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Domingo, 10 Fevereiro 2019 13:47

Cultura das trevas




Existe hoje no mercado literário espírita, muitas obras que falam sobre assuntos que depositam maior atenção a escuridão dos espíritos equivocados do que a proposta de edificação moral apontada por Jesus.

São obras que falam sobre trevas, sombras, abismos e apresentam uma versão dos espíritos perturbados e ou maldosos, como se eles fossem portadores de extrema tecnologia, inteligência e organização, passando para trás os iluminados que conduzem desde sempre o bom andamento da vida.

 

Claro que existem espíritos em todas as fases morais e intelectuais, afinal ai está a Lei do Progresso, garantindo com que tudo evolua e se desenvolva, mas depositar atenção demasiada aos que estão em escalas inferiores da evolução, é mais uma questão de afinidade do que de necessidade. São obras que se colocadas sobre as bases da Doutrina Espírita trazidas por Kardec, passam a ser no máximo histórias de ficção.

Podemos justificar a grande venda desses livros, da mesma forma que acontece com os filmes de violência ou terror, sabemos dos malefícios, mas acabamos assistindo por uma herança atávica de quando vivíamos na animalidade, cercados pela violência e conduzidos pela força bruta.

Quanto menos se estuda Kardec, mais se aproximam dessas ideias de valorização das sombras. Encontramos em “O Livro dos Espíritos” Allan Kardec questionando a respeito da dominação dos inferiores sobre nós e a resposta é clara: 474 - “Sem dúvida, e são esses os verdadeiros possessos. Mas, é preciso saibas que essa dominação não se efetua nunca sem que aquele que a sofre o consinta, quer por sua fraqueza, quer por desejá-la. Muitos epilépticos ou loucos, que mais necessitavam de médico que de exorcismos, têm sido tomados por possessos.”

Em boas palavras, quem está comprometido com a luz não tem por que temer as trevas, a situação é clara e desta forma deveríamos comprometer nosso tempo em obras edificantes e que nos remetam ao entendimento do Evangelho, do que as que falam de um mundo espiritual perturbado e capacitado, afinal, se fossem tão inteligentes e estruturados, estariam a serviço da luz.

Claro que temos as questões que envolvem as obsessões e demais influencia dos espíritos sobre nós, mas sem fantasias ou alegorias, apenas pelas leis de similitude e sintonia mental, já apresentadas desde Jesus.

Erasto em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” apresenta a ideia de que: “somente lobos caem em armadilhas para lobos” e enquanto houver em nós resquícios de animalidade, violência ou outro, cairemos nas ilusões apresentadas pela cultura das sombras.

Lembremos, acima de tudo, de que na mesma obra citada acima, encontramos no Capítulo XVII, item 3 de que: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más”, ou seja, é comprometido com a luz e sem tempo a dedicar as trevas.

Concluo ainda com Kardec que nos informa que o Espiritismo traz o elemento regenerador da humanidade e será a bússola das gerações futuras (Revista Espírita - 1865 - OUTUBRO) assim, caminhemos para o bem para que o mal não nos envolva.

Por: Roosevelt Andolphato Tiago 

Last modified on Domingo, 10 Fevereiro 2019 13:48

A vida de Chico Xavier

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