O que é o espiritismo?

 

 
Irmão Saulo
 
Uns não acreditam nas comunicações dos espíritos, outros acreditam demais e querem obtê-las com a facilidade de uma ligação telefônica. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra! Se as comunicações entre as criaturas terrenas nem sempre são fáceis, que dizer das que se processam entre os espíritos e os homens? Muita gente procura o médium como se ele fosse uma espécie de cabina telefônica. Mas nem sempre o circuito está livre e muitas vezes o espírito chamado não pode atender.

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Allan Kardec publicou em setembro de 1865, na Revista Espírita, uma matéria relatando um caso de cura espiritual de uma fratura sofrida no antebraço pela Sra. Maurel.


Vamos ao resumo do ocorrido, remetendo o leitor à Revista Espírita, a fim de que leia a história na íntegra.
  “No dia 26 de maio daquele ano a Sra. Maurel que era médium vidente e psicógrafa mecânica, caiu vindo a fraturar o antebraço direito com distenções no punho e cotovelo.

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Todo grande pensamento ou idéia religiosa não surge de repente, mas há que se haver uma preparação do solo para que a semente seja lançada e frutifique.  Assim ocorreu com o Espiritismo cujo Codificador, Allan Kardec estudou por 35 anos o Magnetismo Animal ou Mesmerismo antes de se dedicar à Doutrina Espírita.


A Homeopatia, criação inspirada de Samuel Hanehmann, e o Magnetismo, proporcionaram o  enraizamento de idéias que preparavam as almas européias sensíveis a pensarem o Ser Humano como um ser bio-psico-social dotado de uma alma, componente de uma centelha  que sustenta a vida. Não mais a influência de uma medicina medieval, materialista, mecanicista, mas uma ciência médica voltada para enxergar homem e o princípio vital contido em seu espírito

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(matéria publicada na Folha Espírita em junho de 2004)
A Folha Espírita transcreve entrevista da Dra Marlene Nobre (Presidente da AME-Brasil e AME-Internacional) à revista Psychic World e realiza entrevista com o Dr. Sérgio Felipe Oliveira (AME-SP), psiquiatra  

Psychic World – Dra. Marlene, gostaria de colocar uma questão crucial para você, sobre o que é comumente chamado de esquizofrenia. Hoje, quando alguém ouve vozes é tido como esquizofrênico, recebe fortes sedativos e, freqüentemente, é internado em hospitais de unidades psiquiátricas, registrado como mentalmente instável. Uma definição praticamente irreversível e para o resto de sua vida. De fato, freqüentemente, não o é de verdade e não recebe tratamento... mas recebe, por períodos indefinidos, sedativos que fazem estragos. Acho isso uma situação intolerável... O que você me diz sobre isso?  

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(Complemento do artigo Mediunidade e Obsessão) 

A obsessão, como dissemos, é um dos maiores escolhos da mediunidade. É também um dos mais frequentes. Assim, nunca serão demais as providências para combatê-la. Mesmo porque, além dos prejuízos pessoais que dela resultam, constitui um obstáculo absoluto à pureza e à veracidade das comunicações. A obsessão, em qualquer dos seus graus, sendo sempre o resultado de um constrangimento, e não podendo jamais esse constrangimento ser exercido por um Espírito bom, segue-se que toda comunicação dada por um médium obsedado é de origem suspeita e não merece nenhuma confiança. Se, por vezes, se encontrar nela algo de bom, é necessário restringir-se a isso e rejeitar tudo o que apresentar o menor motivo de dúvida.

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Fluidos: É importante emitir ondas de paz e luminosidade no ambiente

Renato Lass

Quando as pessoas estão mergulhadas em um mesmo tanque com água, qualquer movimento de uma delas fará com que os outros sintam ondulações formadas na água trazendo sensações para todos.

Todos nós estamos mergulhados no fluido divino, o chamado fluido cósmico universal, envolvidos pela lei de ação e reação. Essa lei é automática.

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“Da mesma maneira como existem infecções orgânicas, acontecem também às fluídicas”. Muitos desencarnados, movidos por vingança, empolgam a imaginação dos adversários encarnados, com formas mentais monstruosas, classificadas pelos instrutores como "infecções fluídicas", com grande poder destruidor, podendo levar até à loucura.

(...) É possível compreender, assim, os casos de possessos, relatados nos Evangelhos, que se curaram de doenças físicas ou de profunda deterioração mental, quando os Espíritos inferiores, que os subjugavam, foram retirados pela ação curadora de nosso mestre Jesus ou dos apóstolos. Mas não podemos nos esquecer que os encarnados também produzem larvas mentais, que são vampirizadas pelos desencarnados. Como vemos, na estrada do psiquismo,sempre existe dupla mão.

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Como é que Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, pode imiscuir-se em detalhes ínfimos, preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo? Tal é a pergunta que muitas vezes se faz.

Em seu estado atual de inferioridade, só dificilmente os homens podem compreender Deus infinito, porque eles próprios são finitos, limitados, razão por que o imaginam finito e limitado como eles mesmos; representando-o como um ser circunscrito, dele fazem uma imagem à sua semelhança. Pintando-o com traços humanos, nossos quadros não contribuem pouco para alimentar este erro no espírito das massas, que nele mais adoram a forma que o pensamento.

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1. BATISMO

- Mamãe, quero ser batizado.
 Por que, meu filho?
- Meus amiguinhos, na escola, dizem que irei para o inferno!
E AÍ, como sair desta situação?   Diálogo como este, exprime as dificuldades de crianças cujos pais participam de movimentos religiosos onde não há o batismo, que, segundo a orientação ortodoxa, promove nossa reconciliação com Deus, após uma briga que não foi nossa.   O Espiritismo não alberga nenhum dogma, mas tem explicação racional para todos eles. Agora, pelo estudo sério e continuado das obras espíritas, o espírita, bem como simpatizante da doutrina espírita, bebe da fonte da libertação dos atavismos de inúmeras vidas passadas, de erros e escabrosidades.   

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Um dos grandes dilemas da humanidade em todos os tempos tem sido determinar a interface que separa os recursos da mente e do cérebro.

A infinita variedade do comportamento humano, a pequena proporção de atos reflexos e comportamentos básicos que são herdados (mais ou menos 20%) e certos fenômenos de percepção denominados atualmente pela ciência oficial de paranormais são aspectos da intrigante relação entre o cérebro orgânico e a mente. Na antiguidade era comum se atribuir a mente como expressão do espírito.

Com a evolução da neurofisiologia e neuropsicologia essa ideia foi estranhamente colocada de lado pela ciência.

Quando nos reportamos à evolução do homem deparamos com alguns aspectos interessantes. Sabe-se que segundo a teoria evolucionista introduzida por Charles Darwin, e amplamente reconhecida pela ciência, os animais apresentariam atualmente as características que, quando apareceram devido a mutações genéticas, lhes proporcionaram melhores condições de sobrevivência em relação aos outros que não tiveram as ditas mutações. Com isso as espécies foram selecionadas.

Essa é também a teoria adotada pela Doutrina Espírita. Entretanto sabe-se na neurologia que o homem possui áreas no cérebro que quando lesadas não apresentam sintomatologia importante e às vezes nenhum sintoma é detectado. O hemisfério direito do encéfalo apresenta algumas áreas destas no lobo frontal e nas profundidades do lobo temporal.

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Caso interessante e bastante ilustrativo das conseqüências da imprevidência de uns e da ganância de outros, foi o de um Pai recém-desencarnado em hospital e que retornou para o ambiente doméstico, atendendo aos automatismos mentais comuns nesses casos. Sem perceber que já havia “morrido”, foi conduzido à reunião mediúnica e atendido dentro do quadro que apresentou. Depois de apresentar-se sem grandes dificuldades pela psicofonia de médium da equipe, passou a comentar o que sentia.
 
Deu a entender que achava que o ocorrido fora algo de rotina. Uma ida ao hospital para atendimento aos males do corpo, próprios da velhice e o retorno à residência.
 
Mostrava-se irritado e reclamava dos parentes que não o cumprimentavam, passando por ele como se não o percebessem. Fato que ele tomava como total e absoluto desrespeito pela sua pessoa e condição de “chefe de família”.
Comentou que estivera sentado em sua cadeira preferida na sala de sua casa, quando um familiar quase sentou-se sobre ele. Reclamou, mas sem resultados, ficando ainda mais nervoso e irritado com a “falta de respeito” dos parentes.

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