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Artigos

Quinta, 31 Outubro 2013 20:07

Melancolia

– Orson Peter Carrara

 A vaga tristeza que se apodera do coração, quase que de maneira imperceptível, levando a pessoa a considerar amarga a existência, chama-se melancolia. Se não combatida no íntimo pode desencadear estados de angústia profunda e depressão. 

Este abatimento se revela, muitas vezes, através de pequenos contratempos do cotidiano, coisas simples e corriqueiras que assumem cores mais escuras que a realidade. Ouvir uma reprimenda, tirar notas baixas na escola, desentender-se com um familiar... 

TUDO ISTO E MUITO MAIS AMBICIONA O ESPÍRITO, QUANDO SE PROPÕE COMEÇAR A SUA REGENERAÇÃO. 

EM TAIS CIRCUNSTÂNCIAS ME ENCONTRAVA EU.

VIVERA MUITOS SÉCULOS PERAMBULANDO PELAS BIBLIOTECAS; NOITES MIL PASSARA NOS OBSERVATÓRIOS ASTRONÔMICOS, A PEDIR AOS ASTROS NOTÍCIAS DE DEUS; HAVIA PERGUNTADO ÀS CAMADAS GEOLÓGICAS COMO SE FIZERA O PLANETA HABITÁVEL, PEDIRA AOS FÓSSEIS A ÁRVORE GENEALÓGICA DOS MEUS ANTEPASSADOS. CHEGUEI A SER UM SÁBIO, COMO VULGARMENTE SE DIZ NA TERRA,

E, CONTUDO, QUANTO MAIS IGNORANTE ME RECONHECIA!

ASSIM, CHEGUEI A COMPREENDER QUE DEVIA EMPREGAR TODA A MINHA SABEDORIA, NÃO EM ENRIQUECER MUSEUS, NEM NO FAZER ADEPTOS DESTA OU DAQUELA ESCOLA FILOSÓFICA, A PRONUNCIAR DISCURSOS ELOQÜENTES PELAS ACADEMIAS
CIENTÍFICAS, MAS EM EDUCAR-ME A MIM MESMO, EM MORALIZAR-ME PARA REFREAR MINHAS PAIXÕES, PARA COMPREENDER MEUS DEVERES E DIREITOS, VISTO COMO DE HÁ MUITO ME HABITUARA A JULGAR SEM JULGAR-ME.

E AÍ ESTÁ O SEGREDO DA PROFIQÜIDADE DA MINHA EXISTÊNCIA.

PADRE GERMANO

Quinta, 31 Outubro 2013 19:08

Riscos na mediunidade

Mediunidade é algo sério. Precisa ser tratada com respeito, conduzida com conhecimento. E isto só é possível quando se conhece suas bases, sua finalidade. Se for conduzida sem conhecimento, com leviandade, sujeita-se a absurdos e contradições. 


Não há outra maneira para evitar equívocos, senão estudando-a. E isto em fonte segura, O Livro dos Médiuns. 

Se você pensar bem, algumas distorções enquadram-se na ignorância do que ela realmente seja, ou de como usá-la. Outros desvios devem-se, todavia, à má-fé e até a uma certa ingenuidade. Vejamos alguns exemplos: 
a) Acreditar-se cegamente no que dizem os espíritos. Aqui é preciso lembrar-se que os espíritos não sabem tudo (portanto estão sujeitos a erros) e que também o médium tem grande influência na transmissão da mensagem. Ele pode filtrar o conteúdo, alterar, omitir ou acrescentar informações. Aqui entra o caráter moral do médium. 

b) Tornar-se dependente de médiuns e espíritos. A mediunidade existe para orientar, mas cada um terá que construir sua própria orientação de vida, de acordo com os conhecimentos que vai adquirindo. Toda dependência é prejudicial e gera verdadeiras neuroses. 

c) Achar que tudo é mediunidade. Todos vivemos uma vida intensa e achar que tudo é influência de espíritos é cair no ridículo. É preciso considerar que mesmo entre os encarnados há uma real influência recíproca. 



Entre estes e outros aspectos que podem ser considerados, já que o assunto é amplo, há um risco que merece "olhos bem abertos": o risco da ingenuidade. Para evitá-lo, chame-se o bom senso. Vamos citar único exemplo: 

Pessoa comparece ao Centro Espírita em busca de comunicação de parente desencarnado. Fornece nome, data do nascimento e morte, bem como a causa da morte. Apressados os médiuns recebem uma suposta manifestação do envolvido, citando frases chavões e consolando os parentes. Em seguida, a mensagem é desmascarada, pois os consulentes que foram ao Centro quiseram desmoralizar a mediunidade e usaram nome de pessoa encarnada...

Já pensou? Como ficamos? 

A Doutrina Espírita ensina com letras garrafais que uma manifestação espiritual não é algo tão simples como se pretende. E será mesmo que só ao citar nome de pessoa falecida já é condição para que o espírito se manifeste...? E as condições do espírito? E se realmente foi uma ironia de pessoas brincalhonas. Cuidado, minha gente. Mediunidade é coisa séria. Como evitar isso? Abrindo os olhos e usando o bom senso, sem pressa. Pesar tudo sob a luz da razão e da coerência. Só isso já vai evitar um monte de decepções.

Por: Orson Peter Carrara



Atualmente há uma proliferação enorme de livros espíritas no mercado editorial espírita.

Não entraremos aqui, na questão dos livros ditos "anti-doutrinários".

Focaremos nossa atenção apenas nos romances espíritas chamados por muitos como "água com açúcar."

Muitos criticam a publicação de romances espíritas pelas Editoras, alegando serem desnecessários estes livros para o Movimento Espírita.

É fato que as diretrizes para se conhecer a Doutrina Espírita são os livros codificados por Allan Kardec, como: O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O livro dos Médiuns, A Gênese, O Céu e o Inferno.

Além destes temos os livros espíritas clássicos, escritos por: Leon Dennis, André Luiz, Divaldo Franco, Yvonne Pereira do Amaral, Raul Teixeira, entre tantos outros excelentes escritores que nos brindam com livros de grande importância doutrinária.

Sexta, 19 Abril 2013 11:13

Saudações ao dia 18 de abril!

Orson Peter Carrara

São muito justas as alegrias que nos envolvem pela ocorrência sempre grata trazida pelo dia 18 de abril, data comemorativa do lançamento de O Livro dos Espíritos, em 1857, na cidade de Paris. A lucidez da obra, o alicerce granítico dos fundamentos que representa e os desdobramentos próprios de sua grandeza oferecem perspectivas inesgotáveis para o progresso intelecto-moral da humanidade.

Selecionei pequenos trechos em algumas respostas das questões da obra para saudar a data (a numeração que antecede o texto é o número da pergunta no livro):

a)      826 – “(...) Desde que haja dois homens juntos, eles têm direitos a respeitar e não têm mais, por conseguinte, liberdade absoluta”.

b)      837 – “(...) A liberdade de consciência é um dos caracteres da verdadeira civilização e do progresso”.

c)       851 –“(...) para o que é prova moral e tentações, o Espírito, conservando seu livre arbítrio sobre o bem e sobre o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir (...)”.

d)      860 – “(...) Ademais, para fazer o bem, como o deve ser, e como isso é o único objetivo da vida, pode impedir o mal, sobretudo aquele que poderia contribuir para um mal maior”.

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • Incorporação e possessão

     




    Fonte :
    Letra Espírita - Por : Silvio Junior

    Quando se fala em espiritualidade de modo geral, são diversos os temas tratados, onde por vezes alguns assuntos polêmicos dividem crenças e opiniões em relação a isso ou aquilo, no tocante a possíveis fenômenos observáveis através dos chamados “médiuns”, termo este criado por Allan Kardec durante a codificação do Espiritismo para identificar aqueles que serviam como meio de comunicação entre os planos material e espiritual.

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  • Invigilância: a porta para a obsessão




    A existência dos fatores predisponentes - causas cármicas - facilitam a aproximação dos obsessores, que, entretanto, necessitam descobrir o momento propício da sintonia completa que almejam.

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  • Suicídio inconsciente




    Fonte:
    Rádio Boa Nova - Por : Maria Izilda Netto

    Incontável o número de pessoas, em dado momento de suas existências, por motivos variados, resolveu que não era interessante continuar a viver.

    Fosse a existência contida nos limites do berço ao túmulo, sem dúvida, o suicídio seria a grande solução para os problemas e dores da Terra.

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  • A tristeza segundo Deus


    Por: Eduardo Rossatto

    Segundo Paulo de Tarso na sua segunda carta aos Coríntios (7:10), há dois tipos de tristeza: a tristeza segundo Deus e a tristeza segundo o Mundo. A segunda é a lamentação, as queixas e o tédio. Sofrimento inútil que não é sublimado e que se perde na letargia.

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  • Injustiça e maldade

     

    Por: Eduardo Rossatto

    Nem sempre é fácil testemunhar injustiças e maldade. O mesmo ocorreu com Simão Pedro em um determinado dia, cerca de onze anos após a crucificação do Mestre, como Humberto de Campos (Irmão X) relata no capítulo 23 da obra "Contos desta e doutra vida".

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