Artigo do Jornal: Jornal Junho 2017
Por: André Afonso Monteiro
“Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus”. (Mateus 18, 10,11)
Imagem: Pixabay
Por: Luiz Antonio Da Cruz Argollo
Em todos os cantos deste Universo que fazemos parte e está em constante expansão, bilhões de seres se sentem desamparados. Alguns atônitos, em verdadeiro desespero, porque nunca estiveram preparados para viver as experiências que estão passando e, porque é chegada a hora de sermos colocados à prova, visando nosso crescimento e adiantamento moral.
Fonte: Mundo Espírita
A noite seguia festiva no amplo auditório da Universidade. Pais, familiares, amigos tomavam quase todas as poltronas.
A entrada dos formandos, um a um, sob os flashes dos fotógrafos, se sucedia, num mar de emoções.
Pais orgulhosos, lembrando as horas intermináveis de estudo, o esforço para a conquista do diploma universitário do filho.
Por: Fátima Moura
Em algumas manhãs, a caminho do trabalho, cruzo sempre com algum conhecido ou colega das lides educacionais, dos tempos de colégio ou de redação e na correria de sempre, entre metrôs e ônibus lotados, o bate-papo espanta o marasmo da viagem. Faz as horas correrem mais depressa, encurtando o caminho até o centro da cidade, onde ainda embarco em outro ônibus que me levará até a Zona Sul da Cidade.
Dia desses, encontrei o colega de Faculdade, também professor, que há muito não via. Depois dos cumprimentos habituais, e da alegria de revê-lo depois de tanto tempo, me contava ele sobre a escola nova onde lecionava já há alguns poucos meses. Situada em bairro de classe média alta, havia sido escolhida por ele para facilitar o acesso, perto de uma outra escola onde já trabalhava. No mesmo dia, recebendo outro convite resolveu optar por essa, por ser mais perto também quando do retorno para casa, mas segundo ele, já estava arrependido de trocar o certo pelo duvidoso, pois o novo ambiente o estava assustando, deixando-o com vontade de desistir de continuar lecionando por lá.
Por: Orson Peter Carrara
A necessidade se impôs primeiro, talvez o gosto veio em seguida e o dever acabou se desenvolvendo por si mesmo, face a imperativos inadiáveis que se apresentam.
Sim, o trabalho. Exigiu-se trabalhos variados por necessidade inclusive de sobrevivência e proteção. Essa necessidade desenvolveu o gosto e este mostrou o dever.
Por: Marcelo Henrique e Wellington Balbo
Adquirir e consolidar o conhecimento é uma tarefa difícil. Pessoalmente difícil.
Para a aquisição do conhecimento, você talvez precisará quebrar inúmeras "crenças", derrubar alguns mitos, deixar algumas convicções adquiridas por anos, descartar teorias que aprendeu, seja pelos estudos, seja pelas experiências. E isso é algo muito incômodo para um grande número de pessoas, porque, afinal, quem quer admitir que formou sua base intelectual ou cognitiva, com base em teorias equivocadas?
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Fonte: Portal do Espírito - Por: José Queid Tufaile
O assunto Magia Negra ainda não foi convenientemente estudado pelos praticantes do Espiritismo. Há espíritas que não acreditam na possibilidade da existência dos conjuros, ou trabalhos feitos, como é conhecida a Magia Negra. Mas, um estudo cuidadoso da teoria de O Livro dos Espíritos, e de algumas citações feitas por Allan Kardec na Revista Espírita, mostra que essas manobras mediúnicas, com a finalidade de prejudicar o próximo, são perfeitamente possíveis.
Por: Fernando Rossit
Muitas mães, aflitas e saudosas, procuram a Casa Espírita para se informar a respeito das causas espirituais dos acidentes, notadamente com veículos, que vitimaram seus filhos.
Fonte: Letra Espírita - Por: Luciana Betencourt - Imagem: Pixabay
Como relatam ANDRADE e TIAGO (2016) no livro Esperança, “A vida é uma sequência de existências”; nada mais correto e justo que muitos danos e benefícios que adquirimos numa existência possam refletir-se na próxima.
Por: Sidney Fernandes – Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
O médico Arnaldo sempre supôs que, com a morte do corpo, nada mais teria que fazer do que cantar beatificamente no céu ou ranger dentes no inferno. A situação que encontrou, no entanto, foi diametralmente diversa. Cedo descobriu que simplesmente mudara de residência e levara, consigo, indisposições, doenças, bem como os processos de investigação e de cura.
Fonte: Kardec Rio Prieto - Por:Fernando Rossit
As Colônias Espirituais
Os livros de André Luiz dão-nos informações detalhadas a respeito da vida nas três primeiras esferas espirituais. Segundo ele, estas faixas vibratórias são formadas de inúmeras cidadelas espirituais, umas maiores, outras menores, onde se reúnem Espíritos em condições evolutivas semelhantes.
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Design e produção : M&M Informática
Jornalista responsável : Rita Ramos Cordeiro