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Dentre os muitos inimigos morais do homem, a ingratidão assoma, relevante, na condição  de filha dileta do egoísmo, que se nutre com as vérminas do orgulho.

A ingratidão estabelece síndromas de distúrbios comportamentais, que degeneram,

a curto ou longo prazo, em problemas de alienação mental.

Nos dias hodiernos, a ingratidão toma corpo com muita facilidade, tornando-se elemento normal nas relações sociais,  em lamentável agressão aos postulados éticos, quando não se tenha em conta a moral evangélica.

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Linda era uma modelo famosa. Requisitada e disputada, conseguia contratos milionários. Apesar do dinheiro, da fama e da beleza, ela não era feliz.

Sentia um imenso vazio por dentro. Sofria de pavor, ansiedade e insônia. Pensou em tomar medicamentos. Alguns amigos aprovaram, outros não.

Ela decidiu procurar outras terapias. Assinou contratos que jamais havia sonhado. Trabalhava muito, mas continuava atormentada.

Um dia, pela manhã, indo de carro para o trabalho, pelo caminho costumeiro, o trânsito parou. Um guarda estava desviando todo o trânsito para uma ruazinha estreita, porque um encanamento havia se rompido na avenida principal.

Dirigindo lentamente pela rua desconhecida, ela passou em frente a uma igreja. Um cartaz, escrito à mão, dizia: Sem Deus não há paz. Conheça Deus, conheça a paz. Todos são bem-vindos.

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Vida sem compromisso, sem lutas,

é como barco em mar sem vento,

é como carro sem combustível,

bicicleta sem pedal...

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Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.

Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para frente, erguendo-te por luz celeste acima de ti mesmo.

Crê e trabalha.

Esforça-te no bem e espera com paciência.

Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do Céu permanecerá.

De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.

Eleva, pois, o teu olhar e caminha.

Luta e serve. Aprende e adianta-te.

Brilha a alvorada além da noite.

Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte.

Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia...
Meimei/ Chico Xavier

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.

Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:

Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.

Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.

Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladasno Brasil.

Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.

Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.

Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.

Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.

Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.

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Insignificante é o pingo d'água, todavia, com o tempo,traça um caminho no corpo duro da pedra.

Humilde é a semente, entretanto, germina com firmeza e produz a espiga que enriquece o celeiro.

Frágil é a flor, contudo, resiste à ventania, garantindo a colheita farta.

Minúscula é a formiga, mas edifica, à força de perseverança complicadas cidades subterrâneas.

Submissa é a argila, no entanto, com o auxílio do oleiro, transforma-se em vaso precioso.

Branda é a veste física, que um simples alfinete atravessa, todavia suporta vicissitudes incontáveis e sustenta o templo do Espírito em aprendizado, por dezena de lustros, repletos de necessidades e padecimentos morais.

O verdadeiro progresso prescinde da violência.

Tudo é serenidade e sequência na evolução.

Aprendamos com a Natureza e adotemos a brandura por diretriz de nossas realizações para a vida mais alta, mas não a brandura que se acomoda  com a inércia, com a perturbação e com o mal e sim aquela que se baseia na paciência construtiva, que trabalha incessantemente e persiste no melhor a fazer, ultrapassando os obstáculos que a ignorância lhe atira à estrada e superando os percalços da luta, a sustentar-se no serviço que não esmorece e na esperança fiel que confia, sem desânimo, na vitória final do bem.  
( De André Luiz,  psicografia de Francisco C.Xavier)

Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.

Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue  para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima  de ti mesmo. Crê e trabalha.

Esforça-te no bem e espera com paciência.

Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.

De todos os infelizes os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmo,porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.

Eleva, pois, o teu olhar e caminha.

Luta e serve. Aprende e adianta-te.

Brilha a alvorada além da noite.

Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te  com a aflição ou ameaçando-te com a morte...

Não te esqueças, porém, de que amanhã será  outro dia.
(Meimei - psicografia de Francisco C. Xavier)

 

Adam Riklis era um sobrevivente do Holocausto. Depois que toda sua família foi assassinada pelos nazistas e ele suportou provações difíceis, em três campos de concentração, agarrou-se mais à sua fé.

Intimamente, prometeu que ensinaria aos filhos a religião dos seus pais. Por isso, teve paciência quando seu filho de dezenove anos abandonou a faculdade, largou o emprego e disse que iria para a Índia, em busca de iluminação.

Mas, quando o filho desprezou a fé judaica, Adam não suportou e o expulsou de casa. Trocaram palavras duras e o filho viajou.

Seis anos depois, Joey, o filho, encontrou um amigo que lhe informou que seu pai morrera há dois meses. Ninguém o avisara porque ele nunca havia mandado o endereço para a família.

Joey teve um choque. Acreditou que seu pai morrera, não de um ataque do coração, mas do coração partido. E fora ele quem partira o coração do velho pai.

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Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção.

Mas precisamos tirar partido dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas?

As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.

Que dói, dói.

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A fé é um alimento espiritual de que ninguém pode prescindir.

Encontra-se insculpida nos recessos do espírito, e mesmo quando solapada pelos interesses mesquinhos ou esmagada pelas circunstâncias inditosas, prossegue e revela-se com mil faces, em variadas expressões.

Apresenta-se espontânea, natural, graças aos impositivos da própria vida.

Inconscientemente se manifesta na tácita aceitação dos múltiplos fatores que organizam a existência humana, tanto quanto surge nas atividades, sem que o homem lhe perceba a injunção, sem a qual, suspeitoso e inconformado, se estiolaria, padecendo dominadores e injustificados receios.

A fé humana está presente em todos cometimentos da própria conjuntura física.

A fé divina, no entanto, em considerando as frágeis expressões em que as organizações religiosas a têm apresentado, surge e esmaece no espírito, conforme as disposições que o dominam no dia-a-dia da romagem carnal na busca do destino, da vida imperecível.

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Quando se fala em busca de um caminho espiritual, no que você pensa?... Eu, por exemplo, fico pensando que se trata da procura de um contato maior com nossa essência, com aquilo que somos, com o Espírito. Afinal, é onde está tudo o que realmente se tem ou se pode ter na vida.

Só que muitas pessoas que conheço acabam fazendo, dessa busca do Espírito, uma procura de Deus, de um sentido para a existência, de serenidade perante os percalços da vida e de libertação. A tendência mais comum, então, é procurarem Deus na religião, o sentido da vida num fazer qualquer, a serenidade na ausência de perturbação ambiente e a libertação de conceitos ou situações opressivas num partido ou movimento. Ou seja, elas literalmente saem em busca, vão para fora, quando sua meta está no interior de si mesmas.

O algo pode ser uma prática, uma religião, um ritual, um símbolo, uma cura, um livro, um curso, um milagre, uma luta. O alguém pode ser um conselheiro, um Espírito desencarnado, em cujas ideias se fixam. E não quero dizer que não existam ótimos livros e cursos, excelentes terapias e trabalhos sérios de orientação espiritual.

Mas, enquanto corremos atrás de uma ou outra coisa, é possível que fiquemos mais distantes de nós mesmos. E é aí que as pessoas se tornam deslumbradas com novos conhecimentos, com nomes sugestivos e personalidades. Tornam-se dependentes, passam a acreditar mais em cristais e em astros que em si mesmas; mais em pêndulos e cartas do que em sua própria sensibilidade, transformando, sem perceber, a busca em fuga.

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Aprendi com a vida que as águas podem ser turbulentas, a brisa pode transforma-se em furacão, o fogo que aquece pode destruir.

Aprendi que quando pensamos encontrar a estabilidade, sofremos abalos para que nosso orgulho não seja a nossa maior virtude.

Aprendi que, vez ou outra, é a tristeza quem bate à porta e, muitas das vezes, como persona não grata, demora demasiadamente a partir.

Aprendi que lágrimas podem lubrificar os olhos, dores podem nos servir de aprendizado, momentos de aflição e medo são tão comuns e até maiores que as alegrias, porque são neles que nos voltamos a Deus.

Aprendi que a fé é o que nos sobra quando tudo mais nos falta, que a solidão, por vezes, inevitável, também é necessária.

Que companheiros são muitos, mas, que amigos, aqueles que nos oferecem a mão e o coração para caminhar ao nosso lado, quando nos encontramos no mais profundo abismo são tão raros, que não somente devem ser “guardados do lado esquerdo do peito”, como também precisam ser valorizados eternamente.

Aprendi que não basta orar quando tudo parece ruir, reerguer é uma questão de atitude, tão nossa quanto à vontade Divina de reconstrução.

A fé verdadeira remove montanhas, não aguarda eternamente a intervenção do que quer seja para empreender novos caminhos.

Aprendi que Jesus, na mais pura e verdadeira doação de amor, ensinou-nos que todo caminho árduo é sinônimo de redenção.

Aprendi... Apreendi... E senti que “isso” também passa... O que realmente permanece é a fé raciocinada, tranquila e verdadeira que sustenta, ampara e mantém aquele que crê.

Wanderlúcia Welerson Sott Meyer

Irmão nosso, que estás na Terra, Glorificada seja tua vontade, em favor do Infinito bem.

Trabalha incessantemente pelo Reino Divino, com tua cooperação espontânea.

Seja atendida a tua aspiração elevada, com esquecimento de todos os caprichos inferiores.

Tanto no lar da Carne, quanto no Templo do Universo.

O pão nosso de cada dia, que vem do Celeste Celeiro, usa com respeito e divide santamente.

Desculpa nossas faltas para contigo, assim como o Eterno Pai tem perdoado nossa dividas em comum.

Não permitas que a tua existência se perca pela tentação dos maus pensamentos.

Livra-te dos males que procedem do próprio coração.

Porque te pertence, agora, a gloriosa oportunidade de elevação para o reino do poder,

da justiça, da paz da glória e do amor para sempre.

 

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro : "Correio Fraterno"

Em nossas faltas, na maioria das vezes somos imediatamente perdoados, mas não limpos.

Somos perdoados pelo fel da maledicência.

Mas a sombra que lançamos na estrada alheia permanece dentro de nós por agoniado constrangimento.

Somos perdoados pela brasa da calúnia.

Contudo, o fogo que arremessamos na cabeça do próximo passa a nos incendiar o coração.

Conseguimos o perdão pela grave ofensa que fizemos.

Entretanto, a pedra atirada ao irmão de caminhada volta, com certeza, a golpear-nos o próprio ser.

Somos perdoados pela falha de vigilância.

Mas o prejuízo em nossos vizinhos cobre-nos de vergonha.

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São compreensíveis as lamentações e os pesares, o pranto e os suspiros, pois o ser humano passa por processos psicológicos de adaptação e de reajuste às perdas da vida.

“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” (resposta à questão 728 do Livro dos Espíritos: É lei da Natureza a destruição?)

Nascer e morrer fazem parte de um fenômeno comum e necessário. Tudo nasce, tudo se desenvolve, mas tudo se definha. Sempre há um tempo de partir.

A morte na Terra é o término de uma existência física, é a passagem do ser infinito para uma nova forma existencial. Ela é um interlúdio, ou seja, um intervalo entre as diversas transformações da vida, a fim de que a renovação e a aprendizagem se estabeleçam nas almas, ao longo da eternidade.

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