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Neste cantinho reunimos lindas mensagens para sua leitura.

Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:47

Força do Bem

Força do bem

 Os equívocos são bastante comuns nos caminhos humanos.

 Mesmo pessoas bem intencionadas por vezes se equivocam.

 No ardor de discussões, muitas palavras são ditas sem a necessária reflexão.

 O que parece correto em um contexto, mais tarde se afigura terrivelmente errado.

 A maturidade fornece novos contornos ao que antes parecia simples.

 O problema reside no que fazer após surgir a consciência do equívoco.

 Depois que o mal foi feito, a palavra estranha foi dita, o amigo foi ferido.

 Nessa situação, o orgulho é mau conselheiro.

 Ele faz com que o homem, embora ciente de seu erro, não se disponha a assumí-lo.

 Então, ele vive uma situação doentia e artificial.

 Em seu íntimo, sabe-se em falta.

 Contudo, procura afetar uma tranquilidade externa de todo falsa.

 Ou até admite que errou, mas nada procura fazer a respeito.

 Por vezes, adota algumas fórmulas para tentar se redimir, mas sem enfrentar realmente o problema.

 Confessa-se pecador, penitencia-se, priva-se de alguns pequenos prazeres, pune-se das mais diversas formas.

 Entretanto, a Espiritualidade Superior ensina que apenas por meio do bem se repara o mal.

 Também alerta que essa reparação, para ser efetiva, precisa atingir o orgulho do homem e os seus interesses.

 Tal significa que de pouco adianta orar pedindo perdão pelo erro cometido contra o semelhante, mas não o admitir para o próprio ofendido.

 Jesus bem o disse:

 Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele.

 Também recomendou que, antes de fazer uma oferta no altar, o homem deve se acertar primeiro com o seu irmão.

 Quem erra o faz em relação à ordem cósmica, instituída por Deus para a harmônica evolução dos seres.

 Contudo, o ofendido, em certa medida, representa a Lei Divina em face do ofensor.

 Se é possível o acerto direto, ele deve ser efetuado.

 Caso contrário, não faltaria quem decidisse comprar o Reino dos Céus com cestas básicas.

 Prejudicaria os desafetos e buscaria se redimir mediante pequenos serviços para desconhecidos.

 Só o bem apaga o mal.

 Ou seja, é preciso haver progresso no íntimo da criatura, a revelar-se mediante uma conduta renovada.

 Não é necessário sofrer longamente, desenvolver neuroses e enfermidades as mais variadas.

 Mas é preciso enfrentar as consequências do que se fez.

 Domar o próprio orgulho, admitir a falta e reparar o equívoco diretamente com o ofendido.

 Caso esse fique irredutível e não queira a reconciliação, nem por isso a reabilitação se inviabiliza.

 Nesse caso, ela se processa mediante gestos de genuíno amor em relação a terceiros.

 O importante é que o mal se apague pela pujança do bem.

 Não só pela reparação exterior, mas pelo progresso revelado na disposição firme de não mais errar.

 Pense nisso.

 Redação do Momento Espírita, com base no item 1000 de O livro  dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.

 

Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:46

Prudência

PRUDÊNCIA

Recorre à prudência sempre que a dificuldade te aponte os tormentosos roteiros.

Dificuldade não é apenas obstáculo à frente, impedindo o avanço.

Há muito problema difícil que se manifesta como ambição portadora de loucura, ou desejo de triunfo intermediário do desregramento.

Encontrarás homens em problemas, movimentando largas disponibilidades bancárias, como aqueles em tormento voluntário, por escassearem os recursos para a subsistência.

A prudência te dirá que todos os que retêm, sucumbem dominados pelos valores parados e mortos,  a que se escravizaram infelizes e te lembrarás que muitos crimes são filhos da agressão desalmada e da insânia mental, porque supunham estar no dinheiro a solução dos problemas.

Resguarda-te, pois, na verdadeira posição de quem deseja acertar nas decisões.

Não amado, ama pelo prazer de amar.

Impossibilitado de atender aos anseios íntimos, contenta-te como estás.

Não te chegando auxílio dos outros, auxilia como possas.

Aproveita todas as lições com que a vida honra as tuas horas.

Atirar-se à primeira ideia, seguindo-a inquietado, seria como colocar espinhos na própria senda, por onde passarás.

Resolver o problema ao impacto da emoção desvairada, é comparável a derramar ácido de efeito demorado sobre a ferida aberta em chaga.

Aconselha-te com prudência, antes que teu passo te leve à delinquência.

Amanhã devolverás à vida os empréstimos com que a vida te brindou, em forma de recursos passageiros ou provações retificadoras em nome do Nosso Pai, porquanto os únicos valores contábeis, após a morte, a seguirem conosco, são as ações que nos identificarão no grande amanhecer, após o demorado sono.

(De “Messe de Amor”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)

Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:43

Além do que podemos carregar

Além do que podemos carregar


Ouvimos, como motivação ou intenção de consolo, talvez mesmo um pequeno raio de esperança, que Deus não nos dá a carga além da que podemos carregar.  
É assim que suportamos, passo a passo, os fardos que chegam a nós e as misérias que ouvimos, previstas há séculos, às quais recebemos sempre como algo surpreendentemente novo e assustador.
Não sabemos como vai ser o amanhã, mas nos sabemos cabeças nuas e sujeitas ao que vier. Não estamos preparados para a dor e desolação e jamais estaremos. Pés calejados não suportam melhor os calçados apertados. É assim que, mesmo "preparados" mal suportamos as cargas e com lágrimas as carregamos.
Sobrevivemos a elas e os que não sobrevivem é por que os limites foram atingidos. Se a dor vence a força é porque a paz estava no descanso eterno. Compreendemos mal essas verdades; vivemos mal essas verdades e se não aceitamos, aprendemos o que significa a resignação.
Grandes tragédias sempre existiram. Guerras, enchentes, terremotos, pragas e pestes, cidades inteiras destruídas já são citadas no Antigo Testamento... o que é diferente nos dias atuais são os meios de comunicação que tornam tudo imediatamente acessível, aos ouvidos e olhos. Se não sabemos, não sofremos; se sabemos e não vemos, sofremos menos.
Nosso amor a Deus não pode ser condicional ao que vivemos, por que o amor dEle não é condicional ao que oferecemos.

Isso não é uma palavra de consolo, nem uma pequena luz de esperança para o dia de amanhã, mas uma verdade que nos conduzirá ao sentimento de paz e à vida eterna.
 
Se as cargas são por demais pesadas e aparentemente insuportáveis e continuamos de pé é que ainda temos um caminho pela frente, para viver e estender a mão aos que carregam cruzes mais pesadas que as nossas.


Letícia Thompson
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Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:42

Falta de Amor

FALTA DE AMOR

 De importância fundamental para a vida é o amor, sem o qual o ser humano permaneceria

no primarismo dos fenômenos biológicos.

O amor vige em todas as expressões da Natureza, mesmo quando não identificado sob essa

denominação, qual ocorre nas Leis que regem a Criação, expressando harmonia e ordem.

À medida que o ser abandona as faixas iniciais do processo da evolução, os instintos em

predomínio em sua natureza imiscuem-se nas expressões do amor que tem origem divina

e transformam esse sentimento em conflito, em reação, gerando dificuldade de

comportamento e de crescimento emocional.

Lentamente porém, o amor rompe as amarras em que se encontra detido e expressa-se

através de incontáveis recursos que terminam por comandar as aspirações, as palavras

e os atos das criaturas.

Vencer os degraus iniciais, superando os desafios naturais que surgem como consequência

do trânsito nas faixas mais primitivas é o dever que a todos se faz imposto pela necessidade

de adquirir e preservar a saúde nas suas variadas expressões e complexidades.

O amor é sentimento superior que brota espontaneamente no ser humano. Não necessita

ser conquistado, nem se reveste de qualquer atavio exterior para impressionar ou atingir

a sua meta.

 

(Obra: O Despertar do Espírito - Divaldo Franco/Joanna de Ângelis)

Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:41

Não desanime

Não desanime

 Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.

Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.

Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.

Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.

Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.

Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.

Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.

Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.

 

 

André Luiz / Chico Xavier

Quinta, 16 Fevereiro 2012 14:37

Começa a Luta

COMEÇA A LUTA

 A luta começa cedo, nas hostes da juventude, e, em muitos casos, as pessoas que a cercam não percebem o que se passa na sua intimidade, principalmente das jovens em crescimento.

 A mulher conserva o resguardo das suas emoções, como apanágio da natureza feminina. São os princípios da moral, que se irradiam na sua personalidade, e somente a mãe é capaz de vislumbrar alguns segredos que as filhas alimentam, na cidade do coração. Às mães, pois, compete ajudar às adolescentes, no campo emocional, de forma que o tempo possa solidificar os seus ideais na sublimidade do Amor.

 O lar é a primeira escola para o enobrecimento das aspirações. Se nesse lar falta harmonia, como buscar onde os filhos possam experimentar e sentir a segurança que devem vivenciar? É nesse sentido que falamos sobre o valor do Culto do Evangelho no lar. Tal valor é extraordinário, no campo da sabedoria espiritual e na educação dos impulsos, traçando meios, mostrando diretrizes capazes de fortalecer a fé revestindo os participantes da certeza do que deve ser buscado para a sua paz interna, combinando a inteligência com o coração, resultando no Amor.

 O Amor tudo pode. Ele é o vencedor de todas as lutas, porque sabe condicionar seus poderes espirituais na flora divina da alma. Eis porque os lares em formação não deveriam esquecer  o Culto do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, expressão do Seu Amor, de sorte a respirar-lhe a atmosfera de luz. Ele é a força renovadora dos pensamentos, ensinando como formar ideias, dando diretrizes superiores às palavras.

 É nesse sentido que falamos aos jovens, oferecendo-lhes o incentivo para começar as lutas, que se estendem por todo o imenso campo da alma.

 Há milhões de anos que o Espírito se empenhou em trabalhar, com muita luta, em prol das conquistas exteriores. Alguns já compreendem que devem tomar outros rumos, não cessando as lidas, mas, modificando-as. Veem que os inimigos estão mais próximos do que pensavam: eles moram dentro de nós, como instintos inferiores, a torcerem as verdades espirituais, a turvarem as consciências, nas suas mais altas aspirações de Amor. E passam a batalhar consigo mesmos, em busca da verdade, de modo a se tornarem livres, como cidadãos universais.

 Jovens, falamos-te para começares cedo as tuas pelejas, a fim de que não percas a juventude em coisas vãs. Não isoles as tuas faculdades de servir, não alimentes ilusões. Que os teus sentimentos busquem, no quotidiano da vida, a felicidade, pelos processos naturais, que te são inspirados pelas leis divinas.

 Se, por acaso, não encontras no lar a segurança de que falamos e de que precisas, existem outros recursos: na amizade, nos livros bem orientados, na oração e, enfim, na confiança em Deus. Apela para Ele, que Jesus não te deixará sem resposta.

 Todos, sem exceção, temos nossos  guias espirituais, mesmo nós, do plano do Espírito. Ser-nos-á dado o que pedimos com sinceridade e que imploramos com dignidade no coração. No entanto, não abandones o lar, quinhão sagrado, que sempre tem algo que se pode aproveitar, na multiplicação dos talentos da vida. Basta saber selecionar, na presença do Amor.

 Jovem! Começa a lutar, desejando o melhor. Ama a teus pais, que o amor verdadeiro é um multiplicador de conceitos elevados e é semente, cujos frutos a vida jamais se esquecerá de devolver a quem semeou.

 Não reclames por teres nascido nesse ou naquele lar. Estás onde o Senhor achou mais conveniente para o teu progresso. Luta aí, buscando o teu aprimoramento e fazendo da vida um cântico de fraternidade. Para os jovens é mais fácil o perdão, a alegria, e mesmo o amor. Esforça-te para essa conquista, que as mãos de Jesus nunca faltarão, em teu favor.

(Do livro “Chão de Rosas”, de João Nunes Maia, pelo Espírito Scheilla)

A vida de Chico Xavier

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