Paulista radicada em Vinhedo, interior do Estado de São Paulo, Claudia Mandato Gelernter, de 42 anos, é ativa divulgadora da Doutrina Espírita.

É casada, mãe de Juliana, 27 anos e Gabriel de 8 anos.

É designer e cursa o 8º semestre de Psicologia.

É fundadora, juntamente com um grupo de amigos do CEAK – Centro Espírita Allan Kardec de Vinhedo a três anos, onde é dirigente dos Estudos Espíritas, além de ministrar Palestras e Seminários em várias Casas Espíritas onde solicitada.

Para conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido por Claudia Gelernter podem acessar

seu blog http://claudiagelernter.blogspot.com ou site http://somostodosum.ig.com.br


1. Você é espírita a quanto tempo?

 

Desde 1988. Recordo que a primeira vez em que peguei ‘O Livro dos Espíritos’ em minhas mãos, pensei: “Sim, só podia ser isso!”. De lá para cá, são 23 anos de estudos e bênçãos.

2.
O que a levou a conhecer o Espiritismo?

Nasci numa família de ‘mulheres videntes’. Desde pequena ouvia minha avó, minha mãe e uma de minhas irmãs comentarem seus contatos com Espíritos. Estas histórias não me assustavam, ao contrário, faziam crescer em mim uma curiosidade crescente. Quando completei onze anos de idade, minha mãe me levou até uma médium que dava passividade a uma Entidade muito dócil. Este Espírito comentou que quando crescesse trabalharia para Allan Kardec, numa Casa bem diferente daquela (estávamos numa Casa Espiritualista, voltada às atividades da Umbanda) e que eu estava comprometida com o campo da mediunidade e divulgação. Disse que eu não deveria sentir medo, que precisaria estudar muito e trabalhar mais ainda. Os anos se passaram e aquele encontro ficou guardado dentro de mim. Quando completei meus 19 anos passei a ler Kardec com mais seriedade e rapidamente me encantei por tudo o que estava descrito em seus livros. Pouco tempo depois tive uma vivência mediúnica muito intensa... foi então que passei a estudar o fenômeno com mais afinco. Lia sempre o Livro dos Médiuns e participava de algumas atividades mediúnicas numa Casa na cidade de Valinhos. Depois, num período mais delicado de minha vida, fui levada a conhecer o Batuíra de Vinhedo, onde pude desenvolver mais meus conhecimentos, aliados à prática

3. É palestrante a quanto tempo?

Sempre tive facilidade para expor meus estudos, o que facilitou meu ingresso neste tipo de atividade. No inicio, lá nos idos de 1990, já iniciava meus primeiros ensaios, apresentando minhas reflexões evangélicas na Casa do Caminho. A partir de 1995 fui chamada para realizar palestras freqüentes na Casa onde atuava (CEBV), além de outras instituições

4.
Quais os trabalhos desenvolvidos no CE Allan Kardec de Vinhedo?

O CEAK nasceu de uma percepção sobre a necessidade de uma Casa voltada aos estudos e prática postuladas por Kardec, com profundo comprometimento doutrinário.  Percebemos, na atualidade, desvios na rota do Movimento Espírita¹, com muitos perigos associados a estes. Buscamos, portanto, fundamentar nossa Casa em conceitos imutáveis, dentro dos axiomas básicos propostos pela Doutrina. E, dentro deste perfil, atuamos com Estudos Sistematizados, grupos de estudos avançados, Evangelização, Palestra Públicas, Seminários, Encontros Espíritas, atendimento aos enfermos (com visitas em hospitais, residências e asilos), atendimento fraterno, Caravana do Evangelho, além do tradicional Cine CEAK – um momento de reflexão através da arte, com a apresentação de filmes diferenciados

5. Quais os locais que ministra palestras?

Com maior freqüência, no CEAK. Entretanto, devido ao fato de as Casas Espíritas de Vinhedo manterem um ótimo relacionamento – o que nos deixa imensamente felizes - costumo visitar os confrades vinhedenses sempre que possível, para este fim. No mais, sigo para onde me chamarem.

6. Como é ministrar palestras e qual o aprendizado que adquiriu com isso?

Ensinar é motivo de imensa satisfação para mim. Costumo dizer que são duas alegrias: primeiro a de poder auxiliar aos meus irmãos do caminho com esta Luz imorredoura que é a Doutrina Espírita e o Evangelho de Jesus. Segundo, a de me abastecer de tais conhecimentos, uma vez que nós, os palestrantes e monitores, somos os primeiros a ter este contato transformador, quando nos preparamos para passar os conhecimentos. Cada aula, cada palestra é uma experiência única que, indiscutivelmente, nos faz um pouco melhores. Porém, se por um lado estudar e ensinar nos traz alegrias, não podemos nos esquecer da imensa responsabilidade associada a isso

7. Em seus seminários e palestras você aborda a questão psicológica. Qual sua ligação com o Espiritismo?

Estudo Psicologia faz muito tempo, mesmo antes de decidir freqüentar a Universidade. Hoje curso o oitavo semestre desta disciplina. Acredito que os mecanismos psíquicos são de fundamental importância e, para mim, estudá-los é adquirir ferramentas importantes para o desenvolvimento de meu trabalho, não apenas dentro da Psicologia, mas principalmente na Divulgação Espírita e na realização das atividades dentro desta Doutrina

8.
Nos explique um pouco sobre os mecanismos psíquicos e a Doutrina Espírita.

O Espiritismo nos ensina que somos Espíritos milenares. Trazemos uma riqueza imensa dentro de nós, com conhecimentos fantásticos, mas também com vícios desenvolvidos para dar conta de nossa própria manutenção (da espécie). No começo, éramos mais animalizados, precisando lutar pela sobrevivência, numa atitude mais egoísta, porém necessária. Seguimos adiante, vida após vida, buscando abrir mão destas tendências animalizadas, reconhecendo a necessidade das virtudes. O caminho é longo e estamos bastante afastados da meta final: a de Espíritos Puros; porém, estamos determinados, pela centelha de Deus que existe em nós, à perfeição. Em menor ou maior tempo, dependendo de nosso esforço, certamente chegaremos lá.

Neste momento evolutivo, nossa bagagem inconsciente é gigantesca, e cresce mais a cada encarnação. Neste manancial do Id (instância psíquica estudada por Freud, que contem o material inconsciente), os materiais recalcados e as nossas tendências primitivas fazem com que atuemos no mundo de determinada forma, mediante o tempo histórico em que nos encontramos. Criamos defesas psíquicas para darmos conta das exigências do mundo, em oposição às nossas tendências (na maior parte das vezes ainda inferiores).

Não conhecemos este material todo (nem daríamos conta de conhecer, por agora), porém, quando determinadas experiências nos fazem tender para esta ou aquela forma de sentir, pensar e agir, podemos analisar nosso verdadeiro ‘eu’, buscando trazer ao consciente parte deste material, racionalizando-o e decidindo sobre ele. Estudar todos estes mecanismos psíquicos é estudar nossa essência primordial, o Espírito imortal que somos e as possíveis ferramentas que podem ser desenvolvidas em nós para darmos conta de nossa própria evolução, sem alienações, com maior empenho e responsabilidade

9.
Como futura psicóloga, como você entende as terapias convencionais que são realizadas hoje, que atuam apenas na bagagem que o indivíduo tem nesta existência, não levando em consideração a reencarnação e nem o espírito como ser imortal?

Sabemos que a verdadeira cura exige o encontro com o cerne do problema e a aplicação do remédio correto para a extinção do mal. Nas técnicas médicas, apenas o sinal da febre não é suficiente para que o profissional consiga ministrar o medicamento correto ao caso. Entretanto, existem algumas medidas de alívio imediato que podem ajudar, mesmo que temporariamente, como por exemplo, a dipirona sódica, que alivia as dores e abaixa a febre.

Mais adiante fará o profissional uma pesquisa mais acurada, seja através de um exame clinico ou através de exames laboratoriais, vindo – na maior parte dos casos – a encontrar o foco da infecção, podendo, desta forma, agir conforme a necessidade.

Esta analogia serve para ilustrar o caso das doenças da alma (que se refletem no corpo). Sentimos a dor moral (aqui representada pela febre), mas nem sempre nos damos conta dos porquês desta dor. Num atendimento psicológico behaviorista, onde a percepção de homem para o psicólogo é a de um ser com mecanismos psíquicos, porém sem bagagem anterior, e determinado pelos comportamentos, pelo ambiente, certamente pode-se conseguir grande alívio, com medidas importantes e válidas, com a aplicação de determinadas técnicas. Aqui é como se estivessem dando a dipirona, que comentei mais acima. A dor do paciente será aliviada e isso é, sem dúvida, uma bênção concedida pelo Pai Celestial. Mais adiante poderá a pessoa ter contato com outras experiências que promovam maiores reflexões.

Entretanto, temos abordagens, dentro das ciências psicológicas, em que o profissional atua em questões bem mais profundas do psiquismo, indo ao cerne de determinadas questões dele, podendo, portanto, auxiliá-lo de forma mais eficaz (embora mais demorada e dolorosa), pois terá ele que se deparar com materiais desconhecidos e complicados, antes de sua melhora real.

A Psicologia tem aumentado sobremaneira seus conhecimentos, enquanto Ciência da Alma e os profissionais têm se reciclado quanto às exigências destes novos saberes. Nas grandes universidades os debates espiritualistas surgem, pedindo urgência, buscando impor um novo paradigma. Aqueles que insistirem em ficar às margens desta benéfica discussão, estarão perdendo oportunidades importantes no campo do auxilio e do próprio crescimento individual.

10. Na sua opinião, qual a cura para doenças como depressão por exemplo, tendo como causa o passado de outras vidas?

A depressão é multifatorial, mesmo em se tratando de experiências mais antigas do Espírito. Uma natureza mais orgulhosa, em um Espírito que vive determinadas experiências familiares, aliada ao reconhecimento de fracassos ou imposições expiatórias, pode levar a pessoa às síndromes depressivas. Conheci um exemplo interessante, de uma pessoa que relatou sua experiência com TVP (Terapia de Vidas Passadas) junto a um profissional bastante competente. Durante o processo terapêutico, deparou-se com uma realidade difícil -  tinha tido um posto de comando e abusou deste poder temporário, prejudicando muitos de seus subordinados.  Sua natureza orgulhosa persistia, sendo que na atual encarnação precisava exercer atividade numa empresa, como subordinado a algumas destas pessoas. Embora não soubesse explicar muito bem o porquê, sentia-se deprimido diante daquelas pessoas, tendo de acatar ordens, sem grandes perspectivas profissionais. Trabalhou em terapia suas questões íntimas e, compreendendo a realidade milenar de seu Espírito, conseguiu forças para trabalhar a humildade (virtude essencial a ser desenvolvida nesta encarnação, segundo ele). Foi uma experiência importante e maravilhosa, alterando os rumos da pessoa, que agora tem outras perspectivas, com menos sofrimento e mais coragem.

A humildade nos faz aceitar sem revolta as condições em que precisamos viver. Veja que isso não nos impede (e nem deve) de lutar, com ética, pelo melhor para nós e para o mundo. Porém, diante do que não pode ser alterado, a virtude da humildade nos permite angariar forças, resignação, compreensão. Seguindo assim, a depressão desaparece

11. Você é articulista da Revista Eletrônica O Consolador. Como isso aconteceu?

A internet, quando utilizada para fins positivos, é uma ferramenta espetacular. Viajando por ela, durante minhas pesquisas, os artigos que mais se alinhavam com meu modo de compreender e divulgar nossa Doutrina eram os escritos pelo confrade Jorge Hessen e pelo professor José Passini. Ambos, para mim, são mestres queridos, com quem aprendo, incessantemente.

Com o passar do tempo conheci Jorge e de lá para cá nos correspondemos, com certa freqüência. Ele é um dos articulistas da Revista O Consolador e amigo do diretor responsável, o confrade Astolfo Olegário. Certa vez Jorge pediu-me que passasse a enviar artigos para que pudessem ser veiculados na Revista, o que me deixou feliz, pois a considero uma das melhores revistas Espíritas do país e do mundo, tanto por sua seriedade como por sua competência.

12. Em seu artigo "A Fala e a Escrita Espírita: uma reflexão", que nossos leitores já encontram em nosso site, você menciona a responsabilidade que cada um de nós deve ter diante das palavras. Na maioria das vezes palavras ofensivas e maledicentes, causam grandes danos e até mesmo desequilíbrio ao ofendido. Como recuperar o equilíbrio do indivíduo que ja passou por esta situação?

Aqui tornamos a pensar na questão do orgulho. Gandhi dizia que não precisava perdoar, pois nunca se sentia ofendido. E imagine quantas vezes tentaram ofendê-lo! As forças do mal são em grande número e aquele apóstolo do Amor deve ter recebido inúmeras farpas em sua alma. Porém, elas não o atingiam, pois se tratava de um Espírito dócil, amoroso, simples, humilde. Esta seria a meta maior, que ainda precisamos atingir.

Aos que ainda se ofendem com as palavras dos outros, um trabalho precisa ser realizado – o do perdão. A lição inesquecível de Jesus para o amigo Simão Pedro, fala sobre isso: “Não te digo que perdoarás até sete; mas até setenta vezes sete vezes” (Mateus.18:22)

Hoje sabemos, não apenas pela lente Espírita, mas também pelas ciências humanas, que o perdão é atitude profilática, pois impede que determinadas patologias se instalem no corpo. Oras, perdoar é atitude de inteligência!

Neste artigo busco refletir sobre a responsabilidade dos ofensores - os que desrespeitam seus irmãos e a Doutrina que dizem abraçar. Estes foram assinalados por Jesus, na passagem em que Ele afirma que “é preciso que haja escândalos, mas ai de quem os provocar!” (Lucas 17,1).

13. Você é tanatóloga. Defina Tanatologia.

Tanatólogo (a) é aquele (a) que auxilia as pessoas que estão vivenciando processos da morte, com acolhimento, num atendimento humano, amoroso. Ele tanto pode atuar nas questões da preparação do corpo para o ritual de funeral, como também pode ser aquele que auxilia pessoas em processo de morte física, assim como seus familiares, através de suas ‘profissões de base’ (médicos, psicólogos, enfermeiros, etc.). Pode ser ainda aquele que atua dentro dos portões da religião que abraça, oferecendo apoio espiritual/ psicológico de que estas pessoas tanto precisam neste grave momento.

14. Nos conte mais sobre a Tanatologia.

A Tanatologia é ciência da vida e da morte que visa humanizar o atendimento aos que estão sofrendo perdas graves.

O tema morte é um tabu no Ocidente. Muitos sentem dificuldade em discutir este assunto -  embora seja a única certeza comum a todos -  pois isso gera angustia, medo, incertezas. É como se a morte fosse um fracasso, um erro que deve ser escondido, abafado.

Entretanto, falemos sobre ela ou não, o certo é que todos passaremos por esta experiência, podendo ser ela menos ou mais dolorosa.

Outro ponto importante é que, quando nos debruçamos sobre as questões da morte, passamos, invariavelmente, a refletir sobre as questões da vida: sobre o tipo de vida que levamos, seus desdobramentos, seus limites e possibilidades.

Além disso, tratar do tema ‘morte’ não se resume à perda do corpo físico, de um ente querido, de uma pessoa, mas se refere a todas as perdas que ocorrem em nossas vidas, sejam elas materiais ou emocionais,onde temos relação de afeto importante e que pode vir acarretar lutos patológicos, quando não forem bem elaborados.

15. Como surgiu seu interesse por este tema?

No ano de 2009 precisei trancar minha matrícula na Universidade por conta de problemas com a saúde de meu pai. Na época, estava ele em ‘estado terminal’, segundo os médicos. Como ele sofre de Alzheimer, estávamos todos passando pelo que chamam de “luto antecipatório’, pois ele, embora ainda habitando seu corpo, apresentava personalidade totalmente estranha. (é como se já não estivesse conosco).

Creio que quando nos vemos diante de determinados desafios, precisamos buscar desenvolver ferramentas para darmos conta deles.

Naquela época, nos finais de semana conseguia algum tempo - graças ao apoio de meu companheiro e filhos – então decidi fazer um curso de extensão universitária em Tanatologia, na USP, na faculdade de Medicina, junto da equipe do Dr Franklin Santos. Lá aprendi muito sobre as questões da morte e do morrer, numa visão multidisciplinar. Em pouco tempo passei a colocar em pratica meu aprendizado Espírita (digo que este é o principal e mais completo de todos) aliado às questões da Psicologia e da Tanatologia e tive ótimos resultados em casa.

Hoje meu pai continua morando comigo e a cada dia temos tido aprendizados valiosos. Sabemos que a luta é complexa e longa, mas a força que surge destes saberes aliado á prática, dá-nos compreensão, forças e calma diante dos problemas.

16. Como é ser atuante divulgadora da Doutrina Espírita?

Tenho uma querida amiga que vez ou outra me diz: “Claudia, a Doutrina é o meu remédio”. Ela tem razão. Também eu preciso da Doutrina, deste aprendizado, deste trabalho. Ela é o meu remédio - imprescindível para meu caminhar na Terra. Hoje não me vejo mais sem tais práticas, sendo que divulgar esta luz é, sem duvida, aumentar o bem no mundo, dando novos passos na direção do Pai.

Certa vez ouvi, numa belíssima palestra do médico espírita, Dr André Luiz Peixinho, realizada no Simpósio Internacional de Pedagogia Espírita, em São Paulo, que o “ser Espírita’ é maior do que ‘ser médico’, ou ‘ser advogado’, etc. pois o Espiritismo compreende a base de tudo, o alicerce que nos faz ser este ou aquele médico, este ou aquele advogado. Também penso assim.

17. O que é ser espírita em sua opinião?

Sempre digo que o Espiritismo, para mim, é muito mais que uma Doutrina filosófico-científica com desdobramentos morais/religiosos. Ela é um modo de viver, um modo de estar no mundo.

Amo a Doutrina que abraço, amo Jesus e seus ensinamentos e tenho aprendido com ambos (embora com certas dificuldades, confesso), a amar meu próximo. Tem sido uma experiência maravilhosa!

18. O que você diria para as pessoas que passam por momentos de dificuldades e provações em suas vidas?

Gosto muito da frase do escritor Catulo da Paixão Cearense, quando diz que “a dor é como um relâmpago: no escuro, assusta a gente, mas alumia os caminhos”.

Pode ser que fiquemos assustados, com medo do que precisamos enfrentar. Entretanto, se aprendermos a ter os “olhos de ver” que Jesus nos explicou há 2000 anos, conseguiremos perceber a luz que nos indicará os melhores caminhos.

O recurso da prece, da caridade e dos estudos evangélicos, nos dará a visão espiritual de que precisamos, promovendo equilíbrio em todos os momentos de nossas vidas – tanto nos agradáveis como nos mais difíceis.

‘Armados’ destes recursos salutares, façamos sempre o nosso melhor diante da demanda. Se ainda assim os resultados não são aqueles esperados para o momento, aguardemos, com confiança, com fé. Certamente Deus tem planos importantes que logo poderão ser melhor compreendidos.

19. Deixe suas últimas palavras para nossos leitores.

Conhecer, compreender e manter a mensagem enviada por Jesus à Terra em sua forma original, respeitando suas diretrizes, inclusive no que se refere à progressão dos conhecimentos relacionados, é compromisso de todo espírita-cristão.

Somos todos divulgadores, seja através de nossas palavras ou de nossas ações.

Que possamos todos juntos fazer o nosso melhor, com responsabilidade, com amor, sempre... e que possamos comemorar, em breve tempo, a chegada do Reino em nós e no mundo, em nome de Jesus!

 

 

 

 

 

 

Ler mais no artigo: “Chico Xavier e a Divulgação da Doutrina Espírita: as Obras Complementares Confiáveis e o Movimento Espírita Brasileiro, na atualidade, disponível em http://claudiagelernter.blogspot.com/2009/10/chico-xavier-e-divulgacao-da-doutrina_29.html


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