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Rogério Coelho

"Eu rogarei ao Pai e Ele vos enviará  outro Consolador"

- Jesus.  (Jo., 14:16)

 

A  água  nasce cristalina  na  fonte,  mas, sofre o insulto das sujidades do percurso.  Mister - portanto - submetê-la à uma estação de tratamento, onde existam tanques decantadores, filtros e componentes químicos para devolver-lhe  a pureza primitiva, a fim de que possa ser utilizada sem perigos de contaminações.

Observemos  a História da Humanidade e  não será   difícil  verificar  que  o  mesmo  ocorre  com  todos   os pensamentos das escolas filosóficas.   Qualquer  doutrina que se populariza  sofre as "sujidades" das conveniências e prejuízos de quem a absorve.

Com o Cristianismo não houve exceção.   A  linfa  pura  e  cristalina  vertida  dos lábios  sublimes  do  Divino  Pegureiro  foi  conspurcada   pelos interesses  mesquinhos e abastardados das castas sacerdotal e farisaica que submetiam  o povo ao seu talante...

Jesus profetizou o que aconteceria com Suas palavras, tanto que podemos ler em Marcos, capítulo 4, versículo 19, a Sua advertência:

“Mas os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições doutras coisas, entrando, sufocam a palavra que fica infrutífera.”

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Ninguém passa pela jornada terrestre sem experimentar o cerco da ignorância e da imperfeição humana.

Considerado como planeta-escola, o mundo físico é abençoado reduto de aprendizagem, no qual são exercitados os valores que dignificam, em detrimento das heranças ancestrais que assinalam o passado de todas as criaturas, no seu penoso processo de aquisição da consciência.

Herdando as experiências transatas nos seus conteúdos bons e maus, por um largo período predominam aqueles de natureza primitiva, por estarem mais fixados nos painéis dos hábitos morais, mantendo os instintos agressivos-defensivos que se vão transformando em emoções, prioritamente egoicas, em contínuos conflitos com o Si-mesmo e com todos aqueles que fazem parte do grupo social onde se movimentam. Inevitalmente, as imposições inferiores são muito mais fortes do que aquelas que proporcionam a ascensão espiritual, liberando o orgulho, a inveja, o ressentimento, a agressividade, o despotismo, a perseguição, a mentira, a calúnia e outros perversos comportamentos que defluem do ego atormentado.

Toda vez, quando o indivíduo se sente ameaçado na sua fortaleza de egotismo pelos valores dignificantes do próximo, é dominado pela inveja e investe furibundo, atacando aquele que supõe seu adversário.

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A família consangüínea é a lavoura de luz da alma, dentro da qual triunfam somente aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade.

De quando a quando, o amor nos congrega, em pleno campo da vida, regenerando-nos a sementeira do destino.

Geralmente, não se reúnem a nós os companheiros que já demandaram à esfera superior, dignamente areolados por vencedores, e sim afeiçoados menos estimáveis de outras épocas, para restaurarmos o tecido da fraternidade, indispensável ao agasalho de nossa alma, na jornada para os cimos da vida.

Muitas vezes, na condição de pais e filhos, cônjuges ou parentes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos

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Na Terra, habitualmente, esperamos encontrar, em nossos filhos, gênios de grandeza moral. De igual modo, quando na condição de filhos, desejamos possuir nos pais modelos intocáveis de virtude.

Mais longamente internados na escola física vamos reconhecendo, a pouco e pouco, seja qual seja a posição que nos cabe no mundo, que somos o que somos, criaturas ainda incompletas a caminho da perfeição, unidas transitoriamente umas às outras, entre as paredes do lar ou nos compromissos domésticos para fins de resgate ou burilamento.

Reflete nisso. E se a vida te entregou a pais ou mães difíceis, que não puderam ou não te podem apresentar, por agora, dia por dia, inalteravelmente uma certidão de irrepreensibilidade, não deixe de amá-los e respeitá-los mesmo assim.

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Mal – será sempre engano, erro, desequilíbrio, desajuste. E para recuperar-lhe convenientemente as vítimas, a primeira atitude é a do entendimento que nasce da compaixão.

Assim sucede porque a queda moral, no fundo, significa extravasamento da carga de emoções e idéias negativas que criamos em nós.

Quando anotes a presença de companheiros caídos em perturbação, reflete, sobretudo, no esforço imenso que despenderam para suportar a pressão dos próprios conflitos na intimidade da cela carnal em que provisoriamente residem.

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Ora e confia, alegrando-te quando sob chuva de calhaus e sorrindo quando jornadeando sobre cardos, deixando pegadas de dor e de júbilo pelo caminho, a fim de que demonstres que segues Aquele que, aparentemente morreu vencido em uma cruz de vergonha, e que, após essa máxima cilada dos maus, retornou Triunfante conforme prometera.

Nunca revides, mesmo quando agredido, desperdiçando valiosa quota de energia com o que realmente não tem significado real, exceto aquele que lhe atribuis.

Age com bondade e sê fiel em qualquer circunstância do ideal ao qual te afervoras.

Dulcifica-te e não reajas ao mal.

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Eu tenho saudades de tudo que marcou a minha vida .
Quando vejo retratos,
quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades...

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Na praça movimentada de um grande centro urbano, por onde circulam milhares de pessoas diariamente, eis que uma pessoa solitária estende um cartaz que diz: Abraçosgrátis.

Possivelmente já tenhamos visto alguns vídeos que circulam pela Internet, mostrando cenas muito interessantes e emocionantes envolvendo os heróis dos free hugs, dos abraços grátis.

Segundo o site free hugs movement, o registro mais antigo desse tipo de manifestação coletiva aconteceu em 1986, quando o reverendo Kevin Zaborney criou em sua igreja o Dia nacional do abraço, celebrado todo ano, emvinte e um de janeiro.

Posteriormente, a esse movimento aderiram outras instituições como ONGs, hospitais, escolas dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Austrália, Alemanha e Rússia.

Em 2001, Jason Hunter deu início ao movimento Abraços grátis, após a morte de sua mãe.

Um dia, que começou em completa tristeza, terminou em grande alegria porque eu percebi que minha mãe tinha feito exatamente o que Deus solicitou dela. – Disse ele sobre o acontecido, no site da sua campanha.

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Preconceito é o conceito formado com base em julgamento próprio, com tom depreciativo. Deriva de análise tendenciosa, discriminatória.

Trata-se de um pré-julgamento, em que se desconhecem os detalhes. Define-se algo ou alguém, de acordo com nossos olhos de ver.

Isso tem causado muitos dissabores, no mundo, e continua a causar. Porque quem julga previamente não tem o cuidado de ficar com o conceito para si, mas o transmite a outros.

E esses, em ouvindo, não indagam se aquilo é verdadeiro ou não. Simplesmente admitem que seja.

Quando sabemos de alguém que se consorcia com outrem em que a diferença de idade é grande, a primeira pergunta que nos vem à mente é: Por que se casaram?

Se uma das pessoas tem fama, ou dinheiro, ou poder, logo cogitamos que o motivo para o consórcio seja do outro se aproveitar de um desses itens.

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Na vida social, o homem é convidado a partilhar as experiências dos semelhantes.

Em situações as mais diversas, ele presencia o espetáculo das dores e alegrias humanas.

De modo curioso, costuma ser mais fácil participar ativamente das derrotas do que das vitórias alheias.

Ante a fome ou a enfermidade, ordinariamente surge um apelo aos sentimentos mais elevados.

Eles concitam o ser humano a mover as mãos em auxílio, de modo automático e rápido.

Sem dúvida, todo socorro que se oferta a alguém que sofre é valioso.

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Francisco Cândido Xavier foi um homem que viveu semeando a palavra do Cristo. Através das suas atitudes, pregou a paz e ensinou a caridade. Sua vida foi um exemplo de conduta cristã.

Médium, viveu por noventa e dois anos, foi desprezado por muitos e durante sua vida sofreu ofensas e insultos, tendo passado imune a tudo.
Em uma de suas muitas frases que ficaram registradas, ele disse:

Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado. E não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse.

Esta frase nos faz refletir sobre a forma como agimos diante das ofensas que sofremos. No cotidiano, nos deparamos com situações que põem à prova a nossa conduta.

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Um velho carpinteiro estava em vias de se aposentar. Chegou ao seu superior e informou a decisão. Os anos lhe pesavam muito e ele desejava uma vida mais calma.

Queria descansar um pouco, estar mais com a família, despreocupar-se de horários e rígidas disciplinas que o trabalho lhe impunha.

Porque fosse um excelente funcionário, seu chefe se entristeceu. Perderia um colaborador precioso.

Como última tarefa, antes de deixar seu posto de tantos anos, o chefe lhe pediu que construísse uma casa. Era um favor especial que ele pedia.

O carpinteiro consentiu. À medida que as paredes iam subindo, as peças sendo delineadas, o acabamento sendo feito, podia se perceber à distância que os pensamentos e o coração do servidor não estavam ali.

Ele não se empenhou no trabalho. Não se preocupou na seleção da matéria-prima, de forma que as portas, janelas e o teto apresentavam sérios defeitos.

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Sempre há em nossas vidas aqueles momentos de reflexão mais profunda. Sempre haverá dias onde a alma se propõe a fazer um balanço da própria vida.

Algumas vezes isso se dá em dias de aniversário, onde a contagem de mais um ano propicia tal reflexão. Também nos ocorrerá algumas vezes no Reveillon, quando o rito da passagem de ano nos enseja muitas questões.

Outras vezes paramos para pensar sobre o tempo e a vida, e a vida que levamos, quando alguma perda mais intensa nos ocorre, como por exemplo, a desencarnação de um ente querido.

Inevitavelmente, os dias de balanço e análise da vida chegam. E devem chegar realmente, pois são extremamente oportunos.

Afinal, ninguém conseguirá o sucesso de uma longa empreitada sem fazer avaliações e análises periódicas, a fim de saber a quantas anda e por quais caminhos segue.

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Quantas vezes você já se disse cansado, estressado, desanimado? Quantas vezes a vida lhe pareceu pesar sobre os ombros, como se carregasse o mundo e se sentiu quase a soçobrar?

Já se indagou, alguma vez, por que esse seu estado de ânimo?

Você poderá responder que é o cansaço da luta diária, que já não é tão jovem, que os anos contam na economia do corpo, que as forças já não são as mesmas, que as lutas recrudesceram.

Tudo isso pode ser verdade, parcialmente. No entanto, por vezes, elegemos alguns itens como prioritários em nossa vida, sem que realmente o sejam.

Isso nos remete a um fato que ouvimos e que buscaremos narrar, ao sabor da nossa própria emoção.

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Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.

O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia.

Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção. Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares.

Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca.

Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava.

Aproximou-se meio sem jeito e perguntou:

Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe:

Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.

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