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Sábado, 05 Mai 2018 00:56

Quando as Crianças Morrem Cedo: Deus é injusto?

 



FONTE: O ESTUDANTE ESPÍRITA

Falar sobre desencarne de crianças é sempre uma tarefa complicada e delicada, pois não dá pra comparar a dor de ver um ente querido, ainda na fase da infância, partir.

Entendo que a revolta que isso traz é muito comum, mas mesmo sendo uma coisa comum de ocorrer, devemos sempre combater este sentimento com todas as forças. O sofrimento é praticamente inevitável, mas entender as palavras do Evangelho é fundamental para não culparmos a Deus.

 

Não! Deus não é injusto com as famílias que veem seus pequenos partirem. Não! Deus também não é o culpado por isso. Prefiro deixar de lado esse julgamento de culpados versus inocentes para podermos entender o que verdadeiramente nos interessa. Para isso, sugiro que assista o vídeo abaixo:

E como diz O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo IV quando fala-se de Perda de Pessoas Amadas e Mortes Prematuras, podemos ver que logo no início a descrição de frases que as pessoas costumam falar frequentemente, quando estão de frente a um caso morte de crianças:

“Quando a morte vem ceifar em vossas famílias, levando sem consideração os jovens em lugar dos velhos, dizeis freqüentemente: “Deus não é justo, pois sacrifica o que está forte e com o futuro pela frente, para conservar os que já viveram longos anos, carregados de decepções (…)”

Diante dos dizeres acima, será que Deus é realmente injusto? Será que ele sacrifica crianças no lugar de pessoas mais velhas? Calma! Vamos continuar o desenrolar dessas falas:

“(Deus) leva os que são úteis e deixa os que não servem para nada mais; fere um coração de mãe, privando-o da inocente criatura que era toda a sua alegria”.

Obviamente, não somente o coração da mãe, mas o de toda a família sai machucado, porém o Espiritismo tenta nos ensinar a ver luz onde só queremos enxergar fatalidades:

“Criaturas humanas, são nisto que tendes necessidades de vos elevar, para compreender que o bem está muitas vezes onde pensais ver a cega fatalidade.”

O Evangelho também tenta abrir nossos olhos para dizer que nossa mente ainda é muito limitada para entender que o nosso jeito de entender a justiça é por vezes diferente da Justiça Divina. Muitas vezes, queremos que Deus é que se ponha a obedecer nossas vontades. Adverte-nos também que todo tipo de coisa que nos ocorre, mesmo que muito ruins, tem um motivo justo no fundo e que não poderia ser de um jeito melhor a nossa vontade:

“Por que medir a justiça divina pela medida da vossa? Podeis pensar que o Senhor dos Mundos queira, por um simples capricho, infligir-vos penas cruéis? Nada se faz sem uma finalidade inteligente, e tudo o que acontece tem a sua razão de ser. Se perscrutásseis melhor todas as dores que vos atingem, sempre encontraria nela a razão divina, razão regeneradora, e vossos miseráveis interesses representariam umas considerações secundárias, que relegaríeis ao último plano.”

E vejam como o texto do Evangelho é interessante! Ele nos adverte até do nosso ponto de vista que não consegue se desvencilhar de tudo o que é material:

“É uma terrível desgraça, dizeis, que uma vida tão cheia de esperanças seja cortada tão cedo! Mas de que esperanças querem falar? Das esperanças da Terra onde aquele que se foi poderia brilhar, fazer sua carreira e sua fortuna? Sempre essa visão estreita, que não consegue elevar-se acima da matéria!”

Last modified on Sábado, 05 Mai 2018 00:56

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • Entrevista com Rita Ramos Cordeiro

     


    FONTE: ESPIRITUALMENTE

    Nascida em Presidente Prudente/SP e residindo atualmente em Itu/SP, é escritora, articulista, redatora, diretora de divulgação e marketing do Instituto Chico Xavier de Itu e da ASDBNotícias. Também é coordenadora do Clube do Livro Emmanuel, que agrega associados de todo o Brasil.

    Casada e mãe de 01 filho, Rita faz parte do Centro Espírita de Itu e já publicou 03 livros:

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  • A naturalidade da morte trágica



    Por: Maria Thereza dos Santos Pereira - FONTE: Letra Espírita

    Quando conversamos com alguém que recentemente perdeu uma pessoa próxima, não raro dizem não esperar pelo falecimento dela, ainda que estivesse doente ou com idade avançada.

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  • Desdobramento


    Por: Fernanda Oliveira - FONTE: Letra Espírita

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  • Os benefícios da água


    Por: Ricardo de Bernardi - FONTE: A CASA DO ESPIRITISMO

    A água é uma substância orgânica ou possui uma espécie de energia vital?

    A água não é uma substância orgânica, pois não possui a estrutura típica daquelas, também não possui o ciclo vital, - nascer, crescer, reproduzir, morrer. No entanto, é a substância mineral mais fantástica do Planeta, sem a qual não seria possível a vida em nosso orbe, daí dizer-se que a água é um "líquido vital". Dois terços da superfície da Terra são constituídos de água, bem como 70% de nosso corpo. Pelo seu peso molecular, deveria ser gasosa, mas, como cada molécula de água acha-se aderida a outras, por atração eletromagnética, aumenta sua densidade permitindo-se existir na forma líquida em estado natural. Um capricho inteligente da Lei Maior do Universo.

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  • Os primeiros sete anos da reencarnação do espírito




    FONTE: LIÇÕES DO ESPÍRITO 

    O período inicial da reencarnação do Espírito é decisivo na formação do seu caráter e da sua personalidade porque, nesse período da primeira infância, o Espírito “é mais acessível às impressões que recebe e que podem auxiliar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados de educá-lo.”[1]. Os Espíritos Superiores ainda esclarecem, em "O Livro dos Espíritos", à questão 380, que a fase de perturbação que acompanha a encarnação do Espírito não cessa de súbito por ocasião do nascimento, mas que gradualmente se dissipa, com o desenvolvimento dos órgãos.

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