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Entrevistas

Quarta, 30 Março 2011 20:39

Entrevista Luis Carlos Bacelli

1 - Ludwig Andreas Feuerbach, filósofo alemão do século 19, disse que “como forem os pensamentos e as disposições de um homem, será assim o seu Deus; quanto valor tiver um homem, exatamente isto e não mais será o valor de seu Deus. Consciência de Deus é autoconsciência, conhecimento de Deus é autoconhecimento”. Daí; podemos pensar em termos da experiência pessoal de Deus e da religiosidade dentro da nossa condição de homem no mundo. Como se dá sua vivência de religiosidade e, a partir daí, sua relação com Deus?

R – Eu me sinto “impregnado” de Deus, e, conseqüentemente “impregnado” de Vida, e de Vida em abundância, conforme Jesus veio nos ensinar. Relaciono-me com Deus através do Cristo, que encontrei na Doutrina Espírita – do Cristo que nos ensina a amar o próximo como a nós mesmos! Como escreveu Bezerra de Menezes por nosso intermédio, a distância que me separa do próximo é a mesma que me separa de Deus.

A vida de Vera Lúcia Marinzeck mudou muito a partir do ano de 1975, quando, pela primeira vez, entrou numa casa espírita. Esse primeiro contato com o Espiritismo foi decisivo para que, algum tempo depois, encontrasse respostas para muitas de suas dúvidas. Encorajada por aqueles que a ampararam fraternalmente, determinou-se a estudar e desenvolver a mediunidade. Desde então, não parou mais de ler os livros de Allan Kardec e recomendar a todos que a procuram a leitura de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.  Nos raros encontros com os leitores, que acontecem geralmente em tardes de autógrafos promovidas em grandes livrarias – apresenta-se vestida com simplicidade, é carinhosa para com todos sem afetação, dispensa a mesma atenção a todos, sem fazer nenhuma distinção. Aqueles que a conhecem de perto e convivem com ela não se negam confirmar: “A Vera Lúcia é assim mesmo, sempre bem humorada, calma, não se apressa nem apressa ninguém”. Nesta entrevista, a médium relembra o passado, suas experiências mediúnicas e comenta a literatura dos espíritos e fala sobre o sucesso de seu livro “Violeta nas Janelas”

Muito conhecido por seus livros, palestras e seminários por todo país, Quico - como é chamado - respondeu à nossa entrevista com carinho e atenção, trazendo informações de sua experiência como espírita e médium. Natural e residente em Catanduva, fundou há mais de 25 anos a Sociedade Espírita Boa Nova. Com formação em Administração e com curso completo em Neurolinguistica, voce pode conhecê-lo um pouco mais nas respostas que disponibilizamos.

Como o Espiritismo surgiu em sua vida?
Meu primeiro contato com o Espiritismo aconteceu quando eu morava na fazenda dos meus pais e era muito jovem. Naquela época notava alguns fenômenos curiosos, escutava passos e ruídos. Como recebi uma educação católica, acreditava que era tudo fruto da minha imaginação. Depois disso, com aproximadamente 18 anos de idade, minha mediunidade aflorou ostensivamente quando estive com amigos num terreiro de Umbanda. Meus braços começaram a formigar - sensação que tomou conta do corpo inteiro – e disseram que eu havia recebido um espírito. A partir daí as sensações mediúnicas que antecedem a incorporação ficaram cada vez mais comuns. Em 1973, o grande amigo Diomar Ziviani me orientou na questão espírita e me apresentou ‘O Livro dos Espíritos’ de Allan Kardec e ‘Voltei’ de Irmão Jacob. Foi meu primeiro contato com essas obras, mas a sensação era de que já conhecia aquelas lições. Através do estudo comecei a entender e administrar minha mediunidade.

Quarta, 23 Fevereiro 2011 22:22

Entrevista com Dilvado Franco

Divaldo Pereira Franco é emérito educador. Fundou em 1952, na cidade de Salvador-BA, com seu primo Nilson de Souza Pereira, a Mansão do Caminho, instituição que acolheu e educou mais de 600 filhos sob o regime de Lares Substitutos. Conferencista e médium espírita, já proferiu mais de 10 mil palestras no Brasil e no exterior e psicografou aproximadamente 200 livros espíritas que já venderam 5 milhões de exemplares, inclusive com tradução para 13 idiomas. Septuagenário quando fala sobre o espiritismo demonstra o entusiasmo dos jovens com sabedoria que só a experiência do bem viver pode proporcionar.

Terça, 18 Janeiro 2011 12:21

Entrevista com Orson Peter Carrara

Orson Peter CarraraConhecido autor é foco na mídia espírita
Orson ficou conhecido pelos livros, caracterizados pela fidelidade doutrinária, e pelas palestras por todo Brasil. Com grande facilidade para escrever com objetividade e uso da palavra com fluência, agenda lotada e amigos por toda parte, atendeu nosso convite e concedeu entrevista com algumas particularidades pessoais e de suas atividades no movimento espírita. Acompanhe.

1 - Como foi sua infância dentro da Doutrina Espírita?

Nasci em família espírita. Meu avô já era espírita. Desde muito pequeno, graças à intensa ligação de meus pais, Roberto e Josefa, com o Centro Espírita Francisco Xavier dos Santos - de Mineiros do Tietê-SP, minha cidade natal - estive ligado àquela instituição. Fui aluno do então chamado Catecismo Espírita, da Mocidade Espírita, e posteriormente fui alçado à diretoria da entidade. Todavia, não posso deixar de citar a grande influência em minha formação doutrinária espírita, de meu tio Pedro Carrara, que transmitiu-me - além de meus pais - esse amor à Doutrina Espírita.

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • Psicoses: Esquizofrenia e Reencarnação




    Fonte:
    Letra Espírita - Por: Rafaela Paes

    As psicoses, de um modo geral, são conceituadas como um estado mental em que o paciente acaba perdendo seu contato com a realidade, passando a apresentar comportamentos antissociais (REDAÇÃO, 201?, on-line).

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  • A maior caridade que se faz ao Espiritismo é a mudança no comportamento.

     




    Por:
    Wellington Balbo - Imagem: Pixabay

    Um amigo me contou a história de dona Margarida, que por conta de uma razão qualquer um dia chegou à casa espírita.

    Encantou-se. Meteu a cara nos livros e arregaçou as mangas do coração.

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  • Obsessores: Como perceber sua presença




    Fonte:
    Letra Espírita - Por: Silvio Cardoso

    A Doutrina Espírita, se apresenta de forma diferente de muitas manifestações científicas, filosóficas ou religiosas pelo fato de ter na sua origem, estudos de fenômenos que não são propriamente o principal objetivo deste movimento centrado na moral cristã, mas que tem seu papel fundamental por meio de estudo, trazer esclarecimento e através do avanço intelectual alavancar o avanço da moralidade dos seres habitantes do nosso planeta. Dentre estes fenômenos ditos espirituais, vale destacar o processo de obsessão, conhecido por causar influência comportamental perceptível ou não ao obsidiado dependendo do grau em que aconteça.

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  • Modernas Formas de Violência




    Por: Rafael Siqueira

    Já passou o tempo em que a violência era representada pela agressão física. Hoje contabilizam-se formas modernas, sutis e igualmente graves de violência, como aquela que resulta de postagens e compartilhamento de postagens falsas nas redes sociais.

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  • Deus usa o tempo...




    Por: Vania Mugnato de Vasconcelos

    Temos pressa. Pressa de viver, de ser felizes, de ficar bem de vida. Desejamos que o final de semana chegue veloz, assim como as próximas férias e com elas todas as promessas de descanso e alegria. E sentimos pressa de receber promoção, aumento de salário, reconhecimento. Vivemos certa agonia quando o tempo rasteja aos nossos olhos, demorando a nos servir naquilo que necessitamos, que desejamos.

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