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Na aplicação de qualquer receita destinada à composição da felicidade, não te esqueças do aviso de que a felicidade nasce de ti mesmo.

Não aguardes do mundo a segurança que tão somente poderá ser construída por ti mesmo, dentro de ti.

Nunca menosprezes o trabalho que a vida te confiou.

A tarefa que desempenhas hoje é a base de teu apoio futuro.

Aceita-te como és e com aquilo de que disponhas para realizar o melhor que possas.

Observa que não existe criatura alguma destituída de valor e da qual não venhas a necessitar algum dia.

Quanto possível, conserva a luz da virtude que te norteia a elevação, mas não permitas que a tua virtude viva sem escadas para descer ao encontro daqueles que se debatem sob a ventania da adversidade a te pedirem socorro e compreensão.

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No Natal comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, mas a forma de como se comemora deveria ser alterada para que  a lembrança dos ensinamentos do maior de todos os Mestres seja mais marcante e duradoura.

Natal é época de lembrar um Jesus dando exemplo daquilo que ensinava:

Ele perdoou seus algozes, perdoemos por nossa vez àqueles que nos prejudicaram, magoaram ou ofenderam.

Ele nada possuía de bens materiais. Sejamos desprendidos de nossas posses.

Ele auxiliava criaturas de todos os níveis sociais e morais. Eliminemos nossos preconceitos.

Ele praticava a caridade em todos os dias de sua curta existência. Façamos a caridade diária.

Ele amava os animais. Que nossa ceia não contenha alimentos que foram animados por uma alma.

Ele dizia bem aventurado os mansos e pacíficos. Sejamos, então, mansos e pacíficos para herdamos a terra.

Ele condenava o julgamento. Não olhemos as falhas de nossos irmãos, vejamos as nossas.

Ele nos aconselhava a sermos humildes. Deixemos o orgulho e a vaidade de lado.

Ele nos amava incondicionalmente. Aprendamos a amar sem cobrança todas as criaturas.

É esta a forma mais adequada para comemoração do Natal. O melhor presente que podemos dar ao aniversariante é ofertar-lhe um coração puro, livre de toda inferioridade moral.

Jesus como Mestre nada mais deseja que a elevação de seus discípulos que somos todos nós.

Comemoremos o Natal praticando todos os dias do ano os ensinamentos trazidos por Ele.

Miryã Kali/ MLucia

 

Senhor!

Enquanto vibram as emoções festivas e muitos homens se banqueteiam, evocando aquele Natal que Te trouxe à Terra, recolhemo-nos em silêncio para orar.

Há tanta dor no mundo Senhor!

Os canhões calam os seus troares, momentaneamente, as bombas destruidoras cessam de cair por alguns instantes, nos países em guerra, enquanto nós oramos

. pelos que mercantilizam vidas, fomentando conflitos e beligerâncias outras; pelos que escorcham as populações esfaimadas sob leis impiedosas e escravizantes;

. pelos que se comprazem, como se fossem abutres em forma humana, com a renda nefanda das casas do comércio carnal; pêlos que exploram os vícios e acumulam usuras com o fruto da alucinação de obsidiados ignorantes da própria enfermidade;

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Quem era Esse Homem? Desceu das estrelas e aninhou-Se no seio de uma jovem mulher, a fim de vir à luz.

Teve por pai um carpinteiro e com ele aprendeu o ofício, embora Suas mãos já tivessem amoldado substâncias celestes, formando o próprio planeta em que veio habitar.

Habituado à harmonia celeste, deixou que o vento cantasse melodias em Sua cabeleira e que as areias lhe fustigassem a face.

Amou Sua mãe com devoção. Logo iniciado Seu messianato, retornou ao lar para vê-la e a acompanhou às bodas a que fora convidada.

Obedeceu-lhe ao pedido e ofertou aos convivas o líquido especial para os despertar para a realidade.

Em agonia, recordou de a entregar aos cuidados de um jovem idealista, preocupando-Se com o que lhe poderia suceder, após a Sua partida.

Quem era Esse Homem? Andou por estradas poeirentas, campos cultivados, às margens de um lago, lecionando o amor.

Viveu em uma época de desmandos, de corrupção dos costumes, de licenciosidades.

No entanto, manteve-Se íntegro, embora movimentando-Se entre pessoas consideradas de má conduta.

Estendeu Suas bênçãos aos pobres deserdados da sorte tanto quanto aos detentores de poder econômico e certa supremacia social, a uns e outros ofertando das Suas luzes.

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Ele veio à luz numa noite quase fria e para aquecê-lo, serviram-se os pais de palhas e feno, destinadas aos animais do local onde se abrigavam.

Teve Sua vida ameaçada, desde os meses primeiros, por quem temia se ver destituído do trono das vaidades.

Vagou por terras estrangeiras, retornando à cidade de Seus pais, para crescer em graça e vitalidade.

O clima político era de intranquilidade. O povo a que pertencia era escravo de nação arbitrária e dominadora.

O governo estava centrado no acúmulo das riquezas e na manutenção do poder pela força, desde que lhe faleciam razões outras.

Toda vez que lhe mencionariam o nome, ao longo dos séculos que viriam empós, seria lembrado como Aquele que viera de cidade das menos expressivas de Sua nação.

Seu pai não detinha projeção social. Era carpinteiro e cedo, Suas mãos longas e finas passaram a modelar a madeira.

Quando o tempo se fez próprio, fez-Se conhecer dos homens, servindo-Se de frases ditas muitos séculos antes de Sua vinda.

Frases de conhecimento popular, repetidas de geração a geração, em cânticos de esperança.

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O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.

Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.

Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-iam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.

Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, a abraçou-os tais quais eram.

Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.

Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.

Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra ele as matilhas da perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixa, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.

É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim.

Espírito: EMMANUEL. - FONTE: LIVRO ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL -  Psicografia: Francisco Cândido Xavier

 

Abençoai sempre as vossas dificuldades e não as lastimeis, considerando que Deus nos concede sempre o melhor e o melhor tendes obtido constantemente com a possibilidade de serdes mais úteis.

Quanto mais auxiliardes aos outros, mais amplo auxílio recebereis da Vida Mais Alta.

Quanto mais tolerardes os contratempos do mundo, mais amparados sereis nas emergências da vida, em que permaneceis buscando paz e progresso, elevação e luz.

Quanto mais liberdade concederdes aos vossos entes amados, permitindo que eles vivam a existência que escolheram, mais livres estareis para obedecer a Jesus, construindo a vossa própria felicidade.

Quanto mais compreenderdes os que vos partilham os caminhos humanos, mais respeitados vos encontrareis de vez que, quanto mais doardes do que sois em benefício alheio, mais ampla cobertura de amparo do Senhor assegurará a tranquilidade em vossos passos.

Continuemos buscando Jesus em todos os irmãos da Terra, mas especialmente naqueles que sofrem problemas e dificuldades maiores que os nossos obstáculos, socorrendo e servindo e sempre mais felizes nos encontraremos sob as bênçãos dele, nosso Mestre e Senhor.

Bezerra de Menezes -  (De “Caridade”, de Francisco Cândido Xavier – Espíritos diversos)

A alma do homem inquieta-se ante qualquer possibilidade de perda,mormente de ordem material.

O conceito de perda e ganho, à medida em que crescemos espiritualmente, modifica-se e começamos a compreender que muitos supostos ganhos são, na verdade, "perdas" mais profundas, no tocante a criar embaraços para a evolução do ser.

Sob este mesmo ponto de vista, diversas perdas abrem caminhos para gloriosas conquistas morais, quais sejam a humildade, o desprendimento, a simplicidade.

Na verdade, não existem perdas reais.

Nada perdemos.

Se algo material "perdemos" encontraremos adiante em outras experiências.

Se a questão é afetiva, emocional, reaveremos, no grande amanhã, estes elementos, agora enriquecidos pelas luzes da evolução.

Nesta trajetória em direção à luz, atravessamos períodos de posses e penúrias, conquistando a consciência exata de todos os valores e adquirindo a dimensão exata de todas as coisas.

(Frederico Menezes, pelo Espírito Marta)

Do livro AJUDA-TE, pág. 42 - G.E.P. -  Grupo Espírita da Paz

 

Não podemos controlar todas as situações que vivemos, algumas não dependem da nossa vontade.

E não podemos mudar tudo também, mesmo se somos fortes, decididos e positivos.

Mas podemos colocar um pouco de sal e de luz.

Podemos aprender a gerenciar essas situações de maneira que não nos afetem completamente ou profundamente, que não nos destruam ou acabem com nossos relacionamentos de amor e de amizade.

Quando perdemos o controle de nós, perdemos o controle de tudo.

É como um motorista que, ao sentir o perigo, larga o volante: o acidente é inevitável!

Por mais desesperadoras que pareçam as situações, temos que segurar o volante, guardar a calma nos momentos mais críticos é uma atitude

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Uma das coisas mais difíceis no mundo é ter um coração puro.

Podemos ter corações amávei, gentis e abertos aos outros, mas puros e cheios de amor desinteressado...

quanto trabalho ainda deve ser feito, quanta renúncia, quanta aceitação e quanta doação! 

Não podemos negociar com Deus, fazer isso em troca daquilo, agir de uma certa forma para obter algum tipo de recompensa.

O amor é gratuito e nossa dedicação a Deus ou aos outros não deve depender do que obtemos de volta.

Aquilo que sai da nossa alma e do nosso coração devem ser ofertas, livres de quaisquer condições.

Deus nos dá em retorno?

Certamente, porém não como paga, mas como resultado da confiança que depositamos nEle.

Não somos bons quando damos de nós aos outros, nem quando fazemos caridade, nem mesmo quando abandonamos nossa vida por alguém que carece da nossa ajuda.

Somos bons quando as coisas, gestos e palavras saem do nosso coração como uma lecha e não ficamos observando se ela vai voltar.

Somos bons quando não contamos que nosso irmão tem mais que nós e nos sentimos ofendidos, quando o bem e a felicidade do outro passam a ser nosso bem e felicidade também.

Erram as pessoas que acham-se boas quando doam de si. Isso é orgulho.

Geralmente elas dão do que lhes sobra e seus objetivos são tornarem-se pessoas melhores.

Fazem por si no fim das contas, não pelos outros.

O caminho para o Alto é muito longo e a porta de entrada é estreita.

Os que acham que já estão na metade do caminho, certamente nem começaram ainda a subir.

É Deus quem nos eleva e precisamos dizer muitos "não" e muitos "sim" até que alcancemos um pedacinho do céu.

Amar demais aqui e odiar ali, anula o amor; escolher os que perdoamos é o mesmo que não perdoar ninguém, pois nosso coração continua com manchas.

O amor tem olhos fechados e é o maior de todos os dons, distribuído a todos na face da terra.

Mas segundo a Bíblia, há os que plantam, os que colhem, os que multiplicam e os que escondem.

Podemos fazer todos os bens do mundo, regar os jardins dos que precisam e oferecer-lhes nosso melhor sorriso, mas ainda assim não teremos começado nosso caminho se negamos a palavra a um irmão, se os ressentimentos corroem nosso coração, se contamos cada ato que realizamos.

Deus não precisa dos nossos gestos vazios, Ele apenas pede um coração sincero.

Aquele que sabe e reconhece não ser perfeito, mas abre-se a cada dia ao próximo, ao distante e tem por meta fazer o bem.

Deus ama a todos indistintamente, mas os que aprenderam o que é compartilhar, compreenderam melhor os preceitos do Seu coração.

E esses provam plenamente da Sua Graça.

* * * * *

Letícia Thompson

Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.

Diz assim: A vida é curta. Quebre algumas regras.

Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.

Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.

Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade. Por isso, tão necessárias.

É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.

Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.

Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.

Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.

Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.

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Sem percebermos, a vida nos oferece convites sem cessar, em todos os aspectos, nas mais variadas situações.

São os planos Divinos, que arquitetam lições para nosso aprendizado.

Seja nas pequenas coisas do cotidiano, seja nas grandes decisões da vida, estaremos, não raro, sob os convites da vida, que estará a aguardar nossas decisões.

O bem avaliar de cada um desses convites será decisório em nosso caminhar, em nosso aprendizado.

Dessa forma, faz-se necessário avaliarmos com cuidado e maturidade cada uma das oportunidades que nos surge, cada situação que nos ocorre porque elas serão, sempre, os convites que teremos a analisar.

Não raro, alguns de nós, nas lides profissionais, somos convidados à desonestidade, à ilegalidade.

São convites à corrupção, ao suborno, às práticas ilícitas, quando lesamos a empresa que nos honra o salário ou a instituição governamental que representamos.

Assim, o policial rodoviário, quando convidado pelo motorista desonesto ao suborno, poderá aceitar ou não o dinheiro ilícito. É convite que a vida lhe oferece.

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Recentemente um grupo de crianças passou por um teste muito interessante.

Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas.Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo.

Em seguida, foram divididas em dois grupos: o grupo A foi elogiado quanto à inteligência. Uau, como você é inteligente! Que esperta você é!Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!E outros elogios à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!Menino, que legal ter visto seu esforço!Que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem! E outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças.

Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa.

As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos: o ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças inteligentes não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas.

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Todos os homens carecem de disciplina espiritual, que só se atinge através de reiterados esforços no cotidi­ano. Quem se decida pela Doutrina Espírita haverá de submeter a si mesmo a uma profunda mudança de hábitos.

Quem apenas teoriza nunca chegará à perfeita vivência.

O médium que pretenda o equilíbrio deve conciliar teoria e prática, dando preferência ao suor que possa verter nas tarefas de amor ao próximo.

A mediunidade que se isola, que se distancia dos sofredores, é mediunidade que se assemelha a flor artificial- nunca se expressará com a beleza daquela que está sempre ao lado da dor! Neste sentido, todo médium necessita de exercer maior vigilância sobre si, não se afastando dos dramas humanos que, acrescentando-se ao seu, haverão de lhe fornecer material de inspiração.

Na medida do possível, o médium deveria atuar em diversas frentes de trabalho, possibilitando a si mesmo uma variedade maior de experiências. Quanto mais recursos ele oferecer aos espíritos, mais produtiva a mediunidade - maior riqueza intelectual e moral.

A mediunidade de quem só quer lidar com os desencarnados, não se manifesta a contento; os medianeiros de bom senso não devem pretender a sintonia com os Espíritos Superiores, ignorando a existência dos ho­mens...

A mediunidade só se completa através da experiência em contato com o sofrimento.

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Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares? Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor.

Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: "filho meu não traz desaforo para casa"; "se apanhar na rua, apanha em casa outra vez"! Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a receita do revide: "faça o mesmo com ele". "vingue-se", "não deixe por menos".

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: "tire dele, você é mais forte", "não seja bobo"! Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.

O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

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