Sábado, 09 Setembro 2017 20:38

GUERRAS





Livro dos Espíritos – Livro III – Cap. VI

Per. 742 - Qual é a causa que leva o homem à guerra?

- Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e satisfação das paixões. No estado de barbárie, não conhecem senão o direito do mais forte; por isso, a guerra é para eles um estado normal. À medida que o homem progride, ela se torna menos frequente, porque lhe evita as causas e, quando é necessária, sabe aliá-la à humanidade.



Per. 743 - A guerra desaparecerá um dia da face da Terra?

- Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus; então todos os povos serão irmãos.

Per. 744 - Qual foi o objetivo da Providência, tornando a guerra necessária?

- A liberdade e o progresso.

- Se a guerra deve ter por resultado alcançar a liberdade, como ocorre que ela, freqüentemente, tenha por objetivo e por resultado a subjugação?

- Subjugação momentânea para abater os povos, a fim de os fazer chegar mais depressa.

Per. 745 - Que pensar daquele que suscita a guerra em seu proveito?

- Este é o verdadeiro culpado e precisará de muitas existências para expiar todos os homicídios dos quais foi a causa, porque responderá pelo homem, cada um deles, ao qual causou a morte para satisfazer sua ambição.

OS ESPÍRITOS DURANTE OS COMBATES
Livro dos Espíritos – Livro II – Cap. IX

Per. 541 - Em uma batalha há Espíritos que assistem a sustentam cada partido?

- Sim, e que estimulam a sua coragem.

Os Antigos, outrora, representavam os deuses tomando partido por tal ou tal povo. Esses deuses não eram outros senão Espíritos representados sob figuras alegóricas.

Per. 542 -Em uma guerra, a justiça entá sempre de um lado; como os Espíritos tomam partido pela injustiça?

- Sabeis bem que há Espíritos que não procuram senão a discórdia e a destruição. Para eles a guerra é a guerra: a justiça da causa pouco os impressiona.

Per. 543 - Certos Espíritos podem influenciar o general na concepção de seus planos de campanha?

- Sem nenhuma dúvida, os Espíritos podem influenciar por esse motivo, como por todas as concepções.

Per. 544 - Os maus Espíritos poderiam suscitar-lhe maus planos, tendo em vista perdê-lo?

- Sim, mas não tem ele seu livre arbítrio? Se seu julgamento não lhe permite distinguir uma idéia justa de uma idéia falsa, suporta as conseqüências, e faria melhor obedecer do que comandar.

 Per. 545 - O general pode, algumas vezes, ser guiado por uma espécie de segunda vista, uma vista intuitiva, que lhe mostre antecipadamente o resultado de seus planos?

- Frequentemente é assim no homem de gênio, é o que se chama inspiração, e faz com que ele aja com uma espécie de certeza. Essa inspiração lhe vem dos Espíritos que o dirigem e sabem aproveitar as faculdades de que é dotado.

Per. 546 - No tumulto do combate, o que ocorre com os Espíritos que sucumbem? Ainda se interessam pela luta, depois da morte?

- Alguns se interessam, outros se afastam.

Nos combates acontece aquilo que ocorre em todos os casos de morte violenta: no primeiro momento o Espírito está surpreso e como perturbado, e não crê estar morto, parecendo-lhe, ainda, tomar parte na ação. Não é senão pouco a pouco que a realidade lhe aparece.

Per. 547 - Os Espíritos que se combatiam, estando vivos, uma vez mortos se reconhecem por inimigos e são ainda obstinados uns contra os outros?

- O Espíritos, nesses momentos, não está jamais de sangue-frio. No primeiro momento, ele pode ainda querer seu inimigo e mesmo persegui-lo, mas quando as idéias lhe retornam, vê que sua animosidade não tem mais objetivo. Entretanto, pode ainda conservar-lhe as impressões, mais ou menos segundo o seu caráter.

- Percebe ainda o ruído das armas?

- Sim, perfeitamente.

Per. 548 - O Espírito que assiste de sangue-frio a um combate como espectador, testemunha a separação da alma e do corpo, e como esse fenômeno se apresenta a ele?

- Há poucas mortes instantâneas. Na maioria das vezes, o Espírito cujo corpo vem a ser mortalmente ferido, não tem consciência sobre o momento. Quando ele começa a se reconhecer, é então que se pode distinguir o Espírito que se move ao lado do cadáver. Isso parece tão natural que a visão do corpo morto não produz nele nenhum efeito desagradável. Toda a vida estando transportada no Espírito, só ele atrai atenção e é com ele que se conversa ou a ele que se dirige.

Last modified on Sábado, 09 Setembro 2017 20:39

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • Entrevista com Rita Ramos Cordeiro

     


    FONTE: ESPIRITUALMENTE

    Nascida em Presidente Prudente/SP e residindo atualmente em Itu/SP, é escritora, articulista, redatora, diretora de divulgação e marketing do Instituto Chico Xavier de Itu e da ASDBNotícias. Também é coordenadora do Clube do Livro Emmanuel, que agrega associados de todo o Brasil.

    Casada e mãe de 01 filho, Rita faz parte do Centro Espírita de Itu e já publicou 03 livros:

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    O período inicial da reencarnação do Espírito é decisivo na formação do seu caráter e da sua personalidade porque, nesse período da primeira infância, o Espírito “é mais acessível às impressões que recebe e que podem auxiliar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados de educá-lo.”[1]. Os Espíritos Superiores ainda esclarecem, em "O Livro dos Espíritos", à questão 380, que a fase de perturbação que acompanha a encarnação do Espírito não cessa de súbito por ocasião do nascimento, mas que gradualmente se dissipa, com o desenvolvimento dos órgãos.

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