O problema da mediunidade animal apareceu no tempo de Kardec e foi objeto de estudos e debates na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Tanto os espíritos, quanto Kardec e a Sociedade consideraram o assunto como sem fundamento. Os animais são nossos irmãos mais próximos na escala ontológica. Não só Darwin, como Roussel Wallace, antropólogo espírita, consideraram o animal como último elo da cadeia evolutiva que se encerra no homem. Depois da humanidade inicia-se um novo ciclo da evolução com a Angelitude. O Anjo é o homem espiritual, último produto da evolução ôntica da Terra, que no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo é representado com asas e aura luminosa. Não há descontinuidade na evolução. Tudo se encadeia no Universo, como acentuou Kardec.

A Ontogênese Espírita, ou seja, a teoria doutrinária da criação dos Seres (Do grego: onto é Ser; logia é estudo, ciência) revela o processo evolutivo a partir do reino mineral até o reino hominal. Essa teoria da evolução é mais audaciosa que a de Darwin. Léon Denis a definiu numa seqüência poética e naturalista: A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem. Entre cada uma dessas fases existe uma zona intermediária, como se pode verificar nos estudos científicos. Assim, a teoria espírita da evolução considera o homem como um todo formado de espírito e matéria. A própria evolução é apresentada como um processo dialético de interação entre esses dois elementos primordiais o espírito e a matéria .

 

Tanto na Ciência como na Filosofia essa teoria de evolução segue o mesmo esquema. Na Religião a encontramos no Oriente. O próprio Gênese, livro da Bíblia, como já vimos, admite essa teoria apresentando-a em termos simbólicos: Deus fez o homem do barro da Terra. Atualmente com os trabalhos famosos do Padre Teilhard de Chardin, até mesmo no Catolicismo a evolução se impõe em termos aproximados da teoria espírita.

Cada fase da evolução, definida num dos reinos da Natureza, caracteriza-se por condições próprias, como resultantes do desenvolvimento de potencialidades dos reinos anteriores. Só nas zonas intermediárias, que marcam a passagem de uma fase para outra, existe misturas de características anteriores com as posteriores. Por exemplo: entre o reino vegetal e o reino animal, há a zona dos vegetais carnívoros; entre o reino animal e o reino hominal, há a zona dos antropóides. No reino mineral, dividido do vegetal por espécies indefinidas em que se destacam os vegetais-minerais, as investigações cientítlcas descobriram a geração espontânea dos vírus nas estruturas cristalinas. A teoria da evolução se confirma na pesquisa científica por dados evidentes e significativos. Os vírus se situam na encruzilhada dos reinos mineral, vegetal e animal, como uma espécie de ensaio para os desenvolvimentos futuros.

A caracterização específica de cada reino define as possibilidades de cada um deles e limita-os em áreas de desenvolvimento próprio. A pedra não apresenta sinais de vida, o vegetal tem a vida, a sensibilidade, o animal acrescenta as características da planta a mobilidade e os órgãos sensoriais específicos, com inteligência em processo de desenvolvimento. Somente no homem, todas essas características dos reinos naturais se apresentam numa síntese perfeita e equilibrada, com inteligência desenvolvida, razão e pensamento contínuo e criador. Mas a mais refinada conquista da evolução, que marca o homem com endereço do plano angélico, é a Mediunidade. Função sem órgão, resultante de todas as funções orgânicas psíquicas da espécie, a Mediunidade é a síntese por excelência, que consubstancia todo o processo evolutivo da Natureza.

Querer atribuí-la a outras espécies, que não a humana, é simples absurdo. Por isso os que pretendem encontrá-la no plano zoológico a reduzem a um sistema comum de comunicação animal, desobedecendo-lhe a essência para só encará-la através dos efeitos. Os principais elementos que permitiram e asseguraram o desabrochar dessa flor estranha na Terra só apareceram no homem: a sensibilidade aprimorada ao extremo das possibilidades materiais, o psiquismo requintado e sutil, a afetividade elaborada aos impulsos da transcendência, a vontade dirigida por finalidades superiores, a mente racional e perquiridora, a consciência discriminadora e analítica, o juízo disciplinador e avaliador que se avalia a si mesmo, o arquivo imemorial como substrato funcional da memória nas profundezas do inconsciente, o pensamento criador e dominador do espaço e do tempo, a intuição inata de Deus como selo vivo atuante do Criador na criatura.

Onde, quando e como descobrimos toda essa riqueza interior nos animais, para que deles possa brotar a flor radiante da Mediunidade? as semelhanças do animal com o homem decorrem precisamente das diferenças que o situam em planos superpostos da realidade. O homem atrai o animal para seu plano superior como Deus nos atrai para divindade. A atração só pode agir na linha magnética das similitudes. Mas as similitudes precisam aglutinar-se como os dados da pesquisa se reúnem para tornar possível o processo da indução científica. O animal só terá condições para mediunidade quando atingir a síntese dos poderes dispersos nas espécies do seu reino para elevar-se ao plano humano. Mas então não será mais animal, será homem. Esta complexidade da exposição do problema mostra quanto a questão mediúnica é complexa, melindrosa, e não pode ser tratada através de simples opiniões nascidas de observações superficiais.

A Psicologia animal está hoje suficientemente avançada para nos mostrar que muitas manifestações da inteligência animal não passam de automatismos mal interpretados. Observações prolongadas e minuciosas, experiências mil vezes repetidas sob rigoroso controle revelaram as limitadas possibilidades de adaptação de animais a funções humanas. A distância entre o animal e o homem, segundo Kardec, pode ser comparada à distância entre o homem e Deus. Isso porque, no seu tempo, criaturas curiosas, imaginativas, mas inscientes, insistiam na existência da mediunidade zoológica e até mesmo, como se pode ver no O Livro dos Médiuns, na existência dos médiuns inertes, que seriam os objetos movimentados em sessões de efeitos físicos. Observadores inscientes e por isso mesmo precipitados viam nas mesas-girantes uma manifestação de vida e inteligência. Kardec esclareceu o problema mostrando que os espíritos davam às mesas e outros objetos através da impregnação fluídica, uma vida factícia, ou seja, artificial. Hoje não se fala mais em médiuns inertes, mas ainda se insiste no engano da mediunidade animal .

As pesquisas parapsicológicas atuais provaram que os animais possuem percepção extra-sensorial, que lhes permite perceber é presença de entidades espirituais de nível inferior. Certas faculdade, dos animais são mais agudas que as nossas, como a da visão na águia e no lince, a do olfato e da audição nos cães, a da direção nas aves e animais marinhos e assim por diante. São faculdades sensoriais desenvolvidas na medida das necessidades de sobrevivência de certas espécies. Se as nossas faculdades correspondentes são menos poderosas é por que ela nos convém em graus mais baixos, a fim de não perturbarem as faculdades superiores de que temos maior necessidade no campo da evolução espiritual. A percepção extra-sensorial é muita difundida no reino animal, mas sempre aplicada às necessidades vitais. Os espíritos incumbidos de zelar por este reino, em certos casos excitam as percepções animais para atender a circunstâncias especiais da vida humana. O episódio bíblico de Balaão, por exemplo, semelhante aos casos de animais que se recusam a passar num trecho de estrada porque este é assombrado - segundo as lendas do folclore nacional e internacional, - nada tem que ver com a mediunidade. Muitas vezes o animal se recusa porque percebeu na estrada, não um espírito ou um anjo de espada em punho (pura mitologia ingênua), mas porque percebeu a presença de uma serpente numa moita de mato.

Parapsicólogos católicos, como Robert Amadou, na França, serviram-se das provas da percepção extra-sensorial dos animais, para levantarem a tese de que as funções paranormais do homem deviam ser um resíduo da animalidade. Mas a maioria dos parapsicólogos europeus, norte-americanos e soviéticos, mostraram o contrário, que essas percepções desabrocham como novas possibilidades humana em face da Era Cósmica, em que os homens necessitarão dominar os espaços siderais. As pesquisas astronáuticas confirmaram isso de maneira eloqüente. A telepatia é hoje considerada como a única forma de comunicação possível dos astronautas com a Terra em distâncias cósmicas. A famosa experiência de Mitchel, na Apolo-14, liquidaram a pendência.

Há casos impressionantes de materialização de animais em sessões experimentais. Há casos espontâneos de aparições de animais-fantasmas em vários relatos de viagens e de pesquisas psíquicas. As pessoas que se deixam impressionar por esses casos certamente não se lembraram que as materializações são produzidas pelos espíritos, que tanto podem materializar uma figura humana, como um par de sapatos ou uma figura animal. Kardec nos dá, em O Livro dos Médiuns, excelente estudo sobre o laboratório do mundo invisível, em que todos esses casos são esclarecidos. Os espíritos superiores, explicam os processos científicos dessas manifestações, que, por outro lado, as conquistas recentes da Física e da Parapsicologia ajudam a esclarecer. Da mesma maneira porque agem sobre os objetos inertes, movimentando-os através de suas próprias vibrações fluídicas ou por meio de energias ectoplásmicas de um médium, os espíritos podem agir sobre os animais e as plantas, na produção de fenômenos de ordem física.

A psicocinesia, segundo as investigações de Rhine, Soal e Caringthon, nos Estados Unidos e na Inglaterra, provou de maneira incontestável a ação da mente sobre a matéria. As pesquisas soviéticas recentes, na Universidade de Kirov, demonstraram a existência do corpo bioplásmico não só no homem mas também nas plantas e nos animais. Pesquisas anteriores, realizadas na França por Raul Montandon, provaram a existência de uma estrutura energética em gafanhotos e outros pequenos animais. Essas estruturas não eram destruídas pela morte do animal sob ação de esguichos de éter, e os que não morriam deixavam ver ao seu lado, em fotos batidas com luz infravermelha, a silhueta perfeita da estrutura energética. Essas investigações científicas nos proporcionam informações importantes sobre os fantasmas de animais. A sobrevivência da forma animal confirma a teoria espírita a respeito, enquanto a psicocinesia revela a possibilidade de controle dessas formas pelo poder mental dos espíritos.

As manifestações de fantasmas animais não são naturalmente conscientes como as de criaturas humanas, mas são produzidas por entidades espirituais interessadas nessas demonstrações, seja para incentivar o maior respeito pelos animais na Terra, seja por motivos científicos. No tempo de Kardec, em meados do século passado, quando ainda vigorava na França e na Europa em geral a teoria cartesiana de que os animais eram máquinas, desprovidos de alma e movidos por mecanismos instintivos, as aparições de animais eram freqüentes. Nos Anais das Sociedades de Pesquisas Psíquicas há numerosos casos de manifestações animais na Inglaterra. Em São Paulo temos um caso famoso de materialização de um cão do então Governador Ademar de Barros, nas sessões do círculo de Odilon Negrão, com os médiuns de ectoplasmia D. Hilda Negrão e o médico Luiz Parigor de Sousa. Há visível interesse dos espíritos no sentido de demonstrar que os animais são realmente nossos irmãos pela carne e pelo espírito. Essas manifestações têm a evidente finalidade de auxiliar a evolução animal, chamando para eles a atenção dos homens que podem protegê-los.

O ponto de máximo absurdo nas teorias novas que estão surgindo sobre a mediunidade zoológica é a aceitação de incorporação dos espíritos humanos em animais. As lendárias metamorfoses de lobos em homens, e até mesmo a transformação de homens em porco pela vara mágica de Circe estão ressuscitando nesta contraditória antevéspera da Era Cósmica. A mediunidade nada tem a ver com essas lendas, que só podem interessar a escritores de livros da literatura fantástica. As comunicações mediúnicas são possíveis somente no plano humano, pelas razões que já expusemos acima e são mais que suficientes para afugentar as teorias de metamorfoses impossíveis. A Natureza emprega os processos de transformação das formas no desenvolvimento das espécies animais e no crescimento das criaturas humanas, sempre no âmbito de cada espécie e segundo as leis das lentas variações da formação dos seres. Jamais o Espiritismo admitiu excessos de imaginação que o fariam perder de vista as regras do bom-senso e a firmeza com que avança na conquista dos mais graves conhecimentos, de que a Humanidade necessita, para prosseguir na sua evolução moral e espiritual .

A tendência zoófila é muito difundida no meio espírita. Ao sentimento inato de amor pelos animais, os espíritas acrescentam os recursos doutrinários da sua racionalização. Vêem em cada animal uma alma em desenvolvimento, um espírito primário a caminho da humanização. Essa visão é verdadeira e contribui muito para melhorar a nossa maneira de encarar os animais como simples fornecedores de carne para a nossa mesa. Mas a falta de maior conhecimento da doutrina leva a maioria das pessoas zoófilas, a extremos ridicularizantes, como no caso da mediunidade animal. Muitos espíritas se surpreendem ao saber que O Livro dos Espíritos não condena a alimentação carnívora e se deslumbram com os livros onde ela é condenada. O exemplo da Índia seria suficiente para mostrar-lhes a razão da posição doutrinária. A subnutrição das populações indianas decorre em grande parte da zoolatria, da adoração de animais sagrados. O Espiritismo evita sacrificar o homem ao animal e ao mesmo tempo desviar os que o aceitam de um plano escorregadio de superstições. Nada é mais contrário ao racionalismo da doutrina e mais prejudicial à exata compreensão dos seus princípios do que o sentimentalismo extremado.

O sacrifício brutal e brutalizante de animais em nosso mundo é realmente repulsivo. Mas estamos num mundo inferior em que suas próprias condições naturais levam à isso. Um grave problema a propagação efetiva do vegetarianismo na Terra: o da proteína em quantidade suficiente e em condições de fácil assimilação pelo nosso organismo. A falta de alimentação protéica adequada gera as insuficiências orgânicas que acarretam o enfraquecimento das populações, a falta de resistência às doenças, o desgaste precoce das energias vitais. Onde escasseia a alimentação protéica aumentam as incidências de esclerose cerebral, inutilizando milhões de cérebros que muito ainda poderiam dar à coletividade. Cabe aos animais a função sacrificial de laboratórios protéicos da alimentação humana.

Somente agora os homens começam a perceber, graças ao avanço das ciências desse ramo, que uma organização social mais equilibrada e racional pode modificar esse quadro dantesco que levou Kardec a considerar a Terra como Purgatório e até mesmo como planeta infernal. Mas será necessária uma profunda transformação das estruturas sociais e econômicas para que as técnicas renovadoras modifiquem as condições brutais do nosso sistema alimentar, com o aproveitamento dos vegetais que, como a soja, podem substituir a alimentação carnívora. Para tanto, é necessário que os enorme recursos empregados pelas nações mais civilizadas no campo da guerra fossem desviados para o campo da paz, empregados no incentivo à produção agrícola e da fabricação de alimentos. Isso libertaria o homem da situação trágica do momento, em que ele é obrigado pagar o preço da sistemática matança de animais através da sistemática matança humana nos campos de batalha. Quando o homem descuida de seus deveres, suas próprias condições devida se incumbem de submetê-las aos resgates necessários da sua leviandade criminosa. Os arsenais gigantescos, carregados de armas arrasadoras, cobram dos homens o preço da morte dos matadouros e frigoríficos espantosos. Matamos milhões de animais para comer e acabamos empregando as energias proteicas dessa matança no suicídio coletivo das guerras de extermínio.

Esse panorama tenebroso é atenuado pelas esperanças do futuro. E, em nossos dias, contrabalançando a estultícia da pretensa mediunidade zoológica, começa alvorecer no campo mediúnico um tipo de mediunidade para o qual apenas alguns espíritas se voltam esperançosos. O Prof. Humberto Mariotti, filósofo espírita argentino, já bastante conhecido no Brasil por suas obras e suas conferências, é um zoófilo apaixonado. Em sua última viagem a São Paulo, trocamos idéias e informações a respeito do que podemos chamar de Mediunidade Veterinária. Não podemos elevar os animais à condição superior de médiuns, mas podemos conceder-lhes os benefícios da mediunidade. Mariotti possuía, como possuímos, episódios tocantes de sua vivência pessoal nesse terreno. A assistência mediúnica aos animais é possível e grandemente proveitosa.

O animal doente pode ser socorrido por passes e preces, até mesmo com os recursos da água fluidificada. Os médiuns veterinários, médiuns que se especializassem no tratamento de animais, ajudariam a Humanidade a livrar-se das pesadas conseqüências de sua voracidade carnívora. Kardec se refere, no O Livro dos Médiuns, a tentativas magnetizadoras, na França, de magnetizar animais e desaconselha essa prática em vista dos motivos contra a mediunidade animal. Entende mesmo que a transmissão dos fluídos vitais humanos para o animal é perigosa, em virtude do grande desnível evolutivo entre as duas espécies. Mas na Mediunidade Veterinária a situação se modifica. O reino animal é protegido e orientado por espíritos humanos que foram zoófilos na Terra, segundo numerosas informações mediúnicas.

O médium veterinário, como o médium humano, não transmite seus fluidos no passe por sua própria conta, mas servindo de meio de transmissão aos espíritos protetores. A situação mediúnica é assim muito diferente da situação magnética ou hipnótica. Ao socorrer o animal doente, o médium dirige a sua prece aos planos superiores, suplicando a assistência dos espíritos protetores do reino animal e pondo-se a disposição destes. Aplica o passe com pensamento voltado para Deus ou Jesus, o Criador e o responsável pela vida animal na Terra. Flui a água da mesma maneira, confiante na assistência divina. Não se trata de uma teoria ou técnica inventada por nós, mas naturalmente nascida do amor dos zoófilos e já contando com numerosas experiências no meio espírita.

Mariotti contou-nos tocante episódio de um gato que se afeiçoara a ele, ao qual socorreu várias vezes, e que na hora da morte foi procurá-lo em seu leito, lambendo-lhe o rosto como uma demonstração de gratidão ou pedido de ajuda, e expirando ao seu lado. Tivemos experiência com uma cachorrinha pequinês desenganada pelo veterinário. Com os passes recebidos durante a noite, amanheceu restabelecida. O veterinário assustou-se com seu estranho poder de recuperação. Um veterinário amigo e espírita contou-nos os seus sucessos no socorro mediúnico aos animais, ressaltando o caso de parto de uma vaca de raça, em que ele já se considerava fracassado. Recorreu à sua possível mediunidade veterinária e as dificuldades desapareceram. Tudo é possível no plano do bem, da prática do amor. A Mediunidade Veterinária, pode socorrer espíritas zoófilos que se deixam levar pela idéia absurda da mediunidade animal, dando-lhes a oportunidade de socorrer os animais com os recursos espíritas.


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