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Domingo, 23 Fevereiro 2020 13:30

A melhor religião


Imagem: Pixabay
Por: Roosevelt A. Tiago

Estabelecer critérios competitivos, faz parte da natureza humana em todos os aspectos da vida, sempre comparamos nossa vida e as situações que ela envolve com as das demais pessoas.

Acostuma-se dizer que política e religião não são passíveis de discussão, entretanto deixar de apresentar nossa opinião sobre os assuntos a nossa volta é tarefa quase impossível.

No processo de estruturação de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec perguntou aos espíritos na questão de número 842, qual seria a melhor religião.

Na íntegra a questão foi formulada da seguinte maneira:
– “Por que indícios se poderá reconhecer, entre todas as doutrinas que alimentam a pretensão de ser a expressão única da verdade, a que tem o direito de se apresentar como tal?”

A resposta é inundada de profundo bom senso:
– “Será aquela que mais homens de bem e menos hipócritas fizer, isto é, pela prática da lei de amor na sua maior pureza e na sua mais ampla aplicação. Esse é o sinal por que reconhecereis que uma doutrina é boa, visto que toda doutrina que tiver por efeito semear a desunião e estabelecer uma linha de separação entre os filhos de Deus, não pode deixar de ser falsa e perniciosa.”

Analisar a questão acima nos evidencia uma fonte inesgotável de reflexões a serem feitas, afinal, seria natural que cada segmento religioso defendesse o caminho por ele proposto como sendo “o melhor”, mas a natureza elevada e universalista oferecida pelos espíritos à Allan Kardec, apresenta uma visão dilatada, sem defender esta ou aquela filosofia religiosa. Simplesmente esclarece que a melhor religião, a mais verdadeira, é a que fizer “mais homens de bem”.

Desta forma, pouco importa a que religião pertencemos, o mais importante é possuir um comportamento de religiosidade, norteado por um caráter sólido e bases éticas depositadas nas próprias ações.

Nossas atitudes, nossos comportamentos mostram quem verdadeiramente somos, todo o resto forma apenas o cenário onde a vida se desenrola, visando o crescimento moral e espiritual da criatura humana.

Em boa definição é indiferente o rótulo utilizado para nossa apresentação na vida social, apenas o bem que fazemos e a nobreza que imprimimos em nossos atos, são capazes de dizer se a religião que abraçamos é a melhor, pois isso só pode ser medido quando ela nos faz melhor.

Por meio desse bom senso universal, é que o Espiritismo contribui para o desenvolvimento da consciência do homem e como consequência, auxilia a construção de um mundo melhor.com.br

Last modified on Domingo, 23 Fevereiro 2020 13:33

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • "Marcas de nascença" e a reencarnação


    Por: Eurípedes Kühl

    Alguns registros espíritas sugerem que determinados fatores físicos podem indicar a presença de reencarnação decorrente de ato específico em vida passada:

    Marcas de nascença
    - No livro “Entre a Terra e o Céu”, 13ªEd., 1990, FEB, RJ/RJ, o autor espiritual André Luiz (psicografia de Chico Xavier) diz-nos à pág 186 que os “sinais de nascença” decorrem da associação de mente a mente entre mãe e filho, na fase da gestação, proporcionando à Natureza completar o serviço que lhe cabe no tempo. E acrescenta:

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  • Destino ou livre arbítrio?


    Por: Eduardo Rossatto

    Destino é, nas palavras de André Luiz em "A vida continua", a soma dos nossos próprios atos. Na doutrina espírita, esta palavra é raramente usada, pois ela denota passividade e o espírito é sempre senhor do seu destino através do que chamamos de "livre-arbítrio". Segundo a questão 872 do "Livro dos Espíritos", livre-arbítrio é a liberdade do espírito em fazer a escolha da existência e das provas (quando ainda desencarnado) e a faculdade de ceder ou de resistir aos arrastamentos a que todos nós somos submetidos (quando encarnado). Há muitas fontes nas quais podemos estudar sobre o assunto, como o excelente capítulo 3 da Terceira Parte de "O Espírito e o Tempo" de J. Herculano Pires, mas vamos focar nas questões 843 até 872 do "Livro dos Espíritos".

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  • Médicos – “mecânicos“ de Deus

     


    Fonte: Euripedes kuhl
    Por: Euripedes Kuhl

    Figuradamente, considero que a mais perfeita máquina existente no planeta Terra é o corpo humano; dentre tantas, apenas outra das infinitas obras-primas do Criador.
    Máquina perfeita, maravilhosa, eficientíssima — única!

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  • Por que Deus permite o sofrimento?




    Imagem: Pixabay
    Por: Eduardo Rossatto

    Aos olhos físicos, tudo é sofrimento. Para alguns, castigo de Deus; para outros, um grande enigma. Afinal, por que Deus permite o sofrimento, a fome, tragédias e doenças?

    Mas a nossa cegueira espiritual não consegue enxergar além da matéria, razão pela qual os homens questionam a Espiritualidade Superior. Allan Kardec também questionou, a fim de esclarecimentos, e a resposta do benfeitor na questão 123 do "Livro dos Espíritos" foi a seguinte: "Como ousa pedir contas a Deus de seus atos?"

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  • Lado diverso da moeda




    Por:
    Orson Peter Carrara

    Durante algumas semanas publiquei algumas reflexões dos prejuízos causados pela falta de conhecimento do Espiritismo, levando pessoas a práticas e comportamentos completamente divorciados da genuína prática espírita. Tais abordagens foram motivadas pelos disparates observados, pelas ocorrências absurdas praticadas em nome de uma doutrina racional e especialmente tentando abrir os olhos daqueles que não conhecem os princípios do Espiritismo e se deixam levar por supostos médiuns e ditos líderes ou palestrantes que, abusando do livre-arbítrio, ameaçam, chantageiam, exigem, impõem ideias absurdas na compreensão dos legítimos ensinos da Doutrina Espírita. Não teve sentido de crítica, até porque todos estamos sujeitos a esses equívocos, inclusive quem aqui escreve, mas de ponderações que promovam coerência.

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