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Terça, 15 Outubro 2019 20:41

Segredo revelado




Todo mundo quer a felicidade. Todos desejamos nos sentir bem, sermos respeitados, alcançar estágios de convivência harmoniosa, de êxito nas ações e desfrutar de saúde ao lado de pessoas que amamos e igualmente sermos amados, compreendidos. Isso inclui conquistas valorizadas de acordo com o foco com que se enxerga a experiência de viver.

Muitos de nós valorizam o dinheiro onde se incluem o conforto, as viagens e tudo mais que o dinheiro pode adquirir; outros desejam o poder e muitos valorizam o sucesso que possam alcançar. Muitos de nós se esquecem da felicidade contida na saúde e na convivência familiar, só percebida depois que perdemos esses valores reais da felicidade humana.

Existe ainda a felicidade ilusória e frágil das conquistas efetuadas sob prejuízo alheio, geradora de aflições em futuro breve ou remoto. Ela, a felicidade, contudo, está mais na ventura interior que nas conquistas exteriores. O acúmulo de bens ou de destaques não é sinônimo de felicidade. Ela, é antes uma conquista interior. De paz de consciência, por exemplo, que é a única felicidade real que realmente se pode desfrutar.

Sim, pois, na verdade, a felicidade não se conquista. Ela é simplesmente a consequência da felicidade que proporcionarmos ao nosso semelhante. Dentro ou fora de casa, não importando raça, cor, sexo, idade, nacionalidade, estado civil ou status social, profissão ou grau de escolaridade.

A sensação que se colhe imediatamente após um gentileza, um favor autêntico sem fingimento, um ato de solidariedade ou uma alegria levada a uma criança, uma família, uma pessoa em dificuldade, é a autêntica felicidade.

E o contrário, ou seja, a infelicidade, é a consequência imediata ou remota da dor que impingirmos ao próximo, gerando aflições expressivas no futuro. Pode ser uma traição, uma calúnia, um desprezo ou atos mais graves e até mesmo gestos considerados insignificantes como nossa negligência, o desrespeito a horários e compromissos, nossos atrasos e hábitos viciosos que se espalham no comportamento humano.

Conhecida frase afirma que a felicidade não é um lugar a ser alcançado, mas a forma de viajar. Ou seja, a forma de viver é que faz a felicidade. Nossos comportamentos teimosos, rebeldes, omissos ou indiferentes, agressivos e temperamentais produz aflições ao redor e em si mesmo. É uma forma equivocada de viajar, ou seja, de viver.

Já o “jogo de cintura”, a flexibilidade, a observação atenta de deixarmos a vida fluir em abundância, respeitando pessoas, instituições, horários e regras, produz a sensação de paz e felicidade que se espera alcançar.

Em síntese, a verdadeira felicidade é desejar e alegrar-se com a felicidade do próximo. Será que já alcançamos esse estado de virtude? Ou ainda nos enciumamos e invejamos a felicidade alheia?

Enquanto estivermos assim, não teremos felicidade. Estaremos perturbados pela ambição, pela inveja, pelo ciúme. Fazer, pois, a felicidade alheia – dentro e fora de casa – e alegrar-se com ela, eis o segredo revelado da felicidade!

Sentir alegria é estar de bem com a vida! Para isso, promovamos desde já a demissão do egoísmo, da vaidade, do orgulho, do ciúme, da arrogância. Sejamos daqueles que preferem a alegria de viver, instrumento saudável de conexão com a felicidade. Afinal a alegria de viver não agride; ela respeita horários, pessoas e instituições, diferenças e está sempre pronta para promover essa felicidade em torno de si, o que lhe resultará como consequência imediata a própria felicidade!

Tudo muito lógico, não é mesmo? Por que perdemos tanto tempo com comportamentos absolutamente dispensáveis e mesquinhos?

Last modified on Terça, 15 Outubro 2019 20:41

A vida de Chico Xavier

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  • Entrevista com Rita Ramos Cordeiro

     


    FONTE: ESPIRITUALMENTE

    Nascida em Presidente Prudente/SP e residindo atualmente em Itu/SP, é escritora, articulista, redatora, diretora de divulgação e marketing do Instituto Chico Xavier de Itu e da ASDBNotícias. Também é coordenadora do Clube do Livro Emmanuel, que agrega associados de todo o Brasil.

    Casada e mãe de 01 filho, Rita faz parte do Centro Espírita de Itu e já publicou 03 livros:

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    Quando conversamos com alguém que recentemente perdeu uma pessoa próxima, não raro dizem não esperar pelo falecimento dela, ainda que estivesse doente ou com idade avançada.

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  • Os benefícios da água


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    A água é uma substância orgânica ou possui uma espécie de energia vital?

    A água não é uma substância orgânica, pois não possui a estrutura típica daquelas, também não possui o ciclo vital, - nascer, crescer, reproduzir, morrer. No entanto, é a substância mineral mais fantástica do Planeta, sem a qual não seria possível a vida em nosso orbe, daí dizer-se que a água é um "líquido vital". Dois terços da superfície da Terra são constituídos de água, bem como 70% de nosso corpo. Pelo seu peso molecular, deveria ser gasosa, mas, como cada molécula de água acha-se aderida a outras, por atração eletromagnética, aumenta sua densidade permitindo-se existir na forma líquida em estado natural. Um capricho inteligente da Lei Maior do Universo.

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  • Os primeiros sete anos da reencarnação do espírito




    FONTE: LIÇÕES DO ESPÍRITO 

    O período inicial da reencarnação do Espírito é decisivo na formação do seu caráter e da sua personalidade porque, nesse período da primeira infância, o Espírito “é mais acessível às impressões que recebe e que podem auxiliar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados de educá-lo.”[1]. Os Espíritos Superiores ainda esclarecem, em "O Livro dos Espíritos", à questão 380, que a fase de perturbação que acompanha a encarnação do Espírito não cessa de súbito por ocasião do nascimento, mas que gradualmente se dissipa, com o desenvolvimento dos órgãos.

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