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Neste cantinho reunimos lindas mensagens para sua leitura.

Sábado, 04 Junho 2011 00:10

Perdendo tempo

Sempre há em nossas vidas aqueles momentos de reflexão mais profunda. Sempre haverá dias onde a alma se propõe a fazer um balanço da própria vida.

Algumas vezes isso se dá em dias de aniversário, onde a contagem de mais um ano propicia tal reflexão. Também nos ocorrerá algumas vezes no Reveillon, quando o rito da passagem de ano nos enseja muitas questões.

Outras vezes paramos para pensar sobre o tempo e a vida, e a vida que levamos, quando alguma perda mais intensa nos ocorre, como por exemplo, a desencarnação de um ente querido.

Inevitavelmente, os dias de balanço e análise da vida chegam. E devem chegar realmente, pois são extremamente oportunos.

Afinal, ninguém conseguirá o sucesso de uma longa empreitada sem fazer avaliações e análises periódicas, a fim de saber a quantas anda e por quais caminhos segue.

Sábado, 04 Junho 2011 00:01

Elegendo prioridades

Quantas vezes você já se disse cansado, estressado, desanimado? Quantas vezes a vida lhe pareceu pesar sobre os ombros, como se carregasse o mundo e se sentiu quase a soçobrar?

Já se indagou, alguma vez, por que esse seu estado de ânimo?

Você poderá responder que é o cansaço da luta diária, que já não é tão jovem, que os anos contam na economia do corpo, que as forças já não são as mesmas, que as lutas recrudesceram.

Tudo isso pode ser verdade, parcialmente. No entanto, por vezes, elegemos alguns itens como prioritários em nossa vida, sem que realmente o sejam.

Isso nos remete a um fato que ouvimos e que buscaremos narrar, ao sabor da nossa própria emoção.

Sexta, 20 Mai 2011 23:49

Por que se atrasa?

Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.

O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia.

Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção. Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares.

Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca.

Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava.

Aproximou-se meio sem jeito e perguntou:

Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe:

Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.

Sexta, 20 Mai 2011 23:48

A colheira de amanhã

Aquele homem de cabelos brancos e rosto sulcado por profundas marcas que o tempo esculpiu, certamente tinha acumulado muitas experiências que a vida lhe proporcionara.

Quantos sorrisos, quantas lágrimas já haviam contemplado aquele velho rosto agora cansado e quase sem expressão.

Empregou seu tempo de juventude construindo o futuro e amparando a esposa e os filhos. Agora que suas forças físicas estavam sumindo e o corpo quase não obedecia aos comandos do cérebro, ele foi viver com um dos filhos, a nora e o neto de seis anos de idade.

Sentia-se um intruso naquele lar. Tinha saudades da esposa, que já havia retornado ao mundo dos espíritos há alguns anos.

Nos primeiros dias o vovô se sentava à mesa para fazer as refeições junto com os familiares, mas a nora não estava gostando que aquele velho de mãos trêmulas derramasse alimentos sobre a mesa e no chão.

Sim, uma visão embaralhada e mãos que tremem, deixam rolar algumas ervilhas, derramar o leite do copo, sujar a toalha.

O filho e a nora não suportaram por muito tempo aquela sujeira toda, providenciaram uma mesa pequena e a colocaram no canto da sala. Agora o vovô passaria a comer lá, sozinho, pois o barulho das suas mastigadas rudes também incomodavam o jovem casal.

O velho homem também havia quebrado dois pratos e por isso passou a comer numa tigela de madeira, por ordem do seu filho.

O neto era a única pessoa que se aproximava do velho e só ele percebia que, vez em quando, uma lágrima rolava discretamente do olho do vovô.

Apesar da pouca idade, o garoto sabia que as lágrimas eram por causa do abandono e da solidão e tentava animar o vovô com sua alegria infantil.

Numa noite, em que o casal conversava na sala de jantar, o pai notou que o menino lidava com pedaços de madeira e outras sucatas jogadas no chão, e lhe perguntou interessado:

- Filho, o que você está fazendo com essas madeiras?

O filho respondeu com a doçura e a inocência de seus seis anos:

- Estou fazendo duas tigelas de madeira. Uma é para você, e a outra para a mamãe. Afinal, quando eu crescer vocês precisarão delas.

As palavras do garoto foram um golpe para os pais, que ficaram mudos por alguns minutos.

Depois, entenderam a lição e grossas lágrimas rolaram dos seus rostos jovens.

E, naquela mesma noite, na hora do jantar, o marido foi buscar seu velho pai e o trouxe para sentar-se à mesa e usar talheres e pratos como todos os outros.

Sem entender o que estava acontecendo, aquele homem de cabelos brancos e rosto sulcado por profundas marcas que o tempo esculpiu, pôde fazer parte outra vez do mundo dos vivos, apesar das mãos trêmulas e da visão embaralhada.

***

Os pais são espelhos vivos dos filhos, que neles buscam um norte para suas vidas.

Lembre-se sempre de que eles o observam e seguem as suas pegadas.

Por essa razão, vale a pena deixar marcas de luz e exemplos dignos de serem seguidos.


Por: Redação do Momento Espírita

Sexta, 20 Mai 2011 23:46

Suba mais alto

Não lhe fira a calúnia.

Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador.

Não se atrase, em face da perturbação.

Siga seu caminho, atendendo aos objetivos superiores da vida, porque os perturbadores são inumeráveis.

Não lhe doa a acusação indébita.

Você pode realizar muitos planos valiosos, em contraposição aos acusadores gratuitos.

Não se incomode pela desconfiança descabida.

Em qualquer lugar, você pode empregar a boa consciência no serviço honesto.

Não desanime, em razão da crítica.

Se a censura é serviço cabível a qualquer um, a realização elevada é obra de poucos.

Não se aborreça em virtude de pareceres desfavoráveis.

Se você permanece consagrado ao bem, a aprovação da própria consciência prepondera acima de qualquer opinião por mais respeitável.

André Luiz/Francisco Cândido Xavier

Sexta, 20 Mai 2011 23:45

Evitando obsessões

Não deixe de sonhar, mas enfrente as suas realidades no cotidiano.

Reduza suas queixas ao mínimo, quando não possa dominá-las de todo.

Fale tranqüilizando a quem ouve.

Deixe que os outros vivam a existência deles, tanto quanto você deseja viver a existência que Deus lhe deu.

Não descreia do poder do trabalho.

Nunca admita que o bem possa ser praticado sem dificuldade.

Cultive a perseverança, na direção do melhor, jamais a teimosia em pontos de  vista.

Aceite suas desilusões com realismo, extraindo delas o valor da experiência, sem perder tempo com lamentações improdutivas.

Convença-se de que você somente solucionará os seus problemas se não fugir deles. Recorde que decepções, embaraços, desenganos e provações são marcos no caminho de todos e que, por isso mesmo, para evitar o próprio enfaixamento na obsessão o que importa não é o sofrimento que nos visite e sim a nossa reação pessoal diante dele.

André Luiz

A vida de Chico Xavier

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