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Segunda, 21 Novembro 2011 19:57

Podcast no.: 11 - Reforma íntima para pessoas comuns : Caridade. Até que ponto? Como fazer direito?

 

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Como fazer a caridade ? O que os espíritos nos dizem sobre isso ?      
       

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Transcrição do podcast :

Ola ouvinte do Podcast Espirita.
O objetivo deste podcast é sempre trazer informação, explicação para que você possa refletir e despertar o seu melhor.
É sempre um prazer estar aqui com você.

Para você que esta aqui pela 1a. vez, meu nome é Miécio.
Quero agradecer você por estar aqui sempre me ouvindo, sempre me prestigiando.
Todos os podcasts estão disponíveis no site www.institutochicoxavier.com, na seção Podcast


No nosso podcast no.: 11 continuarei falando sobre reforma intima.para pessoas comuns, hoje falaremos sobre o subtema : “Caridade. Até que ponto? Como fazer direito ? ”.

Desde o 1o. Dia que entrei num centro espirita me falam sobre caridade, toda literatura fala sobre caridade, mas um estudo esses dias me levantou alguns pontos que quero discutir com vc´s.

Vamos nos lembrar que somos eternos, que reencarnamos e reencarnaremos talvez muitas vezes ainda.

Kardec no livro dos espiritos nos diz que “O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes”

Na questão886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?

“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”

O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça. pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito.

Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos. A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores.

Ela nos prescreve a indulgência, porque da indulgência precisamos nós mesmos, e nos proíbe que humilhemos os desafortunados, contrariamente ao que se costuma fazer. Apresente-se uma pessoa rica e todas as atenções e deferências lhe são dispensadas.

Se for pobre, toda gente como que entende que não precisa preocupar-se com ela. No entanto, quanto mais lastimosa seja a sua posição, tanto maior cuidado devemos pôr em lhe não aumentarmos o infortúnio pela humilhação.

O homem verdadeiramente bom procura elevar, aos seus próprios olhos, aquele que lhe é inferior, diminuindo a distância que os separa.

Na questão 887. Jesus também disse: Amai mesmo os vossos inimigos. Ora, o amor aos inimigos não será contrário às nossas tendências naturais e a inimizade não provirá de uma falta de simpatia entre os Espíritos?

“Certo ninguém pode votar aos seus inimigos um amor terno e apaixonado. Não foi isso o que Jesus entendeu de dizer.

Amar os inimigos é perdoar-lhes e lhes retribuir o mal com o bem.

O que assim procede se torna superior aos seus inimigos, ao passo que abaixo deles se coloca , se procura tomar vingança.”

Questão 888. Que se deve pensar da esmola?

“Condenando-se a pedir esmola, o homem se degrada física e moralmente: embrutece-se. Uma sociedade que se baseia na lei de Deus e na justiça deve prover à vida do fraco, sem que haja para ele humilhação. Deve assegurar a existência dos que não podem trabalhar, sem lhes deixar a vida à mercê do acaso e da boa-vontade de alguns.”

a) - Dar-se-á reproveis a esmola?

“Não; o que merece reprovação não é a esmola, mas a maneira por que habitualmente é dada. O homem de bem, que compreende a caridade de acordo com Jesus, vai ao encontro do desgraçado, sem esperar que este lhe estenda a mão.

“A verdadeira caridade é sempre bondosa e benévola; está tanto no ato, como na maneira por que é praticado. Duplo valor tem um serviço prestado com delicadeza. Se o for com altivez, pode ser que a necessidade obrigue quem o recebe a aceitá-lo, mas o seu coração pouco se comoverá.

“Lembrai-vos também de que, aos olhos de Deus, a ostentação tira o mérito ao benefício. Disse Jesus: “Ignore a vossa mão esquerda o que a direita der.” Por essa forma, ele vos ensinou a não tisnardes a caridade com o orgulho.

“Deve-se distinguir a esmola, propriamente dita, da beneficência. Nem sempre o mais necessitado é o que pede. O temor de uma humilhação detém o verdadeiro pobre, que muita vez sofre sem se queixar. A esse é que o homem verdadeiramente humano sabe ir procurar, sem ostentação.

“Amai-vos uns aos outros, eis toda a lei, lei divina, mediante a qual governa Deus os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados. A atração é a lei de amor para a matéria inorgânica.

“Não esqueçais nunca que o Espírito, qualquer que seja o grau de seu adiantamento, sua situação como encarnado, ou na erraticidade, está sempre colocado entre um superior, que o guia e aperfeiçoa, e um inferior, para com o qual tem que cumprir esses mesmos deveres.

Sede, pois, caridosos, praticando, não só a caridade que vos faz dar friamente o óbolo que tirais do bolso ao que vo-lo ousa pedir, mas a que vos leve ao encontro das misérias ocultas.

Sede indulgentes com os defeitos dos vossos semelhantes.

Em vez de votardes desprezo à ignorância e ao vício, instruí os ignorantes e moralizai os viciados.

Sede brandos e benevolentes para com tudo o que vos seja inferior. Sede-o para com os seres mais ínfimos da criação e tereis obedecido à lei de Deus.”

Questão 685. Tem o homem o direito de repousar na velhice?

“Sim, que a nada é obrigado, senão de acordo com as suas forças.”

a) - Mas, que há de fazer o velho que precisa trabalhar para viver e não pode?

“O forte deve trabalhar para o fraco. Não tendo este família, a sociedade deve fazer as vezes desta. É a lei de caridade.”

Questão 771. Que pensar dos que fogem do mundo para se votarem ao mister de socorrer os desgraçados?

“Esses se elevam, rebaixando-se. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos gozos materiais e de fazerem o bem, obedecendo à lei do trabalho.”

Questão 839. Será repreensível aquele que escandalize com a sua crença um outro que não pensa como ele?

“Isso é faltar com a caridade e atentar contra a liberdade de pensamento.”

Questão 903. Incorre em culpa o homem, por estudar os defeitos alheios?

“Incorrerá em grande culpa, se o fizer para os criticar e divulgar, porque será faltar com a caridade.

Se o fizer, para tirar daí proveito, para evitá-los, tal estudo poderá ser-lhe de alguma utilidade.

Importa, porém, não esquecer que a indulgência para com os defeitos de outrem é uma das virtudes contidas na caridade.

Antes de censurardes as imperfeições dos outros, vede se de vós não poderão dizer o mesmo. Tratai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante. Esse o meio de vos tornardes superiores a ele.

Se lhe censurais a ser avaro, sede generosos; se o ser orgulhoso, sede humildes e modestos; se o ser áspero, sede brandos; se o proceder com pequenez, sede grandes em todas as vossas ações.

Numa palavra, fazei por maneira que se não vos possam aplicar estas palavras de Jesus: Vê o argueiro no olho do seu vizinho e não vê a trave no seu próprio.”

Questão 913. Dentre os vícios, qual o que se pode considerar radical?

“Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo.

Por mais que lhes deis combate, não chegareis a extirpá-los, enquanto não atacardes o mal pela raiz, enquanto não lhe houverdes destruído a causa.

Tendam, pois, todos os esforços para esse efeito, porquanto aí é que está a verdadeira chaga da sociedade.

Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade.

Ele neutraliza todas as outras qualidades.”

Questão 915. Por ser inerente à espécie humana, o egoísmo não constituirá sempre um obstáculo ao reinado do bem absoluto na Terra?

“É exato que no egoísmo tendes o vosso maior mal, porém ele se prende à inferioridade dos Espíritos encarnados na Terra e não à Humanidade mesma.

Ora, depurando-se por encarnações sucessivas, os Espíritos se despojam do egoísmo, como de suas outras impurezas.

Não existirá na Terra nenhum homem isento de egoísmo e praticante da caridade?

Há muito mais homens assim do que supondes.

Apenas, não os conheceis, porque a virtude foge à viva claridade do dia.

Desde que haja um, por que não haverá dez? Havendo dez, por que não haverá mil e assim por diante?

Questão 918. Por que indícios se pode reconhecer em um homem o progresso real que lhe elevará o Espírito na hierarquia espírita?

“O espírito prova a sua elevação, quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando antecipadamente compreende a vida espiritual.”

Verdadeiramente, homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade, na sua maior pureza.

Se interrogar a própria consciência sobre os atos que praticou, perguntará se não transgrediu essa lei, se não fez o mal, se fez todo o bem que podia, se ninguém tem motivos para dele se queixar, enfim se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem.

Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuição, e sacrifica seus interesses à justiça.

É bondoso, humanitário e benevolente para com todos, porque vê irmãos em todos os homens, sem distinção de raças, nem de crenças.

Se Deus lhe outorgou o poder e a riqueza, considera essas coisas como UM DEPÓSITO, de que lhe cumpre usar para o bem. Delas não se envaidece, por saber que Deus, que lhas deu, também lhas pode retirar. Se sob a sua dependência a ordem social

Questão 951. Não é, às vezes, meritório o sacrifício da vida, quando aquele que o faz visa salvar a de outrem, ou ser útil aos seus semelhantes?

“Isso é sublime, conforme a intenção, e, em tal caso, o sacrifício da vida não constitui suicídio. Mas, Deus se opõe a todo sacrifício inútil e não o pode ver de bom grado, se tem o orgulho a manchá-lo.

Só o desinteresse torna meritório o sacrifício e, não raro, quem o faz guarda oculto um pensamento, que lhe diminui o valor aos olhos de Deus.”

Todo sacrifício que o homem faça à custa da sua própria felicidade é um ato soberanamente meritório aos olhos de Deus, porque resulta da prática da lei de caridade.

Ora, sendo a vida o bem terreno a que maior apreço dá o homem, não comete atentado o que a ela renuncia pelo bem de seus semelhantes: cumpre um sacrifício. Mas, antes de o cumprir, deve refletir sobre se sua vida não será mais útil do que sua morte.

Questão 886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?

Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias, perdão das ofensas.

Comentário de Kardec: O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito.

Tal é o sentido das palavras de Jesus: “Amai-vos uns aos outros, como irmãos”.

Então, segundo este rapido estudo do livro dos esiritos, vimos diversas faces da caridade.

Vamos deixar uma frase destacada, o que uma mão faz, a outra não deve saber.

Estudando o Evangelho segundo o espiritismo numa noite aqui em casa, com minha família, fazemdo evangelho no lar, me deparei com as questões 24. A desgraça real

Toda a gente fala da desgraça, toda a gente já a sentiu e julga conhecer-lhe o caráter múltiplo.

Venho eu dizer-vos que quase toda a gente se engana e que a desgraça real não é, absolutamente, o que os homens, isto é, os desgraçados, o supõem.

Eles a vêem na miséria, no fogão sem lume, no credor que ameaça, no berço de que o anjo sorridente desapareceu, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e com o coração despedaçado, na angústia da traição, na desnudação do orgulho que desejara envolver-se em púrpura e mal oculta a sua nudez sob os andrajos da vaidade.

A tudo isso e a muitas coisas mais se dá o nome de desgraça, na linguagem humana. Sim, é desgraça para os que só vêem o presente; a verdadeira desgraça, porém, está nas conseqüências de um fato, mais do que no próprio fato.

Dizei-me se um acontecimento, considerado ditoso na ocasião, mas que acarreta conseqüências funestas, não é, realmente, mais desgraçado do que outro que a princípio causa viva contrariedade e acaba produzindo o bem.

Dizei-me se a tempestade que vos arranca as arvores, mas que saneia o ar, dissipando os miasmas insalubres que causariam a morte, não é antes uma felicidade do que uma infelicidade.

Para julgarmos de qualquer coisa, precisamos ver-lhe as conseqüências.

Assim, para bem apreciarmos o que, em realidade, é ditoso ou inditoso para o homem, precisamos

transportar-nos para além desta vida, porque é lá que as conseqüências se fazem sentir.

Ora, tudo o que se chama infelicidade, segundo as acanhadas vistas humanas, cessa com a vida corporal e encontra a sua compensação na vida futura.

Vou revelar-vos a infelicidade sob uma nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais com todas as veras de vossas almas iludidas.

A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade, que fazem calar a consciência, que comprimem a ação do pensamento, que atordoam o homem com relação ao seu futuro.

A infelicidade é o ópio do esquecimento que ardentemente procurais conseguir.

Esperai, vós que chorais! Tremei, vós que rides, pois que o vosso corpo está satisfeito!

A Deus não se engana; não se foge ao destino; e as provações, credoras mais impiedosas do que a matilha que a miséria desencadeia, vos espreitam o repouso ilusório para vos imergir de súbito na agonia da verdadeira infelicidade, daquela que surpreende a alma amolentada pela indiferença e pelo egoísmo.

Que, pois, o Espiritismo vos esclareça e recoloque, para vós, sob verdadeiros prismas, a verdade e o erro, tão singularmente deformados pela vossa cegueira!

Agireis então como bravos soldados que, longe de fugirem ao perigo, preferem as lutas dos combates arriscados à paz que lhes não pode dar glória, nem promoção!

Que importa ao soldado perder na refrega armas, bagagens e uniforme, desde que saia vencedor e com glória?

Que importa ao que tem fé no futuro deixar no campo de batalha da vida a riqueza e o manto de carne, contanto que sua alma entre gloriosa no reino celeste?

Analisando todos o ensinamento destacado acima, não seria melhor reformularmos nossa ideia de caridade ?

Vamos começar pelo frase que destaquei já hoje : “Ignore a vossa mão esquerda o que a direita der.” Por essa forma, ele vos ensinou a não tisnardes a caridade com o orgulho.

Se formos pensar que devemos ignorar a caridade feita para não mexer com nosso orgulho, é realmente valida e necessaria.

Mas não seria necessario avaliar a caridade feita ? Ver qual sua eficacia ? Ver se realmente valeu a pena?

Vou lhe contar um caso e sugerir alguns pensamentos. Ha um tempo atras eu era voluntario numa associação de deficientes. Nos distribuíamos com regularidade cestas básicas, cestas de ortifruti, roupas. Fiz isto por cerca de 2 anos.

Vamos analisar os fatos.
1 – As pessoa incapacitadas, que realmente não tem como “se virar perante a vida”, o alimento era muito necessário.

2 – As pessoas que tem capacidade de trabalho e recebem alimentos. Não quero cotar os alimentos, mas não seria o caso de tentar ensinar as pessoas as vezes sem visão e perdidos na vida outras alternativas de ganhar dinheiro para evoluirem e deixarem de receber caridade que seria melhor usado por outros mais carentes ? Essas pessoas não estariam sendo prejudicados ao receber regularmente cestas de alimentos ? Pois estamos ajudando-as a ficarem parados no mesmo lugar. Seria isso realmente uma caridade ? Ou seria um atraso para nossas suas vidas e para nossas Também que ajudamos nessa parada ?

Lembrando novamente que sonos eternos, sera que a missão dessa pessoa não seria aprender a se virar e estamos prejudicando de alguma maneira simplesmente dando coisas para ela?

3 - Não seria legal fazer um caderno de receitas e dar juntos com os alimentos.

Por ex.. O sesi tem um caderno que ensina a cozinhar com R$ 1,00 que basicamente ensina a cozinhar com coisa que descartamos. Por ex. Casca de goibada, casca de abacaxi. Usando esse tipo de ensinamento, o alimento seria melhor aproveitado, o pessoal realmente carente teria mais nutrientes e comida na mesa.

Vou analisar mais algumas coisas, não tomem por criticas ok? Penso que deveriamos deixar de trabalhar na superficie das coisas e nos aprofundar ( Não seria esta a base da evolução ?? )

 

Conheço casas espiritas que fazem as seguintes caridades :

  • atendimento mediunico.

  • Fazem sapatinhos de croche para dar na maternidade..

    Ótimo fazer o sapatinho, com algumas outras roupas que compraram como bazar para mães carentes. Mas a equipe não poderia diversificar as caridades.

    Outro centro que conheço, costuma dar sopas nas ruas e cestas basicas nas casas.


    Fico a pensar, não seria legal pedir para alguém que esta ganhando a sopa carpir o mato d seu jardim, ou levar alguém para ajudar o caseiro na sua fazendinha ?
    Ou, algum deles poderiam ajudar a carregar as caixas na empresa de alguém ?
    Um mendigo ganhando comida todo dia, vai simplesmente voltar todo dia pedindo comida. Agora se você pede para ele arrancar o mato do seu jardim e lhe dá em troca uns 30,00 por hora de serviço. Se pede para seus outros vizinhos também ajuda-lo com o jardim, a descarregar o carro das compras. Se com o dinheiro, ajuda-lo a comprar roupas, se limpar direitinho, dar-lhe lições do amor de nosso bondoso Pai, ensinar-lhe espiritualidade, ensinar-lhe a ler, cobrar-lhe trabalho e evolução. Não seria uma caridade de verdade

    Sei que muitos espiritas torcem o nariz para a umbanda. Eu mesmo tenho um carinho imenso pelos nosso irmãs umbandistas e todas as entidades trabalhadoras dessa linha.
    Conheço um centro umbandista, que faz gincanas. Os desafios são :

    - doação de sangue, você deve doar o seu sangue por 6 meses por ex, e conseguir 5 pessoas a mais por mês.

    - conseguir x quilos de coisas para cestas basicas por mês para a festa de fim de ano para uma favela que atendem.

    - durante o ano, eles sobem a favela, cadastram e analisam as famílias, veem as realmente carentes para receberem cestas basicas, de doces e briquedos e as que necessitam de outro tipo de auxilio.

    - no final do ano, alguns caminhões são deslocados para uma escola municipal para levar todo o material.

    - no dia da festa, são distribuido brinquedos, cestas de doces, e tambem escovas de dentes.

    - durante o ano, medicos umbandistas, dentistas, sobem a favela para analisar e ajudar a populaçã


    Entenderam o meu pensamento ? Devemos sair da casca da caridade, demos nos aprofundar, devemos parar de DAR para nos sentir caridosos, devemos ajudar as pessoas a se desenvolverem, a evoluirem, a melhorar em suas vidas. As pessoas que ajudarmos, um dia devem estar em nossa casa, ou em qualquer outra denominação religiosa, mas devem estar empregados, bem vestidos e ajudando outros carentes a seguir o mesmo caminho

 

Um grande abraço, uma grande dia para você, uma grande semana e até o nosso próximo encontro.



 

Last modified on Segunda, 18 Julho 2016 21:28

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