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Mente sã, corpo são.

Possivelmente, nunca antes fez tanto sentido o provérbio popular, derivado de antigo poema romano.

Estudos e mais estudos têm sido produzidos, ligando a qualidade de nossos pensamentos à saúde do corpo físico.

Nunca se falou tanto em somatização.

As ciências tradicionais ocidentais finalmente encontraram na alma humana a fonte da saúde e da doença.

Pensamento e saúde são termos da mesma equação da vida.

Não existem doenças, mas sim doentes. O pensamento em desequilíbrio, a alma enferma e desestabilizada, produz no organismo o desajuste das células.

Em contrapartida, a mente sã, povoada de pensamentos de alegria, cooperação e amor, gera naturalmente, no corpo físico, a harmonia celular, produzindo saúde em abundância.

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Todas as noites, antes de fazer os filhos adormecerem, um pai muito carinhoso conversava com eles, enquanto lhes afagava os cabelos anelados.

Diariamente, escolhia um assunto que encontrava no Evangelho ou em algum acontecimento do cotidiano.

Naquela noite sem luar, quando as nuvens encobriam as estrelas, ele arranjou uma forma diferente de chamar a atenção das crianças.

Colocou-as no sofá da sala e disse-lhes que não se assustassem com a escuridão. Ele apagaria todas as luzes da casa, de propósito.

E assim o fez.

Deixou a casa às escuras e sentou-se no meio dos filhos que o aguardavam apreensivos.

Perguntou-lhes o que eles eram capazes de ver em meio àquele breu.

O menininho mais velho comentou que conseguia distinguir os contornos da cadeira que estava a sua frente, mas que não conseguia saber ao certo qual objeto produzia a sombra que se apresentava um pouco mais adiante.

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Se a inquietação passou a dominar-lhe o caminho, pense nela como sendo um parasito a corroer-lhe a vida e trate de arrancá-la em seu próprio favor.

Se a enfermidade lhe visita o corpo, não é com o fogo da aflição que você colaborará na própria cura e sim encarando-a, com aceitação e tratamento para afastá-la.

Se alguma ocorrência desagradável lhe impôs aborrecimentos, passe por ela e siga à frente,  em sua própria tarefa, a maneira de quem não precisa parar em viagem por haver encontrado uma pedra.

Se você cometeu quaisquer erros, admita-os, fazendo quanto puder para não reincidir neles, mas lembrando sempre que você não é uma entidade angélica e sim uma criatura matriculada na escola humana.

Se o erro de alguém é a causa de sua inquietação, envie pensamentos de paz e compreensão a esse alguém, sem violentar-lhe os pontos de vista, de criatura incompleta quanto você mesmo, no educandário do mundo.

Se você faliu em algum empreendimento, note que se você prosseguir trabalhando, o fracasso, em breve, lhe servirá de lição para melhoria e sucesso.

Se você almeja situações que presentemente não consegue alcançar, faça o melhor que possa, onde esteja, e, sem dúvida, trabalhando sempre, você atingirá o lugar que deseja.

Se você sofre críticas indébitas, fique com a sua consciência e deixe aos outros os pensamentos e atitudes que pertencem a eles mesmos.

Se você receia a velhice do corpo, lembre-se de que a existência física avançada no tempo não é a noite de hoje e sim o alvorecer de amanhã.

Se a inquietação persiste em você, procure envolvê-la no calor do serviço, porque servindo você conseguirá esquecer-se e ao esquecer-se no bem dos outros, você estará em paz na força construtiva do bem.

André Luiz - Respostas da Vida
(Francisco Cândido Xavier)

 

Quando falamos em fé, abre-se na alma um campo imenso de alegria pois foi Jesus quem valorizou a confiança nas criaturas, quando dizia: “A tua fé te curou”.

Conscientizemo-nos de que temos em nós todas as qualidades, que podem nos levar à felicidade,  curando todos os nossos desequilíbrios, removendo todas as nossas enfermidades, caso as tenhamos. Podemos dizer que esse é o milagre da fé, força poderosa que reside em nós, em forma de valores da vida, que bastam ser despertados em nosso próprio bem, que o Bem maior já aconteceu: a doação destes dons incomparáveis de vida eterna, pela Misericórdia Divina.

No entanto, para que possamos despertar essas luzes na nossa intimidade, convém saber que é necessário cultivar a persistência, na busca da ciência do amor, na constância da caridade bem orientada, na perseverança do perdão a todos aqueles que nos ofendem e caluniam, na firmeza de todos os ideais da fraternidade. Tendo essa firmeza até o fim, seremos salvos das investidas do mal, alcançando a harmonia em todos os sentimentos.

A fé é força divina, sendo o conjunto das virtudes que se apoderam da nossa consciência, instalando o amor em nosso coração. O Espírito, mesmo movendo-se em um corpo físico, pode acionar as forças da fé; depende dele mesmo, no aprimoramento das suas qualidades no campo dos sentimentos,  alinhavando todos os dias, a força mental da educação dos seus próprios pensamentos, cuja convivência com eles ainda são segredos, sendo área enorme para ser trabalhada pela disciplina, como pela instrução.

 

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Quando falamos em fé, abre-se na alma um campo imenso de alegria pois foi Jesus quem valorizou a confiança nas criaturas, quando dizia: “A tua fé te curou”.

Conscientizemo-nos de que temos em nós todas as qualidades, que podem nos levar à felicidade,  curando todos os nossos desequilíbrios, removendo todas as nossas enfermidades, caso as tenhamos. Podemos dizer que esse é o milagre da fé, força poderosa que reside em nós, em forma de valores da vida, que bastam ser despertados em nosso próprio bem, que o Bem maior já aconteceu: a doação destes dons incomparáveis de vida eterna, pela Misericórdia Divina.

No entanto, para que possamos despertar essas luzes na nossa intimidade, convém saber que é necessário cultivar a persistência, na busca da ciência do amor, na constância da caridade bem orientada, na perseverança do perdão a todos aqueles que nos ofendem e caluniam, na firmeza de todos os ideais da fraternidade. Tendo essa firmeza até o fim, seremos salvos das investidas do mal, alcançando a harmonia em todos os sentimentos.

A fé é força divina, sendo o conjunto das virtudes que se apoderam da nossa consciência, instalando o amor em nosso coração. O Espírito, mesmo movendo-se em um corpo físico, pode acionar as forças da fé; depende dele mesmo, no aprimoramento das suas qualidades no campo dos sentimentos,  alinhavando todos os dias, a força mental da educação dos seus próprios pensamentos, cuja convivência com eles ainda são segredos, sendo área enorme para ser trabalhada pela disciplina, como pela instrução.

 

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Filhos, reerguei-vos da queda em que, inadvertidamente, vos arrojastes.

Não permaneçais estirados no chão do desespero e da inércia, aguardando que mãos anônimas e abnegadas tomem por vós a decisão que vos compete de prosseguir caminhando com os próprios pés.

Levantai-vos e continuai, vacilantes embora.

Reconsiderai a trajetória e acautelai-vos contra possíveis novas quedas.

Mantende-vos o tempo todo vigilantes e não vos descureis um só instante da armadilha traiçoeira de vossas mazelas.

Apoiai-vos nos encargos que vos cabe cumprir, em relação ao próximo, e não vos concedais excessivo tempo nas necessidades pessoais.

Esquecei-vos, quanto puderdes, nas tarefas do bem.

Se magoastes o coração de alguém, não hesiteis em lhe pedir perdão sucessivas vezes, porquanto, se temos a obrigação de perdoar setenta vezes sete a quem nos ofenda, caso sejamos nós os algozes, peçamos às nossas vitimas um perdão ilimitado através de nossas atitudes de regeneração.

 

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“... Quando fordes convidados para bodas, não tomeis nelas o primeiro lugar, temendo que se encontre entre os convi­dados uma pessoa mais considerada que vós, e que aquele que vos tiver convidado não venha vos dizer: Dai vosso lugar a este...”

“... todo aquele que se eleva será rebaixado, e todo aquele que se rebaixa será elevado.”

Querendo ilustrar suas prédicas, como sempre de modo claro e compreensível, Jesus de Nazaré considerava, certa oca­sião, como os convidados de uma festividade se comportavam precipitadamente, na ânsia de tomar os lugares principais da mesa, com isso desrespeitando os princípios básicos do bom senso e da educação.

Qual o teu lugar à mesa? Qual a tua posição no universo de ti mesmo? Essa a grande proposta feita pelo Mestre nesta parábola.

Será que o lugar que ocupas hoje é teu mesmo? Ou influên­cias externas te levam a direções antagônicas de acordo com o teu modo de pensar e agir?

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É possível hajas despertado para a nova fé, sob enormes dificuldades.

Guardas, talvez, a impressão de quem se vê defrontado por asfixia num cipoal...

A primeira atitude, em favor da própria libertação — não te fixares nas crises e nos entraves e sim sair deles honrosamente pela aplicação ao trabalho nobilitante.

A Divina Sabedoria nos confere o benefício da prova, para que venhamos a superá-la e assimilá-la, em forma de experiência, nunca no objetivo de confundir-nos ou arrojar-nos ao desalento.

Se te encontras doente, reflete na lição que te é concedida, valendo-te dela para edificar espiritualmente nos irmãos que te assistem e, sob a desculpa de que sofres mais que os outros ou de que tens pouco tempo de vida, não te demandes em excessos ou irritações.

Se te observas em pauperismo, não incrimines a ninguém pela estado de carência que atravessas, nem te revoltes contra as vantagens que favorecem os outros, mas sim, ergue-te, em espírito, e, quanto possível, esforça-te para que a diligência no desempenho das próprias obrigações te faculte novas perspectivas de reabilitação e progresso.

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Será que Deus atende mesmo a todas as orações? Jesus nos afirmou que tudo o que pedíssemos ao Pai em Seu nome, Ele nos concederia.

Mesmo assim, a debilidade da nossa fé, vez ou outra, faz com que nos perguntemos: Será que atende?

Afinal, quantos de nós já fizemos rogativas ao Criador, que jamais foram atendidas?

Será preciso algum detalhe que nos possibilite ser atendidos por Deus?

Os mais revoltados, ante seus problemas não solucionados pela Divindade, chegam a admitir a parcialidade Divina que atende a uns e não atende a outros.

Contudo, não é assim. Ocorre que, inúmeras vezes, não nos apercebemos que Deus nos responde, embora nem sempre da forma que desejamos.

Mas, com certeza, sempre é o melhor que o Pai dispõe.

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Ser espírita é procurar fazer a diferença, sem se sentir diferente.

É agir com lucidez e responsabilidade, tomando a iniciativa do melhor em benefício de todos.

É dar testemunho de fé nas mais comezinhas atitudes cotidianas.

É vivenciar as lições da Doutrina, sem, contudo, ser moralista, qual se ser espírita se fizesse inacessível à mais frágil das criaturas.

 

É respeitar os companheiros de Ideal, dialogando fraternalmente sobre possíveis pontos de divergência.

É apaziguar os ânimos exaltados e empreender campanhas de silêncio, quando a conversa leviana ameaça o rendimento do trabalho em grupo.

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É bastante comum ouvir-se falar da precocidade das crianças de hoje em dia.

Impressiona a facilidade com que dominam as novas tecnologias.

Também é notável o modo pelo qual rompem tabus e preconceitos.

Diante de seres tão independentes e dinâmicos, pais e educadores costumam quedar perplexos.

Há nos jovens da atualidade algo de diferente.

Não se trata de mera rebeldia, sempre presente, em algum grau, nas novas gerações.

É todo um novo sistema de valores que parece desabrochar.

A Espiritualidade Superior noticia que realmente surge no mundo uma nova geração.

Trata-se de Espíritos que há muito não reencarnavam.

E mesmo de alguns que vêm de mundos distantes para aqui renascer.

Sua chegada é motivo de alegria e cuidados.

Alegria, pois trazem a tarefa de promover o progresso do planeta.

Dotados de grande intelectualidade, trazem novos conceitos de vida que desejam colocar em prática.

Alguns ainda são ricos de sublime moralidade.

A necessidade de cuidados deriva da própria qualidade desses seres.

Eles são independentes e altivos.

Renascem com o propósito de reformular os valores sociais e aprimorá-los.

Por conta disso, não são submissos e conformados.

Com eles, não adianta o discurso da mera proibição.

De nada resolve exigir que obedeçam aos mais velhos.

Eles precisam ser convencidos com bons argumentos.

Gritos e violências nunca foram métodos educativos eficazes.

Mas com essas crianças especiais são ainda mais infelizes.

Elas tratam os adultos de igual para igual.

Não aceitam punições e reproches e nem regras de conduta sem sentido.

É preciso conquistar-lhes a admiração e o respeito.

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Quem cuida de seu filho quando ele não está sob seus olhos?

Você diz que, na escola, os professores são os responsáveis; que em seu lar, você tem uma babá igualmente responsável.

Enfim, você sempre acredita que alguém, quando você não estiver por perto, estará de olho nele.

Parentes, amigos, contratados à parte, há, também, uma proteção invisível que zela por seu filho.

Você pode dizer que é seu anjo de guarda, seu anjo bom. A denominação, em verdade, não importa.

O que realmente se faz de importância é esta certeza de que um ser invisível debruça sua atenção sobre seu filho, onde quer que ele esteja.

E também sobre você. Não se trata de uma teoria para consolar as mães que ficam distantes de seus filhos longas horas.

Ou para quem caminha só nas estradas do mundo. Refere-se a uma verdade que o homem desde muito tempo percebeu.

Basta que nos recordemos de gravuras antigas que mostram crianças atravessando uma ponte em mau estado, sob o olhar atento de um mensageiro celeste.

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“A árvore que produz maus frutos não é boa, e a árvore que produz bons frutos não é má; porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem figos dos espinheiros e não se cortam cachos de uva de sobre as sarças...”

Fugimos constantemente de nossos sentimentos interiores por não confiarmos em nosso poder pessoal de transformação e, dessa forma, forjamos um “disfarce” para sermos apresentados perante os outros.

Anulamos qualquer emoção que julgamos ser inconveniente dizendo para nós mesmos: ‘‘eu nunca sinto raiva”, “nunca guardo mágoa de ninguém”, vestindo assim uma aparência de falsa humildade e compreensão.

Máscaras fazem parte de nossa existência, porque todos nós não somos totalmente bons ou totalmente maus e não podemos fugir de nossas lutas internas. Temos que confrontá-las, porque somente assim é que desbloquearemos nossos conflitos, que são as causas que nos mantêm prisioneiros diante da vida.

Devemos nos analisar como realmente somos.

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Viver do passado é cultivar espinhos,

é sofrer dobrado, é não enterrar os mortos,

viver em luto permanente, morrendo também

um pouco a cada dia, é andar por caminhos tortos.

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.. .Não são os que gozam saúde que precisam de médico. - Jesus. (Mateus.9:12.)

Aqui e ali encontramos inúmeros doentes que se candidatam ao auxílio da ciência médica, mas em toda parte, igualmente, existem aqueles outros, portadores de moléstias da alma, para os quais há que se fazer o socorro do espírito.

E nem sempre semelhantes necessitados são os viciados e os malfeitores, que se definem de imediato por enfermos de ordem moral, quando aparecem.

Vemos outros muitos para os quais é preciso descobrir o remédio justo e, às vezes, difícil, de vez que se intoxicaram no próprio excesso das atitudes respeitáveis em que desfiguraram os sentimentos, tais como sejam:

*os extremistas da corrigenda, tão apaixonados pelos processos punitivos que se perturbam na dureza de coração pela ausência de misericórdia;

*os extremistas da gentileza, tão interessados em agradar que descambam, um dia, para as deficiências da invigilância;

*os extremistas da superioridade, tão agarrados à idéia de altura pessoal que adquirem a cegueira do orgulho;

*os extremistas da independência, tão ciosos da própria emancipação que fogem ao dever, caindo nos desequilíbrios da licenciosidade;

*os extremistas da poupança, tão receosos de perder alguns centavos que acabam transformando o dinheiro, instrumento do bem e do progresso, na paralisia da avareza em que  se lhes arrasa a alegria de viver.

* * *

Há doentes do corpo e doentes da alma.

É forçoso não esquecer isso, porque todos eles são credores de entendimento e bondade, amparo e restauração.

Diante de quem quer que seja, em posição menos digna perante as leis de harmonia que governam a Vida e o Universo, recordemos as palavras do Cristo:

-Não são os que gozam saúde que precisam de médico.

Emmanuel / Chico Xavier - do Livro Benção de Paz

 

 

 

 

 

 


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