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Wellington Balbo - Bauru - SP

A pergunta acima pode soar estranha, porém, questione-se com toda sinceridade:

Você faz tempestade em copo d’agua?

Posso afirmar sem medo de errar que grande parte de nós fazemos tempestades em copos de água e com isso acabamos por nos irritar em demasia com os desafios corriqueiros da existência. É verdade, irritamo-nos com muita facilidade. Basta que alguém nos feche no trânsito para que percamos a compostura proferindo poucas e boas em direção daquele motorista distraído. Mas, sejamos sinceros:

Vale a pena ser assim? Questionemo-nos: Será que vale a pena irritar-se por uma atitude de outra pessoa? Afinal, quem manda em nossa vida? Nós ou os outros? Será que somos guiados pelo humor do semelhante?

Não vale dar a velha desculpa de que somos assim mesmo e que são os outros que nos estressam. Não, essa desculpa não é válida, afinal, somos seres inteligentes, dotados de raciocínio e por isso podemos controlar as nossas atitudes.

Você estará se perguntando: Mas como? Como vou controlar minha atitude diante do colega que discorda de minhas opiniões ou a fila do banco que não anda, ou, ainda, o cônjuge que não me compreende?

Não é simples, todos sabemos, todavia é possível sim controlar-se. De que forma? Mudando nossa maneira de perceber a vida. Se a fila não anda posso ao invés de reclamar e ficar ansioso aproveitar para treinar o desenvolvimento da paciência. Se o colega discorda de minhas atitudes eis uma ótima oportunidade de exercitar o respeito, afinal ele tem todo o direito de não pensar como eu penso. Se o cônjuge não me compreende pode ser, quem sabe, o momento de tentar saber os motivos de sua incompreensão.

Como podemos notar as coisas continuam acontecendo da mesma forma, todavia, como modificamos nossa percepção levamos uma vida mais leve, sem tantas irritações e tempestades em copo d’agua. Logo, nossos problemas já não levam essa alcunha e agora podemos chamá-los de desafios que vamos superando à medida em que procuramos ser os senhores de nosso destino.

A propósito, interessante comentar que em O Livro dos Espíritos na questão 909 Kardec questiona os mentores do espaço se é possível o homem vencer suas más tendências pelos esforços. Os Espíritos respondem que sim e advertem: Poucos dentre vós são os que se esforçam.

Entendemos que são as más tendências as grandes geradoras de nosso estresse, impaciência, irritação e etc. São as nossas más tendências as responsáveis pelas enchentes que vez ou outra inundam nossa casa mental e abalam as estruturas de nosso corpo físico. Ora, entretanto os Espíritos respondem que elas – nossas más tendências -  são perfeitamente superáveis, desde que para isso estejamos dispostos a arregaçar as mangas trabalhando para mudar nossas disposições íntimas. Trocando em miúdos, os Espíritos no dizem: Não façam, meus filhos, tempestades em copo de água, pois tudo nesta vida é superável com o nosso próprio empenho.

Modificar-se ao invés de modificar o mundo, eis ai a chave para viver de forma mais amena e tranqüila. Nada de dramas ou superdimensionamento de desafios normais, próprios da vida aqui na Terra. Nada de tempestades em copos de água. Nada de reclamações e queixas azedas, afinal, estamos aqui com um único objetivo: evoluir, e não será levando uma vida carregada e taciturna que atingiremos nossos propósitos de melhoria íntima.

Pensemos nisso.

Este é o tema que será desenvolvido por Claudia Mandato Gelernter, da cidade de Vinhedo, no Seminário “Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei.”, que será realizado na cidade de Itu no dia 29.10 (sábado), a partir das 14:00.

Para conhecer mais sobre o assunto que é considerado um tabu entres todos, o Instituto Chico Xavier, entrevistou Claudia Mandato Gelernter, especialista em Tanatologia, pela USP – faculdade de Medicina, junto à equipe do Dr. Franklin Santos.

Para se inscrever no Seminário “Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei”, acessem nosso site www.institutochicoxavier.com

 

  1. O que é Tanatologia?

R. Tanatologia é a ciência da vida e da morte que visa humanizar o atendimento aos que estão sofrendo perdas graves. O tema morte é um tabu no Ocidente. Muitos sentem dificuldade em discutir este assunto – embora seja a única certeza comum de todos – pois isso gera angústia, medo, incertezas. É como se a morte fosse um fracasso, um erro que deve ser escondido, abafado.

Além disso, tratar do tema “morte”, não se resume à perda do corpo físico, mas se refere a todas as perdas que ocorrem em nossas vidas, sejam elas materiais ou emocionais e onde temos relação de afeto importante e que pode vir a acarretar lutos patológicos quando não forem bem elaborados.

 

Sexta, 14 Outubro 2011 15:25

Reencarnação é lei, não castigo

VaniaEste é o tema que será abordado por Vânia Mugnato de Vasconcelos, oradora da cidade de Jundiaí, no Seminário "Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei”, que será realizado em Itu, no sábado do dia 29.10 a partir das 14:00.

Muitos consideram a reencarnação como castigo. Todavia, a reencarnação é antes, uma oportunidade de aprendizado e crescimento.

É nos momentos de dificuldades, que temos a oportunidade de colocar em prática todo aprendizado evolutivo que colecionamos por séculos de vivência no plano carnal.

Bem já disse um grande sábio, que se quisermos saber quem fomos em nossas vidas passadas, basta observar nossas imperfeições e maiores dificuldades de hoje.

O orgulho, a vaidade, a inveja, o ciúme, a maledicência, a preguiça, o ódio, o apego, são apenas algumas entre tantas as imperfeições acumuladas dentro de nós mesmos.

O conhecer a si mesmo e a reforma íntima é o melhor remédio que temos a disposição para nossa melhoria espiritual.

Admitir nossas imperfeições, nossos erros, procurando vencê-los já é o primeiro passo para a cura.

Sexta, 14 Outubro 2011 13:54

Alegria de viver – Orson Peter Carrara

A alegria é o primeiro passo para conquistar e manter a saúde. Viver em plenitude, apesar das dificuldades próprias de nossa condição humana, é investir no próprio equilíbrio e serenidade.

Mas o que é exatamente viver em plenitude? Como manter a alegria de viver diante de tantos e complexos desafios sociais e individuais que nos atingem diariamente?

Viver em plenitude seria ter e adquirir coisas, desfrutar de vantagens e confortos  que o dinheiro pode comprar e ocupar posições privilegiadas na vida? Não, absolutamente.

Quarta, 05 Outubro 2011 20:42

Finalmente homenageado no cinema

Finalmente homenageado no cinema por Orson Peter Carrara

Ele surgiu com bases racionais, em critérios de bom senso e discernimento. Fruto da observação de leis naturais, apresentado em formato pedagógico incomparável – seja na sequência dos capítulos e assuntos ou pela didática de sua estrutura –, o fato real conclusivo é que é fonte inesgotável de conhecimentos, tendo se desdobrado em outras obras e continua jorrando como fonte de pesquisa, inspiração, estudos, debates, mantendo-se inatacável em sua atualidade e perfeita coerência com as conquistas da ciência e os mais exigentes questionamentos da filosofia e da religião.

Com extraordinária Introdução e notável Conclusão, cuja leitura e estudo não devem ser dispensados, é obra de síntese, compacta, justamente ensejando no tempo desdobramentos que não se esgotam, que pode analisar e estudar qualquer tema das questões humanas, seja das conquistas da ciência ou nos mais acalorados debates filosóficos e religiosos. Sua estrutura e conteúdo são de tal envergadura moral-filosófica e científica, totalmente embasados em leis naturais que quanto mais o tempo passa mais atual ele se torna, pois as conquistas humanas simplesmente confirmam seu conteúdo. É que nossas descobertas e amadurecimento vão propiciando enxergar os detalhes das entrelinhas, já delineados desde sua publicação.

Por evidente, falamos de O Livro dos Espíritos, lançado em 18 de abril de 1857, por Allan Kardec, pseudônimo do célebre e respeitado professor francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que nasceu em Lion no dia 3 de outubro de 1804, cujo aniversário, coincidentemente, comemoramos nessa primeira semana de outubro.

Quarta, 28 Setembro 2011 18:38

Errar ainda é humano

(Considerações psicológicas e espirituais acerca do sentimento de culpa)

A atitude do ser humano de censurar severamente a si mesmo ocorre há séculos. Basta um só erro ou atitude da qual nos arrependamos para que venhamos a nos autopunir ou esperar algum tipo de castigo divino. Desta forma, acabamos por acumular em nosso íntimo angústias e pesares desnecessários, frutos de experiências mal sucedidas que não foram vistas como aprendizado.

A longa faixa de anos obscuros pelos quais passamos na Idade Média - período em que a Igreja pregava o temor a Deus e a punição severa de hereges nas fogueiras e de pecadores nos fogos do inferno -, acabou por fixar no inconsciente das pessoas a idéia de que todo erro deve ser punido. Esta espécie de "mandato" parece nos acompanhar até os dias de hoje. São igrejas,templos e consultórios psicológicos repletos de pessoas buscando alívio para um sentimento de culpa que insiste em buscar punição.

Muitas pessoas, ao fazerem um exame de sua educação na infância, poderiam verificar que esse desejo de castigo foi oriundo de uma educação rígida e inflexível, a qual repreendia severamente qualquer atitude considerada errada por parte da criança. Para outras, porém, essa mesma idéia pode não ter sido moldada na vida presente, mas em um passado próximo ou remoto, no qual fomos consolidando a intransigência com nós mesmos. Então nos perguntamos: como superar o sentimento de culpa quando erramos? Como assimilar nossos erros sem buscarmos a autopunição como remédio? Para Hammed, um benfeitor espiritual e estudioso do psiquismo humano, quando sempre esperamos perfeição em tudo e confrontamos o lado inadequado de nossa natureza humana, nos sentiremos fatalmente diminuídos e envolvidos por uma aura de fracasso.

Dessa forma, aceitarmos nossa falibilidade perante a vida constitui-se uma tarefa inadiável. Como diz, ainda, o benfeitor árabe, "somos propensos a cometer erros de cálculo, enganos são inerentes à condição humana". Tal consciência e aceitação de nossa imperfeição somente ocorrerão, entretanto, no momento em que reconhecermos nosso lado inadequado aqueles comportamentos e idéias os quais não admitimos em nós, mas que ainda fazem parte de nosso ser, embora disfarçados.

Ao fazermos essa opção, passaremos a uma existência íntima de tranqüilidade perante nossos erros, de maneira a compreendê-los e não mais transformá-los em um calvário de dores e lágrimas, mas em um jardim florido, na qual cada flor representará um aprendizado colhido. Ainda há muito a se fazer para que superemos esse hábito tão arraigado em nossas mentes. Portanto, da próxima vez que você perceber-se com sentimentos de culpa, diga a si mesmo: "Não sou uma calculadora, sou um ser humano!"

- Adriano Oliveira (RS)

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • Censuras




    Ler, pensar e refletir sobre os textos de Emmanuel é sempre oportunidade renovada de aprender continuamente. A capacidade de síntese desse notável benfeitor que se utilizou das mãos abençoadas de Chico Xavier para nos orientar através de seus textos é admirável. Suas linhas compactas, seus parágrafos e textos lúcidos ensinam muito. Daí a importância de nos debruçarmos sobre seus livros para saciar a sede de conhecimento e aprender muito. Seus romances clássicos ou seus livros de mensagens que comentam o Evangelho ou os livros da Codificação são preciosos.

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  • A força dos sentidos





    “Os vossos olhos são a luz do corpo, mas se essa luz for trevas, todo o seu corpo estará em trevas“. (Jesus)

    Dentre as muitas assertivas do mestre Jesus, no seu Evangelho de amor, talvez essa seja uma das mais importantes para o homem terreno, porque ela adverte que, os nossos sentidos materiais, a visão, o tato, a audição, o olfato e o paladar, constituem antenas vivas, que mostram com nitidez aqui e do outro lado da vida, o uso que fazemos deles.

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  • Importância do Estudo no Centro Espírita

    O Centro Espírita não é simplesmente um templo religioso onde os adeptos do Espiritismo ali comparecem para rituais de devoção, como a oração (prece), o passe e assim por diante.

    É, na verdade, instituição social que possui várias características:

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  • No júbilo de servir




    “Depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: somos servos inúteis, fizemos o que devíamos fazer”. Jesus (Lucas, 17:10)

    Guarda tua alma no júbilo de servir.

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  • Oremos e vibremos pelo nosso país




    Esta chegando o grande dia onde teremos a oportunidade de através do voto consciente escolher o presidente que acharmos melhor indicado para representar o Brasil nos próximos 4 anos.

    Que estejamos todos em oração neste domingo, pedindo ao Pai da Vida que intua todo o povo brasileiro a votar com discernimento e coerência, em paz e harmonia. 

    E seja qual for o presidente eleito que as bençãos do Pai recaía sobre ele, para que saiba representar o Brasil com humildade, amor e fraternidade, respeitando e lutando com justiça pelas dificuldades enfrentadas pelo já tão sofrido povo brasileiro.


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