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De fato, há que se estudar a resignação para que a paciência não a venha trazer resultados contraproducentes.

Um lavrador suportará corajosamente aguaceiro e granizo na plantação, mas não se acomodará com gafanhoto e tiririca.

Habitualmente, falamos em tolerância como quem procura esconderijo à própria ociosidade. Se nos refestelamos em conforto e vantagens imediatas, no império da materialidade passageira, que nos importam desconforto e desvantagens para os outros?

Esquecemo-nos de que o incêndio vizinho é ameaça de fogo em nossa casa e, de imprevisto, irrompem chamas junto de nós, comprometendo-nos a segurança e fulminando-nos a ilusória tranqüilidade.

Todos necessitamos ajustar resignação no lugar certo.

Se a Lei nos apresenta um desastre inevitável, não é justo nos desmantelemos em gritaria e inconformação. É preciso decisão para tomar os remanescentes e reentretecê-los para o bem, no tear da vida.

Se as circunstâncias revelam a incursão do tifo, não é compreensível cruzar os braços e deixar campo livre aos bacilos.

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As almas ingressam nas responsabilidades que procuram para si mesmas.

Segundo talhamos o nosso perfil moral, angariamos os favores das oportunidades de serviço diante das Leis Universais.

Ninguém foge aos estigmas da viciação com que sulca a estrutura da própria vida. Paz significa vitória da mente sobre os seus próprios atributos.

Resguardemos, assim, a vida mental, na certeza de que o teor da nossa meditação condiciona a altura da nossa tranqüilidade.

Nada ocorre conosco sem resultado específico.

Teimosia no erro – conta agravada.

Ausência de disciplina – débito permanente.

Remorso – aviso da consciência.

Multiformes ocorrências no mundo interior anunciam constantemente o clima de nossa escolha.

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"Vigiai e orai, para não cairdes em tentação." - Jesus. (Mateus, 26:41).

As mais terríveis tentações decorrem do fundo sombrio de nossa individualidade, assim como o lodo, mais intenso, capaz de tisnar o lago, procede do seu próprio seio.

Renascemos na Terra com as forças desequilibradas do nosso pretérito para as tarefas do reajuste.

Nas raízes de nossas tendências, encontramos as mais vivas sugestões de inferioridade. Nas íntimas relações com os nossos parentes, somos surpreendidos pelos mais fortes motivos de discórdia e luta.

Em nós mesmos podemos exercitar o bom ânimo e a paciência, a fé e a humildade. Em contacto com os afetos mais próximos, temos copioso material de aprendizado para fixar em nossa vida os valores da boa-vontade e do perdão, da fraternidade pura e do bem incessante. Não te proponhas, desse modo, atravessar o mundo, sem tentações.

Elas nascem contigo, assomam de ti mesmo e alimentam-se de ti, quando não as combates, dedicadamente, qual o lavrador sempre disposto a cooperar com a terra da qual precisa extrair as boas sementes.

Caminhar do berço ao túmulo sob as marteladas da tentação, é natural. Afrontar obstáculos, sofrer provações, tolerar antipatias gratuitas e atravessar tormentas de lágrimas são vicissitudes lógicas da experiência humana.

Entretanto, lembremo-nos do ensinamento do Mestre, vigiando e orando, para não sucumbirmos às tentações, de vez que mais vale chorar sob os  aguilhões da resistência que sorrir sob os narcóticos da queda.

Emmanuel - psicografia de Chico Xavier

Efetivamente, muitos são os problemas que nos assediam a existência. Dificuldades que não se esperam, tribulações que nos espancam mentalmente de imprevisto, sofrimentos que se instalam conosco sem que lhes possamos calcular a duração, desajustes que valem por dolorosos constrangimentos.

Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero.

Tens contigo uma chave bendita, a chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que se pretendes chegar.

Nada perderás, deixando falar alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária; em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; não sofrerás prejuízo em te calando nesta ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígios ou preterição; jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros.

Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através de pequenos gestos de tolerância e bondade, e o programa de trabalho a que a vida nos dedique ganhará absoluta eficiência de execução.

Seja na vida particular ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação.

Tenta a humildade.

Emmanuel / Chico Xavier – “Mãos unidas”

“... A obediência e a resignação, duas virtudes companheiras da doçura, muito ativas, embora os homens as confundam erradamente com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão, a resignação é o consentimento do coração...”

A subserviência pode esconder falta de iniciativa, passi­vidade indesejável, complexo de inferioridade e uma imaturi­dade de personalidade.

Obedecer não é negar a vontade e o sentimento, mas exercitar o próprio poder de escolha para cooperar com os outros na produção de algo maior e melhor do que aquilo que se faria sozinho.

Assim considerando, a obediência deve ser uma postura in­terna, racional, lógica, compreensiva e a mais consciente possível.

Os problemas do servilismo ou da subserviência nas cria­turas foram gerados em muitas circunstâncias na infância, quando pais instigavam o medo e a ameaça como forma de obter obediência dos filhos. Trata-se de um propósito cômodo e muito rápido, mas contra-indicado na complexa tarefa de educar.

Adultos que herdaram tal formação familiar, se não fo­rem espíritos maduros e decididos, com farta bagagem espiri­tual e valores desenvolvidos, poderão viver com essa “intrusão educacional”.

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Não sei dizer se a vida nos cansa ou se nós é que nos sentimos fadigados às  vezes da existência. Nos repetimos sempre. Ou quase. E nos lamentamos desse  dia-a-dia onde nos levantamos, trabalhamos, regressamos e descansamos para  no dia seguinte recomeçarmos.

Mas é essa a vida e muitos não aceitariam mudança nenhuma se a oportunidade  lhes fosse oferta. Ter que recomeçar alguma coisa abala muita gente, pois  mesmo a vida corriqueira e imutável causa segurança. Conhece-se os caminhos,  os atalhos, os desvios, as curvas a serem evitadas.

A consciência de ter que recomeçar é que nos faz sofrer, duvidar, temer.

Medimos nossa capacidade e com bastante frequência... nossa incapacidade! Se  não medirmos nada, avançaremos como as crianças avançam nos primeiros  passos, titubeantes, mas orgulhosos.

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Não sei dizer se a vida nos cansa ou se nós é que nos sentimos fadigados às  vezes da existência. Nos repetimos sempre. Ou quase. E nos lamentamos desse  dia-a-dia onde nos levantamos, trabalhamos, regressamos e descansamos para  no dia seguinte recomeçarmos.

Mas é essa a vida e muitos não aceitariam mudança nenhuma se a oportunidade  lhes fosse oferta. Ter que recomeçar alguma coisa abala muita gente, pois  mesmo a vida corriqueira e imutável causa segurança. Conhece-se os caminhos,  os atalhos, os desvios, as curvas a serem evitadas.

A consciência de ter que recomeçar é que nos faz sofrer, duvidar, temer.

Medimos nossa capacidade e com bastante frequência... nossa incapacidade! Se  não medirmos nada, avançaremos como as crianças avançam nos primeiros  passos, titubeantes, mas orgulhosos.

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Auxiliemo-nos para sermos auxiliados. Se algum companheiro perde a força do ideal, sejamos aquele suporte de amor que o escore na travessia do desânimo, a fim de que o vejamos refeito para bênção do Serviço.

Se outro sofre provações ou privações de qualquer natureza, sejamos nós o apoio sobre o qual se mantenha para atingir novamente a segurança precisa.

Se outro se desgoverna na sombra da irritação, façamo-nos, junto dele, o silêncio e a prece capazes de repô-lo na rearmonização necessária.

Se outro ainda nos pareça indiferente ou distante, envolvamo-lo em calor de entendimento e ternura, a fim de que volte ao clima da paz e da eficiência em louvor do Cristo.

Em síntese, convertamo-nos, por amor, em suplementações uns dos outros, no levantamento do bem, de vez que, assim agindo, estaremos  glorificando a bendita herança do trabalho que Jesus nos legou, não somente ofertando-lhe o rendimento justo, mas, também, cumprindo o excelso programa de nosso Divino Mestre, quando nos exortou:

- Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.

(Obra: Mais Luz - Chico Xavier/Batuíra)

Ninguém poderá carregar o fardo das suas dores. Eduque-se com o sofrimento.

Ninguém lhe entenderá os problemas complexos da existência. Exercite o silêncio.

Ninguém seguirá com você indefinidamente. Acostume-se com a solidão.

Ninguém acreditará que as suas aflições sejam maiores do que as do vizinho. Liberte-se delas com o trabalho de autoiluminação.

Ninguém responderá pelos seus erros. Tenha cuidado no proceder.

Ninguém suportará suas exigências. Adira à brandura e à simplicidade.

Ninguém o libertará do arrependimento após o crime. Medite na paciência e domine os impulsos.

Ninguém compreenderá seus sacrifícios e renúncias para a manutenção de uma vida modesta e honrada. Persevere no dever bem cumprido.

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Madre Teresa de Calcutá, que foi Prêmio Nobel da Paz, entre tantos exemplos, deixou também escritos de grande valor.

Escreveu ela: Você sabe qual é o dia mais belo? Hoje.

Tinha razão. Nada se iguala ao dia que se está vivendo. O ontem é passado. Já nos trouxe a experiência e o amanhã ainda não é realidade.

E a coisa mais fácil? Equivocar-se. Com certeza. Quantas vezes, no mesmo dia, cometemos erros? Por pressa, damos informações incorretas. Por descuido, fazemos uma anotação indevida. E assim por diante.

Qual é o presente mais belo? O perdão.

Sim, o perdão é sempre extraordinário para quem o recebe e que, normalmente, aguarda ansioso por isso, desejando de alguma forma se redimir da falta praticada.

É suficiente que lembremos como ficamos preocupados quando ferimos um amigo e aguardamos a chance de nos ver de novo ao lado dele, para, de alguma forma, compensar o que fizemos de errado.

Quais as pessoas mais necessárias? Os pais.

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A paciência vive na base de todas as boas obras.

Acalentarás sublime ideal; contudo, se não tens paciência de realizá-lo...

Sonhas cumprir elevada missão; mas, se não tens paciência de sofrê-la...

Levantarás preciosa instituição; contudo, se não tens paciência de sustentá-la...

Queres a felicidade no lar; mas, se não tens paciência de construí-la...

Planejas belo futuro para teu filho, contudo, se não tens paciência de educá-lo...

Aspiras determinada profissão; mas, se não tens paciência de aprendê-la...

Sem paciência, os mais altos projetos resultam em frustração.

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Quando dói o coração, todo o corpo dói.

Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem? Por que nos damos tanto, nos entregamos tanto, nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?

Deveríamos aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e nos satisfazer dessa visão, como quem se fascina com uma miragem. Mas não nos satisfaz olhar. Humanos que somos, precisamos absolutamente sentir, ao risco de nos afogar... e mergulhamos inteiramente.

E, vida afora, vamos mergulhando em promessas de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas. Não nos questionamos sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.

Dói... dói... dói e dói!... Mas isso não vai nos impedir de continuar, não vai nos impedir de viver. Pedaços de nós são ainda partes de nós e ninguém disse que precisamos chegar à velhice inteiros e sem marcas.

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Somos como ferramentas nas mãos de um carpinteiro.

A princípio, apenas ferramentas frias e sem manuseio, mas com o passar do tempo e com a capacidade do carpinteiro as ferramentas tornam-se indispensáveis para a construção de uma obra.

Assim o carpinteiro pega as suas ferramentas e começa seu trabalho, dia após dia, até que com a ajuda de suas ferramentas tão importantes para a construção de sua obra, lá está a arte de acreditar no que faz.

Assim somos nós, as ferramentas do carpinteiro e este carpinteiro em nossa vida é Jesus, a princípio estamos lá sem utilidade porque ainda não aprendemos a nos colocar a disposição para os ensinamentos de Jesus e assim nos tornamos descrentes da sua importância em nossa vida.

Quando percebermos que ser apenas ferramentas não nos levará a nenhum lugar, vamos enfim, entender que o carpinteiro Jesus sempre esteve a nossa disposição para executar obras maravilhosas em nossa vida.

Desta forma acreditando em nosso potencial de desenvolver e principalmente praticar o bem, chegaremos a conclusão de que a vida nada mais é do que uma eterna obra a ser construída, com muito trabalho e confiança e dedicação dia após dia.

Não queira ser apenas ferramenta, mas sim, a contribuição para que se faça a melhor obra.

Fonte: www.gotasdepaz.com.br

Existe um tempo em nossa vida em que tudo nos parece mais difícil, nos sentimos totalmente perdidos e sem um rumo certo a seguir.

Esta incerteza de seguir é porque não acreditamos em nós e em nossa capacidade de seguir firmes diante dos atropelos da vida.

Quando acreditamos em nós e em nossa capacidade, temos muito mais coragem e força para superar todas as dificuldades.

Não devemos esmorecer diante de nossa própria existência, porque assim deixamos de lutar e as nossas lutas nada mais são do que a nossa evolução e o nosso aprimoramento.

Quando acreditamos que podemos vencer, vencemos e é com este pensamento que devemos encarar todos os obstáculos que a vida nos oferece, porque somente desta forma, chegaremos vencedores ao final desta trajetória terrena.

Acredite sempre, nunca coloque em dúvida o potencial Divino que cada um de nós possuímos e é este potencial que nos fará vencedores.

Fonte: www.gotasdepaz.com.br

“E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais?” – João, 1:3

A vida em si é conjunto divino de experiências.

Cada existência isolada oferece ao homem o proveito de novos conhecimentos. A aquisição de valores religiosos, entretanto, é a mais importante de todas, em virtude de constituir o movimento de iluminação definitiva da alma para Deus.

Os homens, contudo, estendem a esse departamento divino a sua viciação de sentimentos, no jogo inferior dos interesses egoísticos.

Os templos de pedra estão cheios de promessas injustificáveis e de votos absurdos.

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