O que é o espiritismo?

Na vida humana, tudo tem uma razão de ser, nada ocorre por acaso, ainda mesmo quando as situações se nos afigurem trágicas. O acidente aéreo, ocorrido com o Airbus da TAM, que se chocou contra um prédio da empresa, ao lado do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, no dia 17 de julho de 2007, parece-nos um evidente episódio de resgate coletivo.
 
Muitos desses acertos de contas são demonstrados pelos Espíritos, em diversas obras da literatura espírita. André Luiz narra um desastre aéreo, em que o piloto, confuso pelo denso nevoeiro, não pôde evitar o choque da grande aeronave, espatifando-se contra a montanha. Neste caso, um instrutor espiritual comenta que “as vítimas certamente cometeram faltas em outras épocas, atirando irmãos indefesos da parte superior de torres altíssimas para que seus corpos se espatifassem no chão; suicidas que lançaram-se de altos picos ou edifícios, que por enquanto só encontraram recursos em tão angustiante episódio para transformarem a própria situação”.

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Inegavelmente, vivemos um período em que a violência se acentua, tomando conta, quase que integralmente, da mídia televisiva e escrita. São notícias diárias de sequestros, roubos, estupros, homicídios e mortes causadas por acidente de carro.
 
A violência é fruto da nossa imperfeição moral, da predominância dos instintos agressivos (adquiridos pelos Espíritos nas vivências evolutivas no reino animal), que a razão ainda não converteu em expressões de amor.
 
Neste período de transição planetária, vivenciamos o ápice das provas e expiações, de forma que a violência atinge índices alarmantes, praticada por Espíritos ainda primários, que não desenvolveram os sentimentos nobres, os quais, nesse processo de expurgo evolutivo (separar o joio do trigo, como ensinava Jesus), após a desencarnação, já não terão mais condições vibratórias de reencarnar no planeta Terra. Lembremos, ainda, a assertiva de Jesus: Os mansos herdarão a Terra.

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O “dom de curar” de que nos fala Paulo de Tarso. O insigne apóstolo de Jesus, independe do indivíduo que o possui. Só determinadas pessoas têm a faculdade de curar. Muitos desejariam possuí-la e não conseguem, enquanto outros a possuem bem a contragosto. Ainda mais; é um dom intransferível. Dizia um curador:”De muitos irmãos que tive, só eu saí curador. Debalde ensinou aos outros meu pai, que também era benzedor”.
 
É necessário dizer que os benzedores e curadores do interior não são mais que médiuns curadores. as causas que promovem a cura são as mesmas em todos os médiuns dessa espécie. Os eflúvios magnéticos-mediúnicos emitidos pelo curador, sobretudo das mãos, contribuem de maneira decisiva para os resultados. Doenças dificilmente curáveis ou mesmo consideradas incuráveis com os recursos da Medicina clássica, cedem rapidamente com os eflúvios ódicos de determinados indivíduos. As palavras própriamente, as rezas têm naturalmente valor secundário em todos os casos. servem apenas para fixar a atenção e a vontade do curador durante a operação.

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Para onde você vai quando está dormindo? Você sabia que enquanto seu corpo físico repousa você continua em atividade? Você é espírito imortal. Você é um espírito encarnado, revestido dum corpo físico que dificulta seu acesso ao plano astral. O corpo físico só permite experiências com o plano físico.

Quando você dorme, o corpo físico fica deitado, repousando, enquanto você, muitas vezes, aproveita essa liberdade provisória para fazer coisas que normalmente não se permite. Hoje vem se tornando cada vez mais comum o fenômeno da projeção consciente. Em tese, qualquer pessoa pode treinar e desenvolver a capacidade de se manter lúcido enquanto o corpo físico repousa. Nesse caso, a consciência acompanha o corpo astral (ou perispírito).

Mas a projeção acontece quase sempre. Para nos projetarmos, ou seja, para atuarmos com o corpo astral, não precisamos estar conscientes disso. A maioria de nossos sonhos se trata de experiências no plano astral. Como o cérebro físico não participa dessas experiências, já que o corpo físico está dormindo, as lembranças que temos dos sonhos são confusas, dispersas e quase sempre sem nexo.

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A medicina cura e trata dos efeitos. A espiritualidade trata as causas quando são modificadas as estruturas de nossos pensamentos.

Inevitável é a Lei de Causa e Efeito: guardadas as proporções espirituais, somos autores de nossos destinos, e com a mesma solicitude inteligente com que as leis universais - as mesmas que regem o equilíbrio das galáxias e as ondas eletromagnéticas que delimitam a circunscrição dos planetas - são comandadas por Deus, Inteligência Suprema do Universo, Causa primária de todas às coisas, também em nossas vidas assim ocorre. E, na imaturidade do espírito, os inúmeros desequilíbrios causados por nós e que afetam relacionamento, a própria constituição física, os sistemas organizados agravam-se com as consequências que geram, tais como sofrimento, angústia e, como se não bastasse afetarmos nosso equilíbrio, atingimos também nossos semelhantes, nossos irmãos que, quando estão à nossa frente, representam um convite ao progresso. São mensagens vivas que muito podem auxiliar-nos em nossa evolução e, consequentemente, nossa trajetória à felicidade. Mas, quando embalados por nossos sentimentos torpes, muitas vezes ferimos estas oportunidades.

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Verdadeiramente não pode haver mediunidades mais importantes que outras, nem médiuns mais fortes do que outros. Existem médiuns e mediunidades. Segundo Paulo de Tarso, existem os "dons" e ele se refere à visão, à audição, à cura, à palavra, ao ensino, mas disse que um só é o Senhor’. Eles provêm da mesma fonte.

Os indivíduos que psicografam, que psicofonizam, que materializam, poderão todos realizar um trabalho apostolar, na realidade em que se encontram.

Não é o número de possibilidades que dá importância ao médium. O que engrandece espiritualmente o médium é aquilo que ele faz com os dons que possua. Verificamos que a importância do médium se localiza na honra que tem de poder servir.

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Os que desconhecem o Espiritismo, ficam a imaginar coisas e muitas vezes curiosos em saber como é uma reunião espírita. Que força move os espíritas a ponto de produzir neles tanto entusiasmo pela religião? Afinal, a religião não é apenas o compromisso de ir ao templo, ouvir os ensinos, colocar em prática e... tudo bem?

Meu amigo, a religião é muito mais que um mero compromisso com o templo. A religião é o sentido de sintonia com Deus ( e isto significa amor, confiança em sua Bondade, vivência solidária ) para buscar recursos de viver com harmonia. Harmonia consigo mesmo e com o próximo, para progredir, ficando ainda a compreensão do dever de auxiliar nossos companheiros de caminhada. A religião interna independe de rótulo ou embalagem, pois significa o amor a Deus, ao próximo, como a si mesmo. Desafio enorme, pois todos trazemos inúmeras mazelas internas, difíceis de serem vencidas. Se assumirmos o caráter da religião que professamos, seremos homens de bem a serviço da paz humana.

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Perguntas-me qual será o futuro do Espiritismo e que lugar ocupará no mundo. Ele não ocupará somente um lugar. Ele encherá o mundo inteiro.

O Espiritismo está no ar, no espaço, na Natureza. É a chave da abóbada do edifício social. Podes pressagiar o seu futuro por seu passado e por seu presente.

O Espiritismo é a obra de Deus. Vós, homens, lhe destes um nome; Deus vos deu a razão, quando chegou o tempo, porque o Espiritismo é a lei imutável do Criador.

Desde quando o homem teve inteligência, Deus lhe inspirou o Espiritismo e, de época em época, enviou à Terra Espíritos adiantados, que ensaiaram em sua natureza corpórea a influência do Espiritismo.

Se esses homens não triunfaram, foi porque a inteligência humana ainda não se achava suficientemente aperfeiçoada. Mas nem por isso esses homens deixaram de implantar a ideia, e deixaram atrás de si seus nomes e seus atos, como marcos indicadores numa estrada, para que o viajante achasse a rota. Olha para trás e verás quantas vezes Deus já experimentou a influência espírita como melhoramento moral.

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"(...) Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido".  Jesus. (Mt., 10:8.)

É absolutamente imprescindível que os Espíritas busquemos afeiçoar o movimento espírita aos seguros e coerentes parâmetros oferecidos por Jesus e ratificados por Kardec.

Segundo o ensinamento do Mestre Lionês, entre as criaturas que se convenceram das verdades espíritas através de um estudo direto, existem as que podemos chamar de espíritas experimentadores, isto é, os que crêem pura e simplesmente nas manifestações, sem que isso os torne criaturas melhores ou os sensibilize para a necessidade do aperfeiçoamento constante. Para esses o Espiritismo é apenas uma ciência de observação, uma série de fatos mais ou menos curiosos...

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Na sala principal de uma mansão em Paris, um grupo de senhores elegantes observa em silêncio a garota de 14 anos. Julie Baudin está sentada em frente a uma mesa redonda e segura um estranho objeto – uma cesta com um lápis encaixado na borda, que risca letras em espiral. Cada palavra é analisada atentamente por um dos homens. A garota parece não saber por que os adultos olham para ela tão concentrados – volta e meia ela ri e faz algum comentário engraçado. Suas mãos, porém, desenham no papel frases que em poucos meses irão fundar uma religião: o espiritismo.

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Espantam-se alguns companheiros de aprendizado com as demonstrações de força do chamado Poder das Trevas, capaz de organizar verdadeiros impérios, em zonas umbralinas e nas regiões subcrostais, de onde consegue atuar organizada e maleficamente sobre pessoas e instituições na Crosta da Terra. O espanto, porém, é descabido, não só por motivos de boa lógica, mas, igualmente, por motivos de ordem técnica.

Por mais intelectualizados que possam ser os gênios do mal, e por mais sofisticados que sejam os seus recursos tecnológicos, não podem eles, nunca puderam e jamais poderão afrontar a sabedoria e o Poder do Cristo e de seus grandes mensageiros, que controlam, com absoluta segurança, todos os fenômenos ocorrentes no planeta e no sistema de que este é parte. Tudo o que as Inteligências rebeladas podem fazer é rigorosamente condicionado aos limites de justiça e tolerância que o Governo da Vida estabelece, no interesse do sumo bem.

É fora de dúvida que esses espíritos e seus agentes possuem ciência e tecnologia muito superiores às dos homens encarnados, e, sempre que podem, as utilizam. Entretanto, os Poderes Celestes sabem mais e podem mais do que eles. A Treva pode organizar, e organiza, infernos de vasta e aterrorizadora expressão; contudo, sempre que semelhantes quistos ameaçam a estabilidade planetária, a intervenção superior lhes promove a desintegração.

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