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Sábado, 15 Setembro 2012 02:39

Casamentos

– Orson Peter Carrara

Considerando os relacionamentos humanos, suas dificuldades, alegrias, conquistas e desafios, o casamento é um deles onde a experiência é expressiva. Interessante porque o casamento pode ser classificado em cinco tipos.

O primeiro deles é o de afinidades. Almas afins que se unem para objetivos bem definidos e compartilhados, seja na criação dos filhos, seja numa empresa ou num ideal qualquer. Caracteriza-se pela harmonia nos relacionamentos, apesar das diferenças que podem apresentar entre si os cônjuges.

Depois encontramos os casamentos de renúncia. Normalmente um deles optou por amor a cuidar do outro, nas dificuldades trazidas ou adquiridas.

E há ainda os casamentos de testes de crescimento, onde um ou ambos vão crescer nas experiências difíceis, convidados que são à tolerância, ao desapego, a vencer ciúmes e à superação de egoísmos para ajudarem-se mutuamente.

Mas há também os casamentos de colheitas ou de expiações. São as consequências de bagagens normalmente desastrosas que resultam em amargas experiências, muitas vezes trazidas do passado.

E finalmente existem o s casamentos que podemos chamar de missionários. São almas unidas e que projetam a existência para causas humanitárias, como a descoberta de vacinas ou quaisquer outras áreas. Transformam-se em ícones da ciência, das artes, da literatura, das pesquisas, trabalhando juntos e na condição de cônjuges.   São mais raros, mas existem bons exemplos na história.

O casamento é uma bela experiência de aprendizado e de trabalho em favor próprio e, claro, em favor do cônjuge. É pelas experiências da convivência, dos desafios da renúncia, do amor, da gentileza, da tolerância e especialmente com a chegada dos filhos, que exigem outro ângulo de observação e vivência, é que vamos aprendendo uns com os outros.

Daí a importância de valorizarmos o cônjuge, companheiro ou companheira, que compartilha experiências conosco. É dele ou dela que colhemos, recebemos o que precisamos para nos fazer mais maduros.

Desprezar o cônjuge é atentar contra si mesmo. Aprendamos a valorizar o cônjuge. Embora muitos não percebam, é por meio do casamento que todos temos oportunidade de mais crescimento. Isso não quer dizer que os solteiros, viúvos, divorciados ou simplesmente separados não estejam também em experiências de aprendizado.

Estudar o assunto, aprofundar nas questões e buscar subsídios, inclusive psicológicos, é caminho seguro para manter um bom casamento. O grande equívoco do casamento é pensar que o outro é responsável pela nossa felicidade. A realidade é outra: o grande segredo do casamento é fazer o cônjuge feliz, proporcionando-lhe aconchego, carinho, gentileza, proteção, segurança e, claro, amor, a felicidade de sentir-se amado. E isto vale, claro, para homens e mulheres; aqui está no masculino, porque usamos a palavra cônjuge. Este é o grande segredo, normalmente esquecido pelos cônjuges. Aliás, para você que é casado, já abraçou ou olhou nos olhos de seu amor, hoje?

E o mais interessante de tudo isso, mesmo se restringirmos apenas aos relacionamentos de marido e esposa, é que o assunto também se enquadra no ensino fundamental do “amai-vos uns aos outros” ou ainda “fazei ao próximo tudo que quereis que ele vos faça”. Algo mais a acrescentar?

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