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“Aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.” – Jesus (João, 3:3)

A própria Natureza apresenta preciosas lições, nesse particular. Sucedem-se os anos com matemática precisão, mas os dias são sempre novos. Dispondo, assim, de trezentas e sessenta e cinco ocasiões de aprendizado e recomeço, anualmente, quantas oportunidades de renovação moral encontrará a criatura, no abençoado período de uma existência?

Conserva do passado o que for bom e justo, belo e nobre, mas não guardes do pretérito os detritos e as sombras, ainda mesmo quando mascarados de encantador revestimento.

Faze por ti mesmo, nos domínios da tua iniciativa pela aplicação da fraternidade real, o trabalho que a tua negligência atirará fatalmente sobre os ombros de teus benfeitores e amigos espirituais.

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Em setembro de 1995, um jornal publicou uma interessante história.

Tratava-se de uma jovem que, sem objetivos na vida, começou a achar que tudo estava contra ela. Ficou deprimida e pensou em se suicidar.

Tentou uma vez, em um hotel, mas a camareira entrou e chamou socorro a tempo. Ela foi salva.

Quando saiu do hospital, continuou com o firme propósito de acabar com a vida. Começou a estocar remédios. Às vezes, começava a olhar para o teto, procurando um lugar para colocar uma corda e terminar com tudo.

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Acabou a festa, como acabou o ano. Muito longe deter tudo renovado nesse primeiro dia, começamos já cansados. Passamos o ano, deixamos o velho pra trás, mas viemos com nossas bagagens. Nada muda, senão essa esperança que se apega a nós de que alguma coisa será diferente daqui pra frente.

Das culpas que carregamos do que passou, poucas assumimos. É a crise, é a vida, é a sociedade e é assim. A vida é essa batalha que se dá a cada dia e cada amanhecer é uma vitória sobre o dia passado. Somos carregados pela massa, levados pela água que não controlamos e nos tornamos sobreviventes.

O que pode fazer diferença entre o ano que passou e o que começa não são as horas, nem a cor do céu ou a chuva e o sol que continuam incansavelmente os mesmos. A única coisa que pode fazer diferença de um dia para o outro, de um ano para o outro, de uma situação para outra, somos nós mesmos.

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Se um dia ao acordar, você encontrasse ao lado de sua cama, um lindo pacote embrulhado com fitas coloridas, com certeza o abriria para ver o que haveria dentro.

Talvez houvesse ali algo de que você nem gostasse muito. Então guardaria a caixa, pensando no que fazer com aquele presente.

Mas, no dia seguinte, lá está outra caixa. Mais uma vez você abre correndo e, dessa vez, há alguma coisa da qual goste muito.

Uma lembrança de alguém distante, uma roupa que viu na vitrine, um casaco para os dias de frio ou simplesmente um ramo de flores de alguém que se lembrou de você.

Isso acontece todos os dias, mas nós nem percebemos.

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Deus poderia ter escolhido outras maneiras para que Jesus viesse ao mundo. Mas Ele, na sua infinita sabedoria, escolheu a maneira mais simples: através de uma família.

A família é, no propósito de Deus, uma bênção. Quando a criação estava terminada, Ele ainda achou que faltava alguma coisa. E, olhando para Adão, disse: "Não é bom que o homem esteja só." Assim criou Deus a mulher e a uniu ao homem.

Desde então, a primeira célula da sociedade estava colocada.

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A vida não nos oferece garantias. Quem ousaria assinar embaixo de uma decisão e afirmar que ela é cem por cento boa, sem nenhuma margem possível de engano?

Enfrentamos todos situações assim, onde nos sentimos lá e cá, temos que tomar uma decisão e não sabemos exatamente qual caminho escolher. Muitas vezes sabemos até o que queremos (e o que não queremos!) porém não podemos afirmar com certeza que aquilo será bom para nós, por mais que nossos sonhos nos levem para longe.

O que nos impede de querer tomar decisões são as possíveis consequências delas no nosso modo de vida. Nessas horas recorremos aos amigos ou alguém em quem tenhamos confiança. Mas não podemos nos esquecer de uma coisa: pedir conselhos pode ser bom e útil para avaliarmos as situações, mas não transfere a responsabilidade que pesa nos nossos ombros.

Mas, claro, colocamos o pé nessa estrada da vida e o jeito é caminhar.

Só é preciso, nesses momentos, evitar os extremos: nem tomar decisões precipitadas e nem levar um tempo infinito pensando no que fazer. Devemos pedir a orientação d´Aquele que tudo sabe e tentar reconhecer os sinais que nos indicarão o caminho... sem nos esquecer que nossa condição humana somada aos nossos desejos podem nos conduzir a caminhos errados. Mas se devemos ir, então, façamos a nossa bagagem e peguemos esse trem.

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Exterioriza-se o mundo mental - suas aspirações, conflitos, necessidades - no comportamento do indivíduo, definindo-lhe a estrutura moral e o nível de discernimento de consciência.

Quando ele estagia nas faixas mais primárias da evolução, suas paixões se apresentam brutais, imediatistas desenvolvendo reações agressivas, manifestações egoísticas e perturbadoras para o grupo social, no qual se encontra situado.

À medida que a educação e a experiência - sofrimentos inesperados, lutas para a aquisição do equilíbrio, constatação da própria fragilidade - trabalham-no, altera-se-lhe o programa de anelos, adaptando-se melhor ao segmento da sociedade em que se movimenta, desenvolvendo as aptidões latentes que o impelem para o ideal de  beleza, de crescimento íntimo, de auto-realização.

No comportamento se manifestam a sua realidade intelecto-moral e o seu correspondente nível de saúde, física e mental.

Ninguém consegue identificar-se com a iluminação, não estando disposto ao esforço por educar-se, comportando-se com equilíbrio diante das circunstâncias que defronta no processo social, assim como nos fenômenos e ocorrências pessoais.

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Há momentos muitos difíceis, que parecem insuperáveis, enriquecidos de problemas e dores que se prolongam, intermináveis, ignorados pelos mais próximos afetos, mas que Deus sabe.

Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, não te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.

Injustiçado e  sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.

Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à desesperação, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.

Crucificado nas trevas ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as consequências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.

Deus sabe tudo!

Basta que te deixes conduzir por Ele, e, sintonizando com a sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.

Filho de Deus- de Divaldo P. Franco/ Joanna de Ângelis

 

Mais um ano que caminhamos juntos vai chegando ao fim. Procuro no meu coração as palavras e não sei se encontro. Devo, talvez, ter que ir mais fundo.

Penso que o segredo de nos darmos bem é que quando falo, o faço com o coração e quando escutam, o fazem com o coração. É dessa forma que meu coração se sente compreendido e o de vocês se sente reconfortado. Fazemos uma troca.

Eu queria fazer um resumo do ano que passou, mas não acho que tenha sido um ano particular, apenas a continuidade dos tantos outros, onde vemos, infelizmente, que a humanidade caminha para a direção contrária: muitas coisas que antes nos surpreendiam começam a ser "naturais" pois o mundo evoluiu.

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JOANA ANGÉLICA de Jesus, Madre (1822) – Abnegada e valorosa freira baiana. Dedicou toda a sua vida a Deus e à glória maior do convento que dirigia, à porta do qual desencarnou heroicamente, varada pelas baionetas inimigas. Os brasileiros veneram-na como mártir.  Conhecida também por JOANNA DE ÂNGELIS, Mentora de Divaldo P. Franco.

Muitas vezes, a pretexto de servir a Jesus, fugimos para a sombra quieta do claustro, abandonando a luta em que o Mestre espera de nós a colaboração salutar.

Mal nos sabe a escolha, porque, em semelhante contemplação, cultivamos a inutilidade e acordamos, ao clarim da morte, na condição do pássaro de asas entorpecidas.

Diz-se que é preciso aborrecer o pecado, buscando o recanto silencioso da virtude improdutiva e anestesiante, sem o que não abominaremos Satanás e as suas obras.

Não traduzirá, porém, essa atitude ruinoso descaso para com o mundo e para com as almas que o Senhor nos confiou aos cuidados e salvaguarda?

Fora preciso que o amor não passasse de escura mentira, para crermos em nossa salvação exclusiva, com deplorável esquecimento dos outros. Um soluço de criança na Terra destruiria o Céu que a teologia comum criou para atender, em caráter provisório, as nossas indagações.

O clima de contrastes em que a inteligência da criatura se alarga e evolve, propiciando-lhe dificuldades e sombras temporárias, é, na essência, a paisagem indispensável ao crescimento do espírito, para a vitória do amor, no coração do Homem e no caminho da Humanidade.

A paz resulta do equilíbrio e não da inércia.

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“E, depois de passarem a primeira e  segunda guarda, chegaram à porta de ferro,  que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si  mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua e logo o anjo se apartou dele.” – (ATOS, 12:10.)

Os homens esperam sempre ansiosamente o auxílio do plano espiritual. Não importa o nome pelo qual se designe esse amparo. Na essência é invariavelmente o mesmo, embora seja conhecido entre os espiritistas por “proteção dos guias” e nos círculos protestantes por “manifestações do Espírito Santo”.

As denominações apresentam interesse secundário. Essencial é considerarmos que semelhante colaboração constitui elemento vital nas atividades do crente sincero.

No entanto, a contribuição recebida por Pedro, no cárcere, representa lição para todos.

Sob cadeias pesadíssimas, o pescador de Cafarnaum vê aproximar-se o anjo do Senhor, que o liberta, atravessa em sua companhia os primeiros perigos na prisão, caminha ao lado do mensageiro, ao longo de uma rua; contudo o emissário afasta-se deixando-o novamente entregue à própria liberdade, de maneira a não desvalorizar-se as iniciativas.

Essa exemplificação é típica.

Os auxílios do invisível são incontestáveis e jamais falham em suas multiformes expressões, no momento oportuno; mas é imprescindível não se vicie o crente com essa espécie de cooperação, aprendendo a caminhar sozinho, usando a independência e a vontade no que é justo e útil, convicto de que se encontra no mundo para aprender, não lhe sendo permitido reclamar dos instrutores a solução de problemas necessários à sua condição de aluno.

Do livro “Caminho, Verdade e Vida”,  de Chico Xavier

Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino...

Somos tangidos por fatos e problemas a exigirem a manifestação de nossa vontade em todas as circunstâncias.

Muito embora disponhamos de recursos infinitos de escolha para assumir gesto determinado ou desenvolver certa ação, invariavelmente, estamos constrangidos a optar por um só caminho, de cada vez, para expressar os desígnios pessoais na construção do destino.

Conquanto possamos caminhar mil léguas, somente progredimos em substância avançando passo a passo.

Daí, a importância da existência terrena, temporária e limitada em muitos ângulos porém rica e promissora quanto aos ensejos que nos faculta para automatizar o bem, no campo de nós mesmos, mediante a possibilidade de sermos bons para os outros.

Decisão é necessidade permanente.

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"Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho." - Jesus (Mateus, 9 : 16.)

Não conserves lembranças amargas.

Viste o sonho desfeito.

Escutaste a resposta de fel.

Suportaste a deserção dos que mais amas.

Fracassaste no empreendimento.

Colheste abandono.Padeceste desilusão.

Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus...

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Conta a Bíblia que virando-se Moisés para Deus, Este lhe disse: - tire as suas sandálias, pois o lugar em que você está é terra santa.

E eu me pergunto de que maneira estamos entrando no período em que o Salvador do mundo fez-se homem entre os homens.

Natal deve ser um período santo, pois relembramos que o Filho do Homem veio ao mundo para dar ao mundo a chave da reconciliação com tudo o que é santo e sagrado.

Neste natal tire as sandálias da indiferença, o pó das velhas mágoas, as nódoas das tristezas, a perturbação das incertezas.

Acolha o perdão no seu coração e distribua com quem precisa dele. Perfume-se de ternura e alimente sua alma dos mais gostosos frutos do espírito:

amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. São esses os presentes que Jesus nos deixou.

Deus não solicita presentes, mas deseja nossa presença e que estejamos inteiros e felizes, em paz com o mundo e com Ele.

Pois então, nesse Natal, tire as suas sandálias, pois o período que você entra é período santo e é somente santificando-nos que podemos ter um real encontro com o Filho de Deus.

Letícia Thompson

Ainda há tanto que fazer...

na minha vida há decisões que devo tomar,

na minha família, atitudes que pedem reflexão,

no meu trabalho, pessoas que pedem paciência,

pelas ruas pessoas que pedem compaixão.

E se me perco em meio ás lamentações,

se me entrego as reclamações da alma queixosa,

paro e reflito, ainda há tanto o que fazer.

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