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Sábado, 05 Mai 2018 00:49

Ação e reação das palavras

 



Por: Doracy Mércia Azevedo Mota

Hoje a ciência médica vem confirmar que nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o mal. A psiquiatria, a neurologia, a psicologia, enfim, toda a gama da medicina psicossomática, nos mostra hoje de forma muito clara que a mente é um incessante gerador de força, através dos fios positivos e negativos que passam pelo sentimento e pelo pensamento produzindo a palavra, descarga eletromagnética, regulada pela voz, que em todos os campos de atividades tonaliza a exteriorização reclamando apuro de vida interior, de vez que a palavra, depois do impulso mental, vive na base da criação; é por ela que os homens se aproximam, se ajustam ou desajustam para a resposta que lhes compete...

Daí o cuidado que devemos ter com o que falamos, pensamos e sentimos, porque é através dessa tríade que se cria o ambiente para que se processe o bem ou o mal. São eles detentores de toda essa força porque nascem no espírito, o verdadeiro centro de energia.

Todo e qualquer sentimento possui alta carga de ondas geradoras do bem ou do mal. E é por isto é que enquanto estamos exercendo a caridade ou fazendo outras coisas edificantes, nosso organismo produz moléculas especiais (neuro-pepitídios) que enriquecem a imunologia do nosso corpo, muitas vezes propiciando a cura de nossas enfermidades. Por outro lado, quando fazemos coisas imorais, sentimos raiva, revolta e sentimentos afins, as moléculas fazem o caminho contrário, podendo, a curto ou longo prazo, estabelecerem-se as mais variadas moléstias.

É por isto que quando nossa fala se impregna de cólera, acionamos perigoso curto-circuito de nossas forças mentais, pois arremessa raios destrutivos para onde nosso pensamento a dirige, sempre lembrando que esses efeitos atingem principalmente a fonte que o gerou, porque... 
“Todo bem que fazemos, todo mal que cometemos, eleva-se à alma do mundo e, como uma imã, retorna ao lugar donde partiu”.

Em tais ocasiões, damos vazão às forças deletérias que passam a nos dominar, e se não encontramos pessoas com o material isolante da oração ou da paciência, o desequilíbrio de nossas energias provoca a cegueira de nossa mente, arrojando-nos a sensações baixas, e podemos descer, quase sem perceber, a infelizes experiências da animalidade inferior e suas consequência.

Indiscutivelmente atraímos pela palavra, pensamentos e sentimentos, outras mentes, encarnadas ou não, mas de igual sintonia vibratória e nível moral que o nosso. É por isso que... 

“Cada um tem a companhia que merece, e sofre as influências a que se abre”.

E, ainda que essas escolhas não se efetuem deliberadamente, elas são atraídas pelo imã de um magnetismo que nos é inerente, porque, indiscutivelmente estão ao nosso redor aqueles que sintonizam conosco (ou têm contas a ajustar).

Por toda essa força magnética e poderosa que geramos, e Kardec nos incentiva a fé racionada, que é o grande poder concedido por Deus ao homem, porque reúne a força magnética do pensamento, da vontade e da palavra, buscando a comunicação direta com Deus e com a Espiritualidade Maior. Cada prece, tanto quanto cada palavra ou desejo, se caracteriza por determinado potencial de frequência.

Felizmente, por graça de Deus todos estamos cercados por “Inteligências” capazes de sintonizar com o nosso apelo como verdadeiras estações receptoras. Assim sendo, se falamos ou desejamos coisas boas, sintonizamos e acionamos energias espirituais igualmente boas, que nos intuem e a até socorrem; se falamos ou desejamos coisas ruins, nos ligamos de imediato a certas mentes estagnadas na ignorância, que se fazem instrumentos de nossas
baixas idealizações, podendo mesmo, pela força da sintonia que então passamos a vincular, tornarmo-nos deploráveis joguetes de seus desejos.

Daí nossa responsabilidade em analisar melhor nossas escolhas, em qualquer problema ou situação do caminho que nos é dado percorrer, porque se fazendo ou não acompanhar pela palavra os pensamentos voarão adiante de nós, podendo atrair e plasmar o desejo formulado, que podendo alcançar o outro, nos alcança em primeira instância, porque a vida sempre nos responderá segundo nossa solicitação.

Por isto nos avisou o Mestre: “Orai e Vigiai”. De nada vale fugir às responsabilidades; a colheita do que plantamos não será jamais transferida a ninguém, porque sempre... 

“O resultado do que fazemos nos espera mais adiante”.

Last modified on Sábado, 05 Mai 2018 00:49

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