O que é o espiritismo?

Muitos são os motivos que nos levam à Casa Espírita: Pelo amor, pela dor, convite de alguém, hoje pela razão, etc...
E o que acontece? Assistimos palestras, recebemos o passe, tomamos água fluidificada e vamos embora. Somos espíritas apenas dentro da Casa Espírita, estas atitudes irão se repetir por longo tempo. Mas à medida que vamos estudando e compreendendo melhor os ensinamentos espíritas, sentimos que necessitamos nos integrar mais nas ações de reforma moral da sociedade, e nada melhor para fazermos isso do que iniciando por nós mesmos, ou seja, que sejamos espíritas na convivência com o mundo, e isso nos leva à nossa reforma moral.

Todo espírita estudioso caminha neste sentido, porque compreende que o Espiritismo como filosofia busca atingir o seu mais nobre objetivo, que é a reforma moral da criatura.

A grande maioria dos livros escritos pelas vias mediúnicas são ricos de ensinamentos e verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificação Kardequiana.

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No item I – Espiritismo e Espiritualismo, da Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, constante de O Livro dos Espíritos Kardec esclarece:

"Para as coisas novas necessitamos de palavras novas, pois assim o exige a clareza de linguagem, para evitarmos a confusão inerente aos múltiplos sentidos dos próprios vocábulos. As palavras espiritual, espiritualista, espiritualismo tem uma significação bem definida; dar-lhes outra, para aplicá-las à Doutrina dos Espíritos, seria multiplicar as causas já tão numerosas de anfibologia. Com efeito, o espiritualismo é o oposto do materialismo; quem quer que acredite haver em si mesmo alguma coisa além da matéria é espiritualista; mas não se segue daí que creia na existência dos Espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível.

Em lugar das palavras espiritual e espiritualismo empregaremos, para designar esta última crença, as palavras espírita e Espiritismo, nas quais a forma lembra a origem e o sentido radical e que por isso mesmo tem a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, deixando para espiritualismo a sua significação própria. Diremos, portanto, que a Doutrina Espírita ou Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se o quiserem, os espiritistas.
Como especialidade O Livro dos Espíritos contém a Doutrina Espírita; como generalidade liga-se ao Espiritualismo, do qual representa uma das fases. Essa a razão porque traz sobre o título as palavras: Filosofia Espiritualista."

Espiritualismo
Doutrina filosófica que admite a existência de Deus e da alma. Contrapõe-se ao Materialismo, que só admite a matéria.

Segundo o Materialismo no ser humano só haveria o corpo físico. Até as funções superiores como a memória, o raciocínio, as emoções, os sentimentos poderiam ser reduzidos a simples reações físico-químicas do sistema nervoso, do sangue, das glândulas internas. O Universo seria formado por acaso e seria explicado dentro das leis das ciências exatas (Matemática, Física, Química, Astronomia etc.). Esta é a tese do Materialismo Filosófico, que não deve ser confundido com o Materialismo Pragmático e Hedonista adotado por aquele que, embora se diga até mesmo religioso, só quer mesmo é gozar os prazeres da vida terrena, nem que seja em cima da miséria alheia.

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Médiuns interesseiros

304. Como tudo pode tornar-se objeto de exploração, nada de surpreendente haveria em que também quisessem explorar os Espíritos. Resta saber como receberiam eles a coisa, dado que tal especulação viesse a ser tentada. Diremos desde logo que nada se prestaria melhor ao charlatanismo e à trapaça do que semelhante ofício. Muito mais numerosos do que os falsos sonâmbulos, que já se conhecem, seriam os falsos médiuns e este simples fato constituiria fundado motivo de desconfiança. O desinteresse, ao contrário, é a mais peremptória resposta que se pode dar aos que nos fenômenos só vêem trampolinices Não há charlatanismo desinteressado. Qual, pois, o fim que objetivariam os que usassem de embuste sem proveito, sobretudo quando a honorabilidade os colocasse acima de toda suspeita?

Se é de constituir motivo de suspeição o ganho que um médium possa tirar da sua faculdade, jamais essa circunstância constituirá uma prova de que tal suspeição seja fundada. Quem quer, pois, que seja poderia ter real aptidão e agir de muito boa-fé, fazendo-se retribuir. Vejamos se, neste caso, é razoavelmente possível esperar-se algum resultado satisfatório.

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Se a lembrança das vidas passadas e o conhecimento do futuro fossem de essencial importância para o progresso do homem encarnado, a natureza teria-nos dotado de um sentido para tal.

Vejamos, então, o que nos falam os Espíritos sobre o conhecimento futuro.

Nas questões 868 a 871. de "O Livro dos Espíritos", eles tratam desse assunto. Dizem-nos eles que em princípio o futuro é oculto ao homem e só em casos raros e excepctonais permite Deus que seja revelado.

A finalidade de se conservar o futuro oculto ao ser humano reside no fato de que, se o conhecêssemos, negligenciaríamos o presente e não obraríamos com a liberdade com que agimos, porque nos dominaria a idéia de que, se uma coisa tem que ocorrer, inútil será ocupar-se com ela, ou então procuraríamos obstar a que tal coisa não acontecesse.

A certeza de um acontecimento venturoso nos lançaria na animação e a de um acontecimento infeliz nos encheria de desânimo. Não podemos esquecer de que uma das provas pela qual o espírito passa é a do livre arbítrio.

Se nossa liberdade de agir fosse influenciada por alguma coisa, aponto de entravá-la, a responsabilidade da ação seria menor ou nula. Por isso é que tanto o nosso passado espiritual quanto o conhecimento sobre o nosso futuro só são revelados em casos excepcionais e de forma natural, e isso quando o conhecimento prévio facilite a execução de alguma coisa.

 

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"Nada há encoberto que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido" - Jesus (Mateus, 10:26).  

Com esta pesquisa pretendemos fornecer algumas referências e subsídios sobre o assunto, que acreditamos serem úteis para novas pesquisas sobre o tema-título, ficando a critério de cada um ler, estudar, aprofundar e incorporar pela razão a aceitação ou não da existência real dos chamados espíritos elementais.  

1. Na Codificação - Obras Básicas O termo "elemental" não existe, nesta forma e com este nome especifico, dentro da Codificação Kardequiana. Assim como, também, muitos termos não foram usados nas Obras Básicas, mas que com o tempo foram sendo revelados e utilizados pelos Espíritos em obras complementares e incorporados ao vocabulário espírita corrente, termos como: "ovóides", "umbral", "vampi­rismo", "colônias espirituais", "zoantropia", "licantropia", "aura", etc.

O termo em si não existia, mas a idéia sim, porém com outros nomes, o que é o mais importante. Como dizem os Espíritos: "As palavras pouco importam. Compete-vos a vós formular a vossa linguagem de maneira a vos entender-vos" ("O Livro dos Es­píritos" (LE), questão 28).

Ou ainda: "estais sempre inclinados a tomar as palavras na sua significação literal" (LE, q. 54). Todavia, o termo "elemental" pode ser encontrado e citado por outros autores espíritas.

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O exorcismo clássico parte do pressuposto de que  existem demônios e como tal precisam ser  expulsos, diferentemente do que os  fatos espíritas vieram demonstrar O termo exorcismo (do grego exorkismós, "ato de fazer jurar", pelo latim exorcismu) designa o ritual executado por uma pessoa devidamente autorizada para expulsar Espíritos malignos (ou demônios) de outra pessoa que se encontre num estado considerado de possessão demoníaca. Pode também designar o ato de expulsar demônios por intermédio de rezas e esconjuros (imprecações).  

Nas culturas egípcia, babilônica, assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à ação dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A cultura ocidental recebeu essas idéias por meio da Bíblia e do Cristianismo primitivo.  

No Cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, "ato de fazer jurar", pelo latim exorcismu) é a cerimônia que objetiva esconjurar os Espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos, ou eliminar sua influência sobre pessoas, objetos, situações ou lugares.

Quando visa à expulsão de demônios, chama-se exorcismo solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos, conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos etc. Além disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente quando expressamente autorizados por bispos.  

O Antigo Testamento, embora reconheça a atuação do demônio a partir da tentação e da queda de Adão no paraíso, praticamente não alude a uma ação maléfica direta do diabo sobre os homens. Em o Novo Testamento, que não apresenta modificações essenciais no que se refere ao exorcismo, o Evangelho de Marcos é o que insiste de maneira mais realista nos exorcismos supostamente praticados por Jesus e por seus discípulos.

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As palavras “carma”, “destino”, “livre-arbítrio”, sempre provocam no ser humano, em geral, algumas dúvidas, questionamentos de natureza existencial, porque ainda que não tenhamos qualquer crença religiosa, mesmo sendo o mais “convicto” materialista, nossas dores morais e físicas, nossa felicidade e desditas, os acidentes de percurso da vida, despertam-nos para as realidades da alma humana.

- Ah, esse é meu destino, meu carma ! – Muitas e muitas vezes temos ouvido afirmativas como essa, de pessoas de diferentes classes sociais, cultura, profissão, religião, orientação sexual, e outros indicadores, conferindo às palavras carma e destino o mesmo significado: errado!

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Se, no estado sonambúlico, as manifestações da alma se tornam, de alguma sorte, ostensivas, seria absurdo pensar que, no estado normal, ela estivesse confinada em seu envoltório de maneira absoluta, como o caracol está encerrado em sua concha. Não é, de nenhum modo, a influência magnética que a desenvolve; essa influência não faz senão torná-la patente pela ação que exerce sobre os nossos órgãos. Ora, o estado sonambúlico não é sempre uma condição indispensável para essa manifestação; as faculdades que vimos se produzirem nesse estado, se desenvolvem, algumas vezes, espontaneamente no estado normal de certos indivíduos. Disso resulta, para eles, a faculdade de ver além dos limites de nossos sentidos; percebem as coisas ausentes por toda a parte onde a alma estende a sua ação; vêem, se podemos nos servir desta expressão, através da visão comum, e os quadros que descrevem, os fatos que contam, se apresentam a eles como o efeito de uma miragem, e é o fenômeno designado sob o nome de segunda vista. No sonambulismo, a clarividência é produzida pela mesma causa; a diferença é que, nesse estado, ela está isolada, independente da vida corpórea, ao passo que lhe é simultânea, naqueles que dela são dotados no estado de vigília.

A segunda vista quase nunca é permanente; em geral, esse fenômeno se produz espontaneamente, em certos momentos dados, sem ser um efeito da vontade, e provoca uma espécie de crise que modifica, algumas vezes, sensivelmente o estado físico: o olho tem alguma coisa de vago; parece olhar sem ver; toda a fisionomia reflete uma espécie de exaltação.

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A matéria ou o corpo material nada mais representa do que o invólucro grosseiro, provisório e descartável que, após um certo tempo de uso, o Espírito se livra dele pela desencarnação.

Quando encarnado, o ser invisível conserva os atributos de natureza espiritual e o exercício destas faculdades depende dos órgãos que lhes servem de instrumentos.

Naturalmente, destas condições, o Espírito vê suas forças um tanto cerceadas pelo efeito da matéria. Estes órgãos são, então, os instrumentos de manifestação da alma ou faculdades que, quanto ao seu desenvolvimento, dependem da qualidade do Espírito. Este traz certas predisposições, admitindo para cada uma delas um órgão correspondente no cérebro.

As faculdades não se originam nestes órgãos, mas são elas que conduzem o seu desenvolvimento.   Sempre que se trata do assunto Idiotismo ou dos mais variados tipos de loucura, defrontamo-nos com a eterna : estes doentes tem uma alma ou Espírito inferior? A resposta é sempre clara e objetiva.

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Vibrações curadoras - Vibrações de Amor e Fé curam os males físicos e espirituais, todos temos condições de amenizar a dor do outro ou a nossa própria dor, basta que façamos vibrações positivas e de coração àqueles que necessitam da nossa ajuda, com certeza seremos  atendidos pela Providência Divina.

Jesus que foi o maior médico de todos, curou apenas com seu amor e devotamento ao próximo e deixou a nós seus irmãos este ensinamento maravilhoso, mas poucos sabem utilizar-se dessa dádiva, porque ainda somos pequeninos diante de tanta grandeza benéfica, nos sentimos inseguros diante da doença ou das dificuldades que são inerentes ao nosso fortalecimento e crescimento espiritual.

Somos capazes de promover maravilhas através de nossas vibrações de amor e carinho, por isso a importância de estarmos com nosso coração aberto para dar e receber as bençãos que nos são enviadas através das preces que oferecemos ao Alto a nosso favor ou a favor de alguém.
Viva intensamente as vibrações positivas que são designadas a você através de pensamentos e sentimentos salutares, diante de tantos benefícios que as vibrações curadoras nos dão, não temos o direito de desperdiçar nossas forças com sentimentos pequenos e com pensamentos negativos, devemos sim agradecer a oportunidade da mudança consciente e da ajuda constante ao nosso próximo, pois necessitamos uns dos outros para avançarmos positivamente na evolução da vida.

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O Espírito se lembra de sua existência corporal, isto é, tendo vivido muitas vezes como homem, ele se lembra do que foi, e às vezes até ri por sentir dó de si mesmo.

Nota de Allan Kardec: Assim como o homem que, atingindo a idade da razão, ri das loucuras de sua juventude ou das ingenuidades de sua infância.

A lembrança da existência corporal não se apresenta ao Espírito de maneira completa e de súbito, após o desencarne, ele a revê pouco a pouco, como algo que sai de um nevoeiro, e à medida que fixa sua atenção.

O Espírito se lembra das coisas em razão das conseqüências que tiveram sobre a sua situação de Espírito. Mas devemos compreender que há muitas circunstâncias da vida às quais o Espírito não dá a menor importância e que nem mesmo procura delas se lembrar. Ele pode lembrar, se quiser, dos detalhes e de incidentes mais minuciosos, seja dos acontecimentos, ou até mesmo de seus pensamentos; mas quando isso não tem utilidade, não o faz.

O Espírito certamente entrevê o objetivo da vida terrestre com relação à vida futura, a vê e a compreende bem melhor do que quando encarnado. Compreende a necessidade de depuração para chegar ao infinito e sabe que em cada existência se liberta de algumas impurezas.

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