Entrevistas

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Foco na comunicação social espírita

Detalhes de bem comunicar são apresentados com alta competência

Nossa entrevista é Graduada em fonoaudiologia, especialista em docência universitária, instrutora de cursos no SENAC, nasceu em Jataí e reside em Goiânia, ambas cidades do estado de Goiás. Diretora de Comunicação Social da Federação Espírita do Estado de Goiás e Assessora da área de CSE das Comissões Regionais do CFN da FEB, é espírita desde 1990. Em preciosas respostas, a empolgante temática desperta muito interesse.

 

1 - De onde o gosto pela Comunicação?

Nasci e fui criada como católica. Tive a felicidade de conhecer a Doutrina Espírita da melhor forma possível, participando de um grupo do ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita na Feego, no ano de 1990. Em 1991 participei de um curso de formação de expositores espíritas, naquela época sob a coordenação de Luiz Signates, com quem muito aprendi. Comecei a partir de então a auxiliar no departamento de comunicação da federativa. A convivência com o Signates, um grande comunicador, despertou em mim esse amor pela área da divulgação da Doutrina. Por outro lado, sempre que penso o quanto o conhecimento espírita nos faz bem, muda-nos as concepções, nosso modo de ser e entender a vida, sinto como dever de todo espírita apresentar à sociedade essa beleza de ensinamentos, no sentido de oferecer algo que definitivamente contribuirá com qualquer indivíduo, independentemente de sua crença.

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“A inclusão das crianças especiais na sala de aula é o maior desafio

A educadora carioca fala sobre as crianças especiais e os desafios da inclusão bem como seus desdobramentos, à luz da ciência e do Espiritismo

Psicóloga, professora associada da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense e doutora em Educação pela PUC/SP, Cristina Maria Carvalho Delou (foto), nascida e residente no Rio de Janeiro, integra o Grupo Espírita Fabiano, no qual é diretora do Departamento de Evangelização Infanto-Juvenil. De família espírita, tem trabalhos publicados na área profissional, atua na instituição espírita com crianças, jovens e adultos e também em palestras e grupos de estudos.

O Consolador: Por que seu interesse na temática crianças especiais?
Eu sempre quis ser professora e descobri muito cedo que as crianças têm ritmos diferenciados de aprendizagem. Eu comecei a evangelizar no Grupo Espírita André Luiz quando tinha 12 anos, sob a supervisão da minha tia Icléa, professora e responsável pela evangelização infantil na época. Enquanto algumas crianças eram capazes de contar a história do nascimento de Jesus na mesma aula, outras chegavam ao final do ano como se nunca tivessem ouvido falar em Jesus. Eram crianças de 5, 6 anos, ou seja, do Jardim, e isto me marcou profundamente. Quando decidi pela Psicologia, procurei conhecer o que havia de atendimento para crianças com deficiência intelectual (APAE, Pestalozzi, Centro Educacional Deolindo Couto, Clínica das Amendoeiras, entre outras). Formei-me e comecei logo o mestrado em Educação na UERJ. Lá fui convidada pela professora Marsyl a participar de um grupo de pesquisa com alunos superdotados. Fiquei e vejo que esta área é tão cheia de preconceitos como a das crianças com deficiência. Estou nela até hoje.

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Centro e Escola integrados com orientação de Chico Xavier

Médium orientou fundação de escola no mesmo espaço da atividade espírita

Nosso entrevistado é conhecido nacionalmente. Natural de Anápolis-GO e radicado em Araguari-MG há muitos anos, Jamiro é escritor com vários livros publicados e palestrante em todo o Brasil. Integrando equipe do Centro Espírita Nosso Lar, que completou 25 anos, relata experiência inspirada pelo médium Chico Xavier que integra escola e atividade espírita.

1 - Quando surgiu o CENTRO ESPIRITA NOSSO LAR e como foi?
Em 1985 eu e minha esposa Luci realizávamos semanalmente o Evangelho no lar. Aos poucos a minha família começou a participar, e em pouco tempo o espaço já estava totalmente ocupado. Surgiu, então, a sugestão de fundação de uma Casa. No inicio de 1986, mensagens dos Amigos Espirituais afirmavam que a família, antes de reencarnar, havia assumido o compromisso de abrir uma Casa Espírita. Assim, diante da revelação, em fevereiro de 1986 foi fundado o Centro Espírita Nosso Lar.

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José do Carmo Rodrigues é casado, pai de Daniel e Érica, nascido em Itu, no interior de São Paulo e reside atualmente na cidade de São Paulo.

É espírita estudioso da Doutrina Espírita e palestrante, e atua profissionalmente como professor universitário.

Está concluindo o curso de Ciências da Religião, pela Universidade Metodista de São Paulo e realiza uma pesquisa acadêmica Sobre Conversão ao Espiritismo. Acompanhem a entrevista exclusiva ao nosso site.

 

  1. É espírita há quanto tempo e como entrou para o Espiritismo?

Sou espírita desde que nasci; Nasci em um lar espírita.

Qual Casa Espírita é vinculado?

Associação Espírita Cabaninha de Antonio de Aquino, em Itu/SP.

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"O Espiritismo é o ar que respiro", diz Robson Pinheiro

O escritor Robson Pinheiro concede entrevista esclarecedora e responde aos seus críticos com determinação: "Como nosso compromisso é com o espiritismo — e não com os espíritas ou com a leitura que muitos fazem do espiritismo —, considero-me fiel ao mandato a mim confiado."  (Nas imagens, Robson Pinheiro detalhe da capa do livro Legião, de sua autoria)

(Entrevista a Manoel Fernandes Neto)

Por que alguns irmãos do movimento espírita classificam seu trabalho de umbandista e não doutrinário? Você pode comentar esta questão?

Primeiramente, é preciso esclarecer que umbandista não se opõe a doutrinário, se entendermos doutrinário como atinente ao espiritismo. Afinal, um trabalho pode ser coerente com a doutrina de umbanda, e não com a doutrina espírita.

No meu caso, entretanto, não conheço acerca de doutrina de umbanda, nem tampouco qualquer linha de meus livros versam sobre esse tema. Ou seja, nem eu conheço o assunto nem os espíritos que escrevem através de mim abordam doutrina umbandista. Afinal, sou espírita, minha formação é espírita e o compromisso meu e dos espíritos que me dirigem é com o espiritismo. E aí a questão proposta esbarra em algo maior, para o qual devo me alongar a fim de procurar ser mais claro.

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Orson Peter CaIvanildo Fernandesrrara -  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

MIEP movimenta o Estado da Paraíba

Evento, em sua 39ª. edição, oferece programação de qualidade durante o carnaval

O Movimento de Integração Espírita Paraibano – mais conhecido por MIEP –, sempre realizado no período do carnaval, é abordado por nosso entrevistado. Ivanildo é Professor da UFCG, lotado no Departamento de Engenharia de Produção, Graduado em Desenho Industrial, mestre em Administração, Doutorando em Recursos Naturais. Nasceu em Patos e atualmente reside em Campina Grande, sede do evento, no conhecido estado nordestino. Vinculado à Associação Municipal de Espiritismo – AME-CG, atualmente no cargo de Diretor-Presidente, é espírita desde 1986.

1- O que é o MIEP? Quando começou a ser realizado? E foi fundado por quem?

O MIEP é um encontro que se realiza anualmente durante o período de carnaval, tendo como objetivo principal integrar a comunidade espírita, difundir e debater os temas relevantes e atuais, abordando aspectos referentes à ciência, filosofia e religião e sobretudo divulgar o Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita.

O MIEP começou com um grupo de jovens espíritas de nossa cidade, liderado por Roberto Vilarim, presidente da então Liga Espírita Campinense, que na companhia de Santana Florindo, Paulo Robson, Ana Florindo, Silvio Nery, Antônio de Lima, José Nicolau de Araujo, buscavam uma alternativa de ocupação para o período das festividades do carnaval, já que naquela época a cidade ficava muito agitada, tendo o primeiro MIEP acontecido no ano de 1974, no Centro Espírita Varões do Senhor, com incentivo dos Srs. Luiz Tavares, Chico e Creuza da UFE.

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FOCALIZANDO O TRABALHADOR ESPÍRITA

Entrevista concedida a Ismael Gobbo para o blog http://ismaelgobbo.blogspot.com

Rita de Cássia Ramos CordeiroA entrevistada Rita de Cássia Ramos Cordeiro é atuante trabalhadora do movimento espírita residente na cidade de Itú, SP.  De longa data se  dedicando ao trabalho voluntario em  atividades diversas, ultimamente ampliou-as no campo da divulgação através do  Instituto Beneficente Chico Xavier do qual é uma das fundadoras. Com muita garra, senso de responsabilidade e idealismo,  Rita de Cássia dá-nos o bom exemplo de seareia comprometida com a propagação da doutrina codificada por Kardec sob  inspiração de Jesus.

Rita pode nos fazer sua autoapresentaçao?
Meu nome é Rita de Cássia Ramos Cordeiro, nasci em Presidente Prudente, interior do Estado de São Paulo, no dia 15 de Novembro de 1966. Sou filha de Rubens Prado Ramos e Iris de Oliveira Ramos. Nasci numa família de cinco irmãos - quatro homens, sendo eu a caçula e única mulher. Por volta de 1970, quando tinha quatro anos, minha família mudou-se para Sorocaba, onde permanecemos por três anos. Em seguida viemos para Itu, cidade na qual cresci e resido até os dias de hoje. Em 1996 casei com Benedito Roberto Cordeiro, um colega de trabalho, da empresa que eu trabalhava na época. Temos um filho de 10 anos, chamado Jonathan.

Qual a sua formação acadêmica e profissional?
Conclui o antigo Colegial, atual ensino Médio. Sempre trabalhei na área administrativa. Em meu último emprego, numa fábrica de Colchões, trabalhei por 14 anos, como faturista e encarregada de cobrança. Saí deste emprego em 2003, para definitivamente me envolver com o voluntariado, onde permaneço até hoje, contabilizando, ao todo, 13 anos na área.

 

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Divaldo Pereira Franco comenta sobre seus contatos Divaldo Pereiran Francocom Francisco Cândido Xavier acerca do mediunato e da obra do missionário homenageado pelo Centenário de Nascimento.

Entrevista com: Divaldo Pereira Franco

Reformador: Como foi seu primeiro encontro com Chico Xavier?
Divaldo: No mês de março de 1948, convidado pelo confrade Ederlindo Sá Roriz, a visitar Belo Horizonte, durante as minhas férias de funcionário autárquico – foi ele quem me induziu a proferir a primeira palestra na União Espírita Sergipana, no dia 27 de março de 1947, quando residia em Aracaju, e eu era seu hóspede – porque ele fora transferido com a família para a capital mineira, após aceitar-lhe o convite, em lá chegando, no dia imediato, tive a imensa alegria de conhecer o venerando médium Chico Xavier, em um encontro inolvidável. Já nos correspondíamos epistolarmente desde alguns meses...

Naquela época, habitualmente, às terças-feiras, Chico Xavier visitava a família da dona Lucília Cavalcanti, viúva e fotógrafa, residente na Rua Tupinambás, no 330, térreo (“Foto Minas”), naquela cidade, a quem era profundamente vinculado, especialmente em razão do afeto espiritual que dedicava ao jovem Carlos Cavalcanti, que então fundara e dirigia a União das Mocidades Espíritas Nina Arueira. Às 17h, com um grupo de amigos, entre os quais, Ederlindo Sá Roriz, Arnaldo Rocha e José Martins Peralva Sobrinho, vimos chegar, procedente de Pedro Leopoldo, o afável amigo, que logo saltou e pôs-se a abraçar-nos a todos, que formávamos, à porta de entrada, um semicírculo... Jovialmente saudou-me e, segurando-me pelo braço, convidou-nos a adentrar na residência que lhe era querida.

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Jovem espírita quer saber

Livro reúne 25 escritores e responde dúvidas da juventude espírita
Com lançamento previsto para abril, obra reúne questionamentos de mocidades espíritas do estado do Rio de Janeiro. Sobre o assunto, Flávio, natural de Piabetá, Magé-RJ, onde também reside, é Diretor Presidente do Centro Espírita Cultivadores do Evangelho. Formado em Administração de Empresas, atua junto ao Lar Fabiano de Cristo, como Assistente Financeiro.

1 - De onde surgiu e como se chama o projeto de publicação de um livro com temas e perguntas sugeridas pelos jovens?
Surgiu de um convite feito pelo meu grande amigo Celso Pinheiro, Vice-Presidente da Editora Lorenz e Presidente do Grupo Espírita Esperantista Hora da Paz. Inicialmente, pretendíamos elaborar um livro todo escrito pela juventude; entretanto, o projeto foi ganhando uma outra roupagem, quando decidimos que os jovens deveriam questionar (à semelhança do que fez Kardec) sobre assuntos ligados ao seu interesse, enquanto outros deveriam responder. Daí o nome do projeto e do livro: “O Jovem Espírita quer Saber”.

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Luiz Gonzaga PinheiroLuiz Gonzaga Pinheiro é natural de Fortaleza-CE, onde exerce a profissão de professor da rede Estadual e Municipal de Ensino no Estado do Ceará. É casado com Romélia e tem dois filhos, Victor Emmanuel e Lívia. Além de sua atividade profissional, é palestrante e doutrinador no Centro Espírita Grão de Mostarda,  e também escritor de 24 livros publicados.

1- Há quanto tempo é espírita?
Reencontrei o Espiritismo há mais de 40 anos. Digo reencontrei, pois nunca tive dificuldade de entender e de admirar seus postulados.

2- Como você conheceu o Espiritismo?
Conheci o Espiritismo por curiosidade. Desde pequeno, apesar de ter nascido em família católica, sempre quis conhecer as atividades de uma casa espírita. Na adolescência realizei este desejo

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Conhecendo o PROJETO CRIANÇA

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Cidade do interior paulista tem exemplo de atuação em favor da criança

Nossa entrevistada é coordenadora de Educação Espírita no Grupo da Fraternidade Espírita Irmão Batuíra, em São Carlos, interior paulista, onde reside. Natural de São Joaquim da Barra, é professora universitária e traz detalhes da iniciativa a que se vincula junto com outros companheiros.

1 - O que é o PROJETO CRIANÇA?
O projeto criança é um trabalho de assistência à criança em situação de risco social e seus familiares, com atividades de reforço escolar, evangelização infantil, socialização e profissionalização.

2 - Quando foi fundado e por quem? Quais os objetivos?
Foi fundado em julho de 1999, pelo GFEI Batuíra, após convocação da espiritualidade da casa para  a retomada do princípio de auxílio à criança, que é um dos compromissos do Movimento da Fraternidade, no Brasil, do qual o grupo faz parte. Seus objetivos são o trabalho integrado em três vertentes principais: a evangelização cristã, o incentivo ao trabalho e aos estudos.

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