade Federal do Rio de

Janeiro, então Universidade do Brasil, clinicando na terra natal.

Observou, sem idéia preconcebida, os diferentes fatos neuropsíquicos relacionados com os enfermos internados no Sanatório Espírita de Uberaba, do qual seria diretor-clínico por mais de cinco décadas, tendo verificado a eficácia da terapia espírita para a cura de distúrbios mentais e obsessivos. Nesse trabalho, a notável médium Maria Modesto Cravo (mais conhecida como dona Modesta), o competente enfermeiro-chefe, sr. Manoel Roberto da Silva, além de outros cooperadores, lhe foram de inestimável valia.

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A prece de Cáritas é muito conhecida no meio espírita, mas poucos sabem de onde surgiu esta prece, acompanhem conosco este texto para conhecer um pouco do espírito que ditou a Prece de Cáritas.

“Não penseis que vim para revogar alei e os profetas; não vim revogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo: passará o Céu e a Terra, mas de modo nenhum passará da lei um só i ou um til sem que tudo se cumpra”. (Mateus, V-17-18.)

A prece de Cáritas é divina, sua denominação e sua origem têm sido estudadas e pesquisadas; mas se perguntarem à maioria dos religiosos como ela surgiu, e a denominação de Cáritas, poucas pessoas arriscam dar um parecer.

“Chamo-me Caridade, sou o caminho principal que conduz a Deus; segui-me eu sou a meta a que vós todos deveis visar”.O que se apregoa nos meios religiosos e principalmente no movimento espírita é que Cáritas é um espírito que se comunicava através das faculdades de uma das grandes médiuns de seu tempo, Mme. W. Krell, num círculo espírita de Bordeux, na França de Allan Kardec.

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Era inicialmente chamado de Saulo, nascido na cidade de Tarso, capital da província romana da Cilícia, fabricante de tendas. Depois de Jesus, é considerado a figura mais importante do cristianismo.

Era um judeu da Diáspora (Dispersão), de uma importante e rica família. Começou a receber aos 14 anos a formação rabínica, sendo criado de uma forma rígida no cumprimento das rigorosas normas dos fariseus, classe religiosa dominante daquela época, e ensinado a ter o orgulho racial tão peculiar aos judeus da antiguidade.

Quando se mudou para Jerusalém, para se tornar um dos principais dos sacerdotes do Templo de Salomão, deparou-se com uma seita iniciante que tinha nascido dentro do judaísmo, mas que era contrária aos principais ensinos farisaicos.

Dentro da extrema honestidade para com a sua fé e sentindo-se profundamente ofendido com esta seita, que se chamava cristã, começou a persegui-la, culminando com a morte de Estêvão, diácono grego e grande pregador cristão, que foi o primeiro mártir do cristianismo.

No ano de 32 D.C., dois anos após a crucificação de Jesus, Saulo viajou para Damasco atrás de seguidores do cristianismo, principalmente de um, que se chamava Barnabé. Na entrada desta cidade, teve uma visão de Jesus, que em espírito lhe perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegues?".

Ficou cego imediatamente. Foi então levado para a cidade. Depois de alguns dias, um discípulo de Jesus, chamado Ananias, foi incumbido de curá-lo.

Após voltar a enxergar, converteu-se ao cristianismo, mudando o seu nome para Paulo.

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Maria de Carvalho Leite, nascia na cidade sertaneja de Bonfim de Feira - BA, no dia 10 de Setembro de 1900, filha de Hermenegildo Leite, escrivão da prefeitura, e da doméstica Balmina de Carvalho Leite. Em Bonfim passou a infância junto com três irmãos e duas irmãs.

Em 1916, diplomou-se Professora pelo Educandário dos Perdões, considerada pelas colegas e professores como adolescente prodígio, graças a rara inteligência.

"A poesia começou a senti-la na cidade natal, ainda quase criança, a transformar-se, mais tarde na poetisa de bons versos que todos conhecemos".

Reuniu alguns de seus poemas no livro "Ciranda da Vida". sendo reconhecida na Capital pela sua arte, passou a escrever nos jornais "Diário de Notícias" e "O Imparcial" sendo, neste último, Redatora-Chefe da "Página Feminina". Durante 13 anos, escrevera nos jornais citados, mostrando um mundo de ternura que trazia dentro de si, adaptando pseudônimo de "Maria Dolores".

Dolores lecionou nos Educandário dos Perdões e Ginásio Carneiro Ribeiro, em Salvador. Daí, porque entendemos o seu modo todo especial de ensinar, através dos versos as almas aflitas.

Mas a sua vida não poderia ser somente flores: estava-lhe reservada uma prova de sofrimentos morais.

Casara-se com o médico Odilon Machado. Suportando infeliz consórcio durante alguns anos, finalmente deu-se a solução pelo desquite. Não houve filhos desta união, como nunca os teria Maria Dolores.

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Amélia Augusta do Sacramento Rodrigues foi, quando encarnada, notável poetisa, professora emérita, escritora consagrada, teatróloga, legítimo expoente cultural das Letras da Bahia. Nasceu na Fazenda Campos, Freguesia de Oliveira dos Campinhos, Município de Santo Amaro da Purificação, Estado da Bahia em 26 de maio de 1861.

Qualquer de seus conterrâneos, por mais jovem que seja, conhece a vida dessa extraordinária mulher e seu esforço a fim de atingir os seus ideais. Estudou com o cônego Alexandrino do Prado, em seguida foi aluna dos professores Antônio de Araújo Gomes de Sá e Manuel Rodrigues M. de Almeida. Sua vocação para o magistério era inata. A par disso, matriculou-se no colégio mantido pela professora Cândida Álvares dos Santos e começou a lecionar no Arraial da Lapa. Posteriormente lecionou em Santo Amaro da Purificação por oito anos consecutivos.

Em 1891, graças à sua capacidade para lecionar e ao seu amor à causa do ensino, foi transferida para Salvador e lotada na Escola Central do Bairro Santo Antônio. Um de seus alunos, adolescente ainda, em 1905, foi selecionado para lecionar inglês pelo sistema do filósofo Spencer. Amélia Rodrigues não só o ajudou a compreender o pensamento daquele filósofo, como complementou o seu aprendizado. Disse a ele: "O jovem precisa de educação moral, que é o princípio fundamental da disciplina social; sem apelar para o coração, educar é formar no homem as mais duradouras forças da ordem social."

O pensamento de Amélia Rodrigues se identifica com o pensamento de Fénelon, contido em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Educar é formar homens de Bem, e não apenas instruí-los". Aposentada, não abdicou de seu ideal de ensinar. Retornou ao magistério de forma ainda mais marcante. Fundou o Instituto Maternal Maria Auxiliadora, que mais tarde transformou-se na "Ação dos Expostos." Dedicou-se ao jornalismo como colaboradora das publicações religiosas "O Mensageiro da Fé", "A Paladina" e "A Voz". Escreveu algumas peças teatrais, entre as quais "Fausta" e "A Natividade". É autora dos poemas "Religiosa Clarisse" e "Bem me queres". Produziu ainda obras didáticas, literatura infantil e romances. Desencarnou em Salvador em 22 de agosto de 1926.

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Nilson de Souza Pereira, popularmente conhecido como Tio Nilson, nasceu em 26.10.1924, no subúrbio ferroviário de Plataforma, na cidade do Salvador, Bahia. De origem humilde, porém detentor daquela sabedoria peculiar aos homens de bem. Profissionalmente foi bancário, telegrafista do Ministério da Marinha e funcionário público dos Correios e Telégrafos.

A partir de 1945, vinculou-se ao médium Divaldo Franco. Ambos eram jovens, com 20 anos e 18 anos, respectivamente. Juntos e orientados pela Mentora Joanna de Ângelis, edificaram a admirável obra que é o Centro Espírita Caminho da Redenção, fundado em 07.09.1947, cujo epicentro é o seu Departamento Social Mansão do Caminho, fundado em 15.08.1952.

Tio Nilson é o presidente e administrador dessa grande obra que tem alcançado plenamente seus objetivos, exigindo, porém, muito trabalho e dedicação de todos que a conduzem.

Dotado de serenidade e envergadura moral, ele é ouvinte atencioso e conselheiro constante. Incansável e disciplinado, cumpre diariamente na Gráfica sua jornada de trabalho das 7 às 17 horas, além de dirigir reuniões mediúnicas e doutrinárias.

Tio Nilson possui ainda um traço marcante em sua personalidade: é um exímio anfitrião, recebendo na Mansão inúmeros convidados, visitantes, funcionários e voluntários com os quais dialoga num clima amistoso e descontraído.

No ano de 2007, como reconhecimento ao seu incansável labor na área de assistência social e solidariedade humana, Tio Nilson recebeu das mãos do prefeito João Henrique, em bonita solenidade, a honrosa “Medalha 2 de Julho.”

Fonte: www.mansaodocaminho.com.br

Bauruense da gema, Richard nasceu em 10 de outubro de 1935, filho de duas tradicionais famílias de descendência italiana.

Do lado materno, a família Marchioni. O avô, Valentim Marchioni foi conhecido comerciante na quadra 2, da Rua Batista, onde funcionava sua casa de carnes. Dentre os tios, destaque para a Nida Marchioni, emérita compositora e professora de piano. Sua mãe, Adélia, pontificou em atividades assistenciais, dirigindo por várias décadas uma oficina de costura que atende migrantes e famílias pobres.

Do lado paterno, a família Simonetti. A avó Helena, viúva, foi uma batalhadora, cuidando de 8 filhos, dentre os quais se destacariam os filhos João e Afonso Simonetti, pioneiros da radiodifusão em nossa cidade. O pai, Francisco, o saudoso Chico Simonetti foi dedicado e conhecido enfermeiro que trabalhou muitos anos com os doutores Alípio dos Santos e João Braulio Ferraz, conceituados médicos bauruenses.

Casado com Tânia Regina Simonetti, é pai de Graziela, Alexandre, Carolina e Giovana, e avô de Rafaela, primeira neta.
Foi funcionário do Banco do Brasil de 1956 a 1986, quando se aposentou. Passou, então, a dedicar-se inteiramente às atividades espíritas, particularmente no Centro Espírita Amor e Caridade, ao qual está ligado desde a infância.

O CEAC destaca-se pelo largo trabalho que desenvolve no campo social, envolvendo Albergue, Centro de Triagem de Migrantes, Atendimento à população de rua, Creche, Assistência Familiar, Cursos Profissionalizantes… A instituição beneficia perto de vinte e cinco mil pessoas, anualmente.

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Segundo escreveu o saudoso Prof. José Herculano Pires, prefaciando a obra de Arthur Conan Doyle, "História do Espiritismo", é um nome conhecido e lido no mundo inteiro.

Dotado Conan Doyle de fértil imaginação, comunicabilidade natural de seu estilo, a espontaneidade de suas criações tornaram-no um escritor apreciado e amado por todos os povos.

Em nosso país a série Sherlock Holmes, a série Ficção Histórica e a série Contos e Novelas Fantásticas aqui estão para comprovar a afirmação feita em favor do extraordinário escritor.

Entretanto, é bom que se diga que ele não apenas se destacou naquelas linhas compostas com três séries, pois além de historiador, pregou o uso de métodos científicos na pesquisa policial, destacou-se também como um lúcido escritor espírita em todo o mundo, revelando notável compreensão do problema espírita in-totum (como ciência, filosofia e religião).

Então, além daquelas séries enumeradas no início destas considerações existem mais duas séries: a de História e a do Espiritismo.

Ao ser lançada a primeira edição da obra "História do Espiritismo", a revista inglesa "Light" destacou o equilíbrio e a imparcialidade com que o assunto foi abordado. Uma extensa Nota assinada por D.N.G. destacou que os críticos haviam sido "agradavelmente surpreendidos", porque Conan Doyle, conhecido como ardoroso propagandista do Espiritismo, fora de uma imparcialidade a toda prova. E o articulista da revista "Light" continuava: "Uma obra de história, escrita com preconceitos favoráveis ou contrários, seria, pelo menos, antiartística, pecado jamais cometido pelo autor de - The White Company -, em nenhum de seus trabalhos".

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1651-1715

Este é o nome literário de François de Salignac de la Mothe, prelado e escritor francês que nasceu no castelo de Fénelon, em Périgord, a 6 de agosto de 1651.

Ordenou-se sacerdote em 1675 e passou a dirigir uma instituição que tinha por objetivo reeducar as jovens protestantes convertidas ao catolicismo.

Foi enviado pelo rei, na qualidade de missionário às regiões de Aunis e Saintonge.

Seu Tratado da educação das jovens, que veio à luz em 1687, obra dedicada às filhas do duque de Beauvillier, lhe valeu a nomeação de preceptor do duque de Bourgogne.

Aos 42 anos é eleito acadêmico e aos 44 já é arcebispo de Cambrai.

A partir da publicação de sua obra Explicação das máximas dos santos, em 1697, passam a declinar as graças oficiais. Dois anos mais tarde, a Santa Sé condena a obra e ele é privado de seus títulos e pensões.

Também cai em desgraça perante Luís XIV que descobre críticas a seu governo no romance pedagógico de Fénelon "As aventuras de Telêmaco", no mesmo ano de 1699.Mesmo no exílio de sua diocese, ele não pára de publicar. E no período de 1700 a 1712 publica Fábulas e Diálogos dos mortos, este último escrito para o duque de Bourgogne.

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José Herculano Pires nasceu na cidade de Avaré, no estado de São Paulo em 25 de setembro de 1914 e desencarnou em 09 de março de 1979.

Filho do farmacêutico José Pires Correia e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires, fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César.

Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da sua cidade natal.

Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, "Sonhos Azuis" (contos), e aos 18 anos o segundo livro, "Coração" (poemas livres e sonetos).

Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e no Malho.

Foi um dos fundadores da União Artística do Interior (UAI), que promoveu dois concursos literários, um de poemas pela sede da UAI em Cerqueira César, e outro de contos pela Seção de Sorocaba.

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Zilda Gama foi uma das mais celebradas médiuns do Brasil.

Nasceu em 11 de março de 1878, em Três Ilhas, em Juiz de Fora (MG), e desencarnou em 10 de janeiro de 1969, no Rio de Janeiro. Era a segunda filha dos 11 filhos de Augusto Cristina da Gama, escrivão de paz, e Elisa Emílio Klörs da Gama, professora estadual.

Fez seus estudos com a própria mãe. Posteriormente, matriculou-se na Escola Normal de São João Del Rei, onde recebeu o diploma de professora primária. Ainda jovem, com apenas 24 anos, ficou órfã dos pais, tendo que assumir a direção da casa, cuidando de cinco irmãos menores e, posteriormente, de outros cinco sobrinhos órfãos.

Foi professora e diretora de escola, sendo agraciada em concursos promovidos pela Secretaria de Educação de Minas Gerais. Ainda jovem, Zilda Gama começou a perceber a presença dos Espíritos. Recebeu mediunicamente mensagens de seu pai e de sua irmã, já desencarnados, que a aconselhavam e a consolavam nos momentos de provações difíceis pelos quais estava passando. Em 1912, recebeu interessante mensagem assinada por Allan Kardec. Após essa manifestação, o Codificador propiciou-lhe outros ensinamentos, os quais foram impressos no livro Diário dos Invisíveis, publicado em 1929.

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