Perguntas respondidas de uma forma simples e de fácil entendimento pela escritora Saara Nousiainen


Ouve-se muito falar em Espíritos sofredores. 0 que são eles?

Um Espírito sofredor é como alguém que muda para um país estranho, mas sem o cuidado de se preparar para a nova situação.

Todos sabemos que um dia teremos de fazer a "grande viagem". Ocorre que essa idéia nos assusta, nos apavora tanto que preferimos não pensar no assunto, e continuamos fazendo de conta que vamos viver para sempre.

Os outros irão, nós não. E então, um belo dia, chega a nossa vez. Morre nosso corpo físico e nos transferimos para a dimensão espiritual.

Que preparo é esse de que você falou?

 

As pessoas geralmente são muito apegadas ao corpo carnal e às coisas materiais, como se tudo se restringisse à matéria e, com isso, seus sentidos espirituais ficam embotados e então, quando esse tipo de pessoa desencarna, dificilmente toma conhecimento do que lhe aconteceu.

Percebe que algo estranho está ocorrendo, mas como não se encontra no Céu nem no Inferno, e nem mesmo no Purgatório, não aceita a ideia de ter morrido.

Pior ainda, quando se trata de um ateu, porque sua mente, cristalizada na idéia de que a morte é o fim, nem se ocupa com a possibilidade de ter desencarnado.

Esses Espíritos então voltam ao antigo lar, ou aos locais costumeiros, falam com as pessoas e elas não os percebem. Muitos, nessa situação, ficam desesperados, acreditando que enlouqueceram ou que estão vivendo um pesadelo.

Outros acabam desconfiando de que talvez tenham morrido, mas mesmo assim, a maioria deles não aceita essa possibilidade e continua fazendo de conta que nada mudou.

Então se acomodam como podem a essa nova situação e vão tocando a vida, perturbando os familiares, os amigos, os ex-colegas de trabalho ou lazer, transmitindo aos mais sensíveis os seus achaques, suas dores, amarguras, seu mau humor...

Esse é um dos tipos de Espíritos sofredores.

E aquelas estarias que se escuta por aí, de espíritos que ficam vinculados a objetos que lhes pertenceram na Terra?

Muitas teem fundamento porque, ao desencarnar, o ser penetra num ambiente onde atuam com muito maior vigor às forças da mente e das emoções, e quando alguém tem amor excessivo por um objeto, esse amor, esse apego pode agir como um poderoso ímã.

E, como o Espírito não tem mais condição de amar sobre a matéria densa, permanece ali, nas proximidades daquele objeto, pelo tempo que for preciso para se libertar desse apego prejudicial.

Mas esses casos relacionados a objetos parece que são bastante raros.

No entanto, é muito grande o número de Espíritos que permanecem nos ambientes onde viveram, agarrados aos parentes e aos amigos, perturbando e prejudicando essas pessoas.

De que maneira um Espírito desses pode prejudicar alguém?

De várias maneiras, mas principalmente por lhe transmitir seus fluidos doentios, suas emoções negativas. Nas sessões espíritas de atendimento a esses sofredores, é que se pode ver até que ponto eles podem prejudicar.

Só como ilustração, vou contar um fato que aconteceu há muitos anos, em Fortaleza, com uma senhora que sofria de problemas cardíacos. Ela foi tratada pelos melhores cardiologistas da cidade, durante três anos e meio.

A família precisou até mesmo vender alguns bens para financiar o tratamento. Foi quando o médico prescreveu um exame mais sofisticado e perigoso. O marido, já desesperado, resolveu levá-la a São Paulo, onde foi examinada pelo professor Zerbini, uma das maiores autoridades brasileiras em cardiologia naquela época e que fez o primeiro transplante de coração, no Brasil.

Pois bem, Dr. Zerbini, feitos os exames que solicitou, assegurou-lhe, muito honestamente, que seu problema nada tinha a ver com o coração ou com o sistema circulatório, seria talvez uma inflamação na caixa torácica.

De volta a Fortaleza e como os novos tratamentos não surtiam efeito, ela decidiu encarar a doença, dizendo a si mesma que não tinha nada.

Isso funcionou por algum tempo, mas de repente veio a dor de cabeça, terrível e constante.

Nenhum remédio surtia efeito, e já faziam dezoito ou vinte dias que a dor não passava, quando o médico receitou um analgésico mais forte, desses que fazem uma pessoa dormir um dia inteiro.

Mas ela não dormiu e a dor de cabeça não passou.

Essa senhora era católica fervorosa e, como toda boa católica, tinha horror ao espiritismo.

Mas a dor era tanta que ela resolveu acompanhar uma amiga que a levou a um médium de excelentes faculdades.

O médium olhou para ela e disse: "A. senhora foi muito longe atrás de cura, mas não conseguiu. Isto porque o seu problema é puramente espiritual".

Aquela senhora recebeu o primeiro passe, de uma série que lhe foi receitada, e voltou para casa.

No meio do caminho, a dor de cabeça já havia desaparecido, e ao final do tratamento ela estava perfeitamente curada.

Tanto as crises cardíacas quanto as dores de cabeça resultaram da presença de um espírito sofredor.

E aquele Espírito sofredor era algum parente dela?

Não. Nem sempre eles são parentes, amigos ou mesmo meros conhecidos.

Informam alguns estudiosos que os médiuns, de forma mais intensa, emitem certo tipo de energia através dos chacras, e que Espíritos sofredores muitas vezes se acoplam a eles para se nutrirem com essas energias.

E quais são os outros tipos de Espíritos sofredores?

Outro tipo é daqueles que desencarnaram por enfermidade.

Sabemos que as doenças, principalmente aquelas de longo curso, geram reflexos no corpo espiritual.

Então esses Espíritos que não tiveram uma melhor educação com relação às questões espirituais, continuam sentindo as mesmas dores e sofrimentos de antes e a sua presença aqui, entre nós, pode ser bastante prejudicial.

Todo mundo conhece algum caso de pessoa que adoeceu, foi ao médico, se tratou sem qualquer resultado, e, de repente alguém lembrou que os sintomas dessa pessoa eram iguais às de algum parente ou amigo que desencarnou.

O doente então é levado a um Centro Espírita, recebe uns passes e fica curado. Não foi milagre. O que ocorreu é que o Espírito do parente ou amigo desencarnado havia se imantado a ele, nutrindo-se das suas energias e lhe transmitido os sintomas da sua doença.

Esses Espíritos sofredores que agem assim, na maioria das vezes o fazem de forma instintiva, sem consciência do mal que podem estar causando. Isto é muito mais comum do que se pensa.

E só um passe resolve a situação?

Os passes ministrados num Centro Espírita são apenas o primeiro passo, porque teem a finalidade de desligar o espírito sofredor de seu hospedeiro, mas em seguida ele recebe esclarecimentos e o tratamento necessário à sua recuperação.

Você quer dizer que uma pessoa pode continuar doente depois da morte?

O corpo físico e espiritual estão intimamente ligados, célula a célula, órgão a órgão, um sofrendo influência do outro e ambos da mente e das emoções.

O corpo espiritual, como é natural, é o mais sensível e o mais influenciável.

Então, na dimensão espiritual a criatura fica muito mais a mercê dos próprios pensamentos e emoções, e quando sua mente continua alimentando aquelas imagens da enfermidade que sofreu, transfere tais sintomas ao seu perispírito.

Quando um espírito começa a pensar nas doenças que teve, passa imediatamente a senti-las em si mesmo.

Isso quer dizer que existem Espíritos doentes?

E como existem! Uma das grandes atividades na dimensão espiritual é justamente a medicina e a enfermagem no atendimento a essas criaturas, embora com métodos diferentes dos adotados na Terra.

Eles utilizam principalmente a conscientização quanto à sua condição de Espíritos desencarnados, a educação da mente e das emoções, o passe e a água magnetizada.

Se bem me lembro você disse que em Nosso Lar há hospitais. Será que por lá também há clínicas, equipamentos de diagnóstico por imagem, laboratórios e tudo o mais?

Nas cidades e colônias espirituais que se situam nas faixas mais próximas há, sim, grandes hospitais que atendem a Espíritos procedentes tanto daqui, da Terra, quanto de regiões umbralinas, e existem também postos de socorro em várias regiões do Umbral.

Os exames de laboratório e diagnóstico por imagem, como você diz de forma um tanto sarcástica, são feitos pelos próprios médicos que podem ver o Espírito doente por dentro.

São muitos os Espíritos-médicos que exercem atividades aqui na Terra, por meio de médiuns, como foi o caso, por exemplo, do Dr. Fritz.

Mas há ainda outros tipos de Espíritos sofredores, aqueles que vivem nas zonas espirituais inferiores, mas conforme vão compreendendo seus erros, se arrependendo sinceramente, vão sendo resgatados por equipes espirituais e levados aos hospitais de que falei, onde são tratados e preparados para novas encarnações ou para outras etapas evolutivas, assim como aconteceu com André Luiz.

Cada qual encontra no outro lado da vida as condições que ele próprio criou, e a esmagadora maioria das pessoas que desencarna, chega ao plano espiritual na condição de sofredor.

E quando alguém acredita que está sendo assediado por um Espírito sofredor, o que deve fazer?

Procurar um Centro Espírita e expor o problema. Ali, ele vai receber o passe ou uma série de passes que, na maioria das vezes, conseguem o desligamento do sofredor.

Este é então devidamente encaminhado porque, como o Espírito, deve afastar-se dos nossos ambientes, a fim de dar continuidade à sua evolução.

Deve reintegrar-se à vida no mundo espiritual e retomar seus aprendizados.

Mas se é assim, então as pessoas com esse tipo de problema e que não vão a um Centro Espírita por um motivo ou outro, passariam o resto da vida com o Espírito sofredor imantado a eles?

Em muitos casos, os Espíritos que trabalham na Terra fazendo o bem, encarregam-se de afastá-los e levá-los a algum Centro Espírita para serem atendidos ou mesmo a algum posto de socorro na dimensão espiritual. As vezes, os próprios guias espirituais de quem está sofrendo esse assédio, deixam o problema persistir, como um chamamento para ela e para a família, no intuito de que seus membros comecem a se conscientizar das realidades espirituais.

Por que há Espíritos que preferem permanecer na Terra?

Porque viveram muito ligados às coisas materiais. Eles não desenvolveram seus sentidos espirituais a ponto de sentirem o chamamento superior.

O que os atrai é a matéria, os bens que deixaram, as suas curtições, as pessoas que consideram suas. E os familiares também têm culpa porque, com raras exceções, ficam chorando e chamando por eles.

Muitas pessoas acreditam que alguém, só porque morreu, passou a ter poderes, a conhecer tudo, e então ficam chamando por ele para vir resolver seus problemas e até mesmo para lhes dizer qual é o número que vai dar na loteria.

Essa falta de conhecimento das coisas espirituais cria, por vezes, verdadeiro comércio entre os vivos aqui na matéria e os vivos na outra dimensão.

Em outros casos, é o apego dos familiares que atrai o espírito, imantando-o, ficando difícil de ele conseguir se libertar. Por isso, podemos chorar pelos que partem, mas nunca com aquele desejo de retê-los conosco.

Se amamos realmente o nosso ente querido que desencarnou, devemos orar por ele, pedindo a Deus para que lhe dê equilíbrio e bem-estar, e para que ele tenha a força necessária para partir em busca de reconstruir sua vida, agora, na outra dimensão.

Lá, ele terá a assistência de outros membros da sua família espiritual.

Todas as pessoas que morrem ficam nesse estado de sofrimento?

Não, não. Somente sofrem aqueles que são muito apegados às coisas materiais; os que não querem aceitar a vontade de Deus; os que são adeptos da lei do menor esforço, e também aqueles que não desenvolveram o amor ao próximo, que viveram só para si mesmos, para as suas curtições, prazeres e pesares.

Os que vivenciaram o bem, a fraternidade, enfim, os que têm merecimento, ao desencarnarem são recebidos pelos benfeitores e encaminhados a um hospital ou a seus lares na dimensão espiritual.

Muitos são recebidos com festas pelos amigos que lá deixaram, antes de reencarnar.

Enquanto os familiares da Terra choram e se desesperam, na dimensão espiritual o recém desencarnado é recebido com muita alegria. Isto, quando ele cumpriu bem o seu programa reencarnatório.

Você disse: seus lares na dimensão espiritual. Existe isso?

Por que não existiria? Quando um Espírito, habitante de determinada colônia espiritual reencarna, ele deixa seu lar, sua família espiritual, seguindo para essa nova etapa evolutiva na Terra, e quando regressa, retorna a seu lar.

É bem provável que isto não seja uma regra geral, mesmo porque aqui na Terra também há os que preferem morar sozinhos.

Os Espíritos também têm o seu espaço na outra dimensão, seus aprendizados, estudos, trabalho, lazer, família... Só que lá, há muito mais sinceridade e transparência nas atitudes do que aqui.

Isto, com relação aos planos mais elevados, porque nas regiões inferiores, a maldade e a baixeza em todas as suas formas, faz em morada.

0 que deve fazer, ou como deve agir alguém quando perde uma pessoa querida?

Em primeiro lugar, mudar esse enfoque de perda para ausência, e lembrar sempre que se quiser ajudar o ente querido nesse transe deve orar por ele, com serenidade e paz no coração, porque aqueles que partiram necessitam da nossa paz, da nossa aceitação para poderem se recompor, se ree¬quilibrar nessa nova condição na qual se encontram.

Um Espírito benfeitor certa vez se manifestou num Centro, pedindo para que fosse dado um recado aos familiares de um jovem recém-desencarnado, informando que as lágrimas dos familiares caíam sobre ele como chumbo fervente, provocando muito sofrimento.

Mas isso é desumano. Pedir que não se chore a morte de uma pessoa amada, é demais.

Não se trata de não chorar, mas de não chorar com desespero. Sentir saudade é natural, mas quando amamos de fato a alguém, fazemos o possível para vê-lo em paz, e com bem-estar.

Assim, ao invés das lágrimas de desespero, devemos orar, pedindo aos seres superiores que amparem nosso ente querido e para que ele tenha paz, serenidade e que possa se recuperar rapidamente dos traumas da desencarnação.

Eu tenho uma amiga que perdeu a mãe há alguns meses e, sempre que ela se encontra em alguma dificuldade, faz uma oração para a mãe, pedindo ajuda. Ba acredita que a mãe realmente a tem ajudado. Isso é possível?

E' difícil que alguém, com tão pouco tempo na dimensão espiritual, já esteja em condições de prestar ajudas, aqui na Terra.

O que geralmente acontece em situações assim, é que a oração feita por uma pessoa em aflição é captada nos planos superiores que enviam um Espírito capacitado, para ajudar.

Também é possível que seja mesmo a mãe dela, que ainda não se afastou e tenta ajudar como pode.
E' importante nunca orarmos para um Espírito de cuja evolução e capacidade não tenhamos segurança.

De que forma podemos saber se um Espírito está capacitado a nos ajudar?

Isto é muito difícil. Digamos que temos um parente ou amigo já desencarnado há muito tempo e que foi uma pessoa maravilhosa quando na Terra.

Acreditamos então que esse Espírito está em condições de nos ajudar, mas pode ocorrer que ele já esteja reencarnado, ou então envolvido em outras atividades na dimensão espiritual, ou ainda, que não tenha recebido qualquer treinamento para atuar junto aos encarnados.

0 que podemos fazer então para receber ajuda espiritual?

Orar a Deus, a Jesus, ou mesmo a algum santo como Francisco de Assis, ao Dr. Bezerra de Menezes, enfim, a um ser realmente superior.

As orações, quando partem do fundo da alma, sobem aos planos mais elevados, que saberão exatamente a quem enviar para nos dar o socorro solicitado.

Mas tem algum mal em orarmos para outros Espíritos, assim como um parente desencarnado, para pedir ajuda?

Não é bom ficarmos nos ligando mentalmente a Espíritos que poderão estar necessitados de paz, de tranquilidade. Para que incomodá-los?

Se estamos sofrendo e lhes pedimos ajuda, imagine o sofrimento deles, percebendo nossas dores, nosso pedido de ajuda e sem condições de atender.

Por isso é melhor nos dirigirmos ao nosso Pai celes¬tial, que sabe exatamente o que é o melhor para nós.

Como exemplo, vou contar uma anedota que circulou nos meios espíritas.

Havia um caminhoneiro que chamaremos de Tiago.

Ele era médium vidente e audiente, e percebia sempre a presença de um benfeitor espiritual que o aconselhava a uma conduta reta e a estudar espiritismo, para, no momento certo, iniciar o desenvolvimento da sua mediunidade.

Também havia outro Espírito, o Zé, que sempre estava por perto, dando-lhe conselhos sobre a melhor estrada, o lugar mais adequado para pernoitar e chegou mesmo a possibilitar-lhe alguns ganhos extras e a livrá-lo de alguns, perigos em razão dos seus conselhos.

Aos poucos, o Espírito benfeitor deixou de ter acesso ao Tiago, que estava sempre atento ao Zé, cuja presença lhe era muito mais agradável e vantajosa.

Certo dia, Tiago dirigia o caminhão carregado de mercadorias e o Zé, como sempre, no assento do passageiro. Em determinado momento, iam descendo uma ladeira e lá embaixo havia uma ponte estreita, que dava passagem a apenas um veículo de cada vez.

Do outro lado, ainda distante, viram uma jamanta vindo em sua direção. Tiago fez menção de parar o caminhão, mas o Zé disse: 'Pode ir que dá".

Tiago se acostumara tanto a atender as orientações lo Zé que pisou no acelerador, mas quando já ia chegando à ponte, vendo a jamanta se aproximando perigosamente, começou a pisar no freio, mas o Zé, todo importante, disse:

- "Pode ir que dá. Eu garanto."

E então, o que aconteceu?

Tiago pisou mais fundo no acelerador e entrou pela ponte a toda velocidade, mas a jamanta também já entrava pelo outro lado.

Assustado, Tiago olhou para o Zé e perguntou: "E agora?"

O Zé, com cara de menino apanhado em falta, disse: "Desculpe amigo. Não deu... Adeus que eu vou cair fora". Ato continuo, pulou para fora do caminhão, deixando seu pupilo à sua sorte.

FONTE: http://www.acasadoespiritismo.com.br/mundoespiritual/mundoespiritualpergsresps/espiritos%20sofredores.htm


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